Creation Science News


ISRAEL: Descobertos vestígios de banquete de 12 mil anos na Galileia
30/08/2010, 11:56 PM
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Photo: Science (clique na foto para ver a matéria na SCIENCE)

Cientistas descobriram evidências de que um banquete foi celebrado 12 mil anos atrás, antes do início da agricultura, em uma caverna que servia como local de sepultamento na Galileia, no norte de Israel, segundo um trabalho publicado nesta segunda-feira nos Estados Unidos.

Os pesquisadores suspeitavam da existência de banquetes antes do período neolítico, iniciado há 11.500 anos, embora não houvesse provas, explicou Natalie Munro, da Universidade de Connecticut (nordeste dos Estados Unidos).

A caverna servia como local de sepultamento na Galileia

“Esta descoberta representa a primeira prova sólida que confirma a hipótese segundo a qual os banquetes comunitários já eram realizados e, talvez frequentemente, no início do período de transição para o surgimento da agricultura”, acrescentou Munro, principal autora do trabalho publicado na revista da Academia Nacional de Ciências (PNAS) dos Estados Unidos.

O termo “neolítico” refere-se à nova Idade da Pedra ou da Pedra Polida, que sucede o Paleolítico, Idade da Pedra ou da Pedra Lascada.

O neolítico, que culminou por volta de 3.500 anos a.C, foi o período durante o qual os humanos deixaram de ser predadores para se tornarem agricultores e criadores de animais. [“Grifo Nosso”]

Munro e seu colega Leore Grosman, da Universidade Hebraica de Jerusalém, descobriram os restos de pelo menos 71 tartarugas e outros três animais selvagens, uma densidade incomumente elevada para este período, em duas fossas cavadas de forma especial.

Vestígios de casca de tartaruga achados em caverna

Os cascos de tartaruga e as ossadas dos outros animais apresentavam marcas indicativas de que foram cortados e cozidos para consumo humano.

Segundo os cientistas, uma das fossas foi cavada no marco de um ritual de sepultamento humano e a outra, no marco de um banquete.

Na primeira, os cascos da tartaruga foram colocados voltados para baixo, ao redor e sobre os restos de uma idosa aparentemente enterrada no âmbito de um ritual, o que leva a crer que o banquete foi organizado por ocasião do funeral.

Fonte: Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS)

Tradução: UOL



Novo estudo sugere: “Dois asteróides podem ter sido a causa da extinção dos dinossauros”
29/08/2010, 12:43 AM
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Um novo estudo publicado na revista Geology, liderada por David Jolley da Universidade de Aberdeen (Escócia); sugerem que os dinossauros foram extintos a 65 milhões de anos, por pelo menos, dois impactos de meteoritos, ao invés de um único.

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Anteriormente, os cientistas tinham identificado uma cratera de impacto enorme no Golfo do México como o evento que descreve a desgraça para os dinossauros.

Agora, surgem novas evidências de que um segundo impacto teria ocorrido na Ucrânia.

Isto levanta a possibilidade de que a Terra ao invés de ser afetada por um único impacto, os investigadores pensam que os dinossauros podem ter sido bombardeados por uma chuva de meteoros ao longo de milhares de anos.

Os cientistas acreditam que os impactos não aconteceram exatamente ao mesmo tempo e sim com intervalos de milhares de anos. [“This shows that the Boltysh and Chicxulub impacts did not happen at exactly the same time. They struck several thousand years apart…”]

O cientista Simon Kelley disse: “É bem provável que no futuro encontremos evidência de mais eventos de impacto.” [“It is quite possible that in the future we will find evidence for more impact events.”]

Fonte: BBC

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CONCLUSÃO:

Por Daniel F. Zordan

Esse novo estudo apenas vem se juntar a outros publicados anteriormente.

Afinal de contas; qual das catástrofes foi à autora da extinção dos dinossauros?

Vejam algumas discordâncias com as teorias de asteróides.

Mediante a todas essas teorias e controversias qual seria literal? Seria difícil dizer. Talvez a questão devesse ser:

Para onde apontam as evidências?

Basta analisar o que as teorias estão propondo com o que a ciência tem descoberto.



Réplica do Templo de Salomão no Brasil é vista como uma ‘Gozação’
28/08/2010, 11:40 AM
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Igreja Universal construirá o templo de Salomão para sua própria glória.

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A matéria foi publicada no "Israel National News"

O Instituto do Templo de Jerusalém (The Temple Istitute) disse que o plano da Igreja Universal de construir uma réplica monstruosa do Templo de Salomão que custará aproximadamente R$ 360 milhões está sendo “para sua própria gloria.”

A Igreja Universal do Reino de Deus, liderada pelo controverso Bispo Edir Macedo, anunciou seus planos de construir uma réplica gigante do Templo de Salomão. A estimativa de custo é de R$360 milhões, 55 metros de altura (18 andares), e com lugar para 10. 000 pessoas. O plano também conta com um estacionamento para 1.000 carros, estúdios de TV e rádio, e salas com espaço para 1.300 alunos.

“Vai ser sensacional”, disse Macedo, “Será lindo, lindo, lindo – a coisa mais bonita de todas. O lado de fora será exatamente igual o que foi construído em Jerusalém”.

O Instituto do Templo em Jerusalém vê isso com outros olhos, para eles é “um ato de arrogância voltado para sua própria gloria. Esse plano é uma gozação que vai diretamente contra tudo aquilo que o Templo Santo de Jerusalém representa.”

A Igreja Universal já gastou em torno de R$ 14,4 milhões para importar pedras de Israel. De acordo com o jornal britânico, The Guardian, o templo será inspirado no Templo do Rei Salomão e contará uma replica da Arca da Aliança no centro do santuário.

O Rabino Chaim Richman do Instituto do Templo escreve, “Nós somos hoje testemunhas de um fenômeno que tenta tirar a legitimidade da relação de Israel com Jerusalém. Esse plano de construir uma mega igreja representa o próximo passo de tirar toda essa legitimidade de Jerusalém.”.

“A Bíblia ensina que a essência de Jerusalém é a presença de Deus”, disse o Rabino Richman, que continua citando uma profecia do livro de Isaias 2:2 : ”Nos últimos dias, acontecerá que o monte da Casa do Senhor será estabelecido no cimos dos montes e se elevará sobre os outeiros, e para ele afluirão todos os povos. Irão muitas nações e dirão: Vinde, e subamos ao monte do Senhor e à casa do Deus de Jacó, porque de Sião sairá a lei, e a palavra do Senhor, de Jerusalém.”

Bispo Edir Macedo (foto: Revista "OGalileo")

“A mega igreja planejada pelo Bispo Macedo”, diz o Rabino Richamn, “é uma usurpação e um abuso ao espaço sagrado e ao conceito de Templo Santo que é representado na Bíblia, e também é uma brusca forma de se apropriar de valores sagrados do Judaísmo. A Divina Presença de Deus não pode ser copiada ou simplesmente usurpada e transportada para outro lugar. Isso não é nada mais que uma tentativa sínica e manipuladora da Igreja Universal do Reino de Deus de encaixar a mensagem universal da Bíblia em sua própria agenda.”

O Instituto do Templo, uma organização religiosa e educacional sem fins lucrativos, é dedicada para cuidar de todos os aspectos dos mandamentos Bíblicos sobre a construção do Templo Santo de Deus no Monte Moriah em Jerusalém. Seu maior foco e esforço é reconstruir o Templo Santo em Jerusalém.

Em 1992, Bispo Macedo ficou onze dias preso por fraude. No ano passado, um processo de São Paulo alegou que Macedo e outro pastor sênior embolsaram bilhões de doações em dólares e usaram o dinheiro para comprar propriedades e carros. Macedo, um defensor da teologia da prosperidade e dono de um jato particular de R$81 milhões, negou as acusações.

Fonte: Israel National News



Replica do templo de Salomão tem repercussão internacional
27/08/2010, 7:10 PM
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A notícia sobre a construção da réplica do Templo de Salomão, que será sede da Igreja Universal do Reino de Deus em São Paulo, está sendo repercutida em todo mundo. Muitos a favores e muitas Críticas tambêm.

Ambas as publicações se basearam no post publicado no blog do bispo Macedo, divulgando os detalhes das dimensões da construção e ressaltando que a obra será duas vezes mais alta que a estátua do Cristo Redentor, do Rio de Janeiro.

Para ver a matéria completa da contrução CLIQUE AQUI

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The New York Times: “Rebuilding Solomon’s Temple, in São Paulo” – A matéria deu destaque à opinião do presidente da Juventude Judaica Organizada, de São Paulo, divulgada no blog do bispo Macedo.

Página oficial da matéria - "The New York Times"

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The Guardian: “Solomon’s Temple in Brazil would put Christ the Redeemer in the shade” – O título da reportagem sugere que o novo Templo deixaria a estátua do Cristo Redentor na sombra, já que será duas vezes maior que a construção do Rio de Janeiro.

Página oficial da matéria - "The Guardian"

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The Jerusalem Post: “First Temple replica to be built in Sao Paulo” – O jornal destaca que a primeira réplica do Templo a ser construída será em São Paulo.

Página oficial da matéria - "The Jerusalem Post"



Igreja Universal vai construir réplica do Templo de Salomão na zona leste de SP
27/08/2010, 5:59 PM
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Ilustração da réplica do Templo de Salomão que sera construída em São Paulo

A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) construirá uma réplica do templo de Salomão, na cidade de São Paulo (SP) “com bases nas orientações bíblicas”. Será uma mega construção, a dimensão será de 126 metros de comprimento e 104 metros de largura e 55 de altura.

Segundo o bispo, o templo irá ocupar 70 mil metros quadrados de área construída. A previsão é que a obra fique pronta daqui a 4 anos.

Comparações com grandes monumentos

A área construída supera as de um campo de futebol oficial e as do maior templo da Igreja Católica da cidade de São Paulo, a Catedral da Sé. E seus 55 metros de altura corresponde a de um prédio de 18 andares, quase duas vezes a altura da estátua do Cristo Redentor.

Detalhes da construção

A sede mundial da Igreja Universal terá 12 andares, 2 subsolos e capacidade para 10 mil pessoas sentadas. O complexo também contará com 36 Escolas Bíblicas com capacidade para comportar aproximadamente 1,3 mil crianças, lojas, estúdios de  televisão e rádio, um auditório para 500 pessoas, além de um amplo estacionamento para mais de mil carros. Segundo o projeto, serão utilizados materiais reciclados e regionais de alta tecnologia para proporcionar o uso racional de energia elétrica, além da reutilização de água.

O arquiteto responsável, Rogério Silva de Araújo, disse no Blog de Edir Macedo, que o novo empreendimento “é arrojado” e empregará “tecnologia de ponta para que, quando as pessoas entrem no local, viajem pelo tempo e sintam-se como se estivessem no primeiro templo construído por Salomão”.

Está previsto um memorial na área externa, com 250 metros quadrados. Esse local deverá ser usado como espaço para exposições e eventos.  “Começando pela fachada, passando pelo átrio e chegando internamente na nave, criamos uma visão de maneira a remeter as pessoas ao passado. Para tanto, estamos valendo de toda tecnologia de ponta associada ao bom senso na arquitetura de maneira a não criar este choque de épocas”, comentou o arquiteto.

Detalhes internos do templo

Ainda dentro da Igreja, uma arca representando a Arca da Aliança será colocada sobre o altar com o objetivo de proporcionar um efeito tridimensional, que, quando aberta, poderá ser observada totalmente em seu interior e também refletirá no batistério, criando a sensação, durante o batismo, de que a pessoa estará se batizando dentro da Arca. Na face frontal do altar serão aplicadas doze pedras representando as doze tribos de Israel, e todo o altar será ladeado por duas colunas diferenciadas chamadas Joaquim e Boaz, nomes também citados na Bíblia.

O local será de ouro?

Edir Macedo, em seu Blog afirma que o local “não será de ouro”, mas as riquezas de detalhes empregados em cada parte do templo serão muito parecidas com os do antigo santuário. “Nós encomendamos o mesmo modelo de pedras de Jerusalém que foram usadas por Salomão, pois vamos revestir as paredes do templo com elas. Nós queremos que as pessoas tenham um lugar bonito para buscar a Deus e também a oportunidade de tocar nessas pedras e fazer orações nelas.”, comentou o bispo durante reunião realizada em São Paulo. Macedo ainda diz acreditar que “a visitação ao Templo não se limitará somente aos fieis da IURD, mas se tornará um ponto turístico e cultural, que atrairá pessoas do mundo todo.”

Resumo da história do templo de Salomão em Jerusalém

Salomão, filho de David, construiu o templo após sete anos de obras. Em 587 antes de Cristo, os babilônios invadiram Jerusalém e destruíram o templo. Décadas depois, o templo foi reconstruído no mesmo local. O santuário foi destruído mais uma vez e a única parte que restou da construção é o Muro das Lamentações, considerado sagrado por milhares de judeus e cristãos de todo o mundo.

Fonte: Detalhes da contrução foram extraídos do: Blog – Bispo Macedo

Leia também: Replica do templo de Salomão tem repercussão internacional

Leia também: Réplica do Templo de Salomão no Brasil é vista como uma ‘Gozação’

Video: Ilustração da obra (fotos).



Estudo: “A sobrevivência do mais apto” é contestada
27/08/2010, 3:17 PM
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Charles Darwin talvez estivesse errado quando disse que a competição era a principal força impulsionando a evolução das espécies.

O autor de A Origem das Espécies, obra publicada em 1859 que lançou as bases da Teoria da Evolução, imaginou um mundo no qual os organismos lutavam por supremacia e em que apenas o mais forte sobrevivia.

Mas uma nova pesquisa identifica a disponibilidade de espaço para desenvolvimento de vida, em vez de competição, como o principal fator da evolução.

A pesquisa, conduzida pelo estudante de pós-doutorado Sarda Sahney e outros colegas da Universidade de Bristol, foi publicada na revista científica Biology Letters.

Eles usaram fósseis para estudar padrões de evolução ao longo de 400 milhões de anos.

Focando apenas em animais terrestres – anfíbios, répteis, mamíferos e pássaros – os cientistas descobriram que a quantidade de biodiversidade tem relação com o espaço disponível para a vida se desenvolver ao longo do tempo.

Ambiente O conceito de espaço para a vida – conhecido na literatura científica como “conceito de nicho ecológico” – se refere às necessidades particulares de cada organismo para sobreviver. Entre os fatores estão a disponibilidade de alimentos e um habitat favorável à procriação.

Mamíferos tinha muito espaço para crescer após a extinção dos dinossauros

A pesquisa sugere que grandes mudanças de evolução de espécies acontecem quando animais se mudam para áreas vazias, não ocupadas por outros bichos.

Por exemplo, quando os pássaros desenvolveram a habilidade de voar, eles abriram uma nova fronteira de possibilidades aos demais animais.

Igualmente, os mamíferos tiveram a chance de se desenvolver depois que os dinossauros foram extintos, dando “espaço para a vida” aos demais animais.

A ideia vai de encontro ao conceito darwinista de que uma intensa competição por recursos em ambientes altamente populosos é a grande força por trás da evolução.

Para o professor Mike Benton, co-autor do estudo, a “competição não desempenha um grande papel nos padrões gerais de evolução”.

“Por exemplo, apesar de os mamíferos viverem junto com os dinossauros há 60 milhões de anos, eles não conseguiam vencer os répteis na competição. Mas quando os dinossauros foram extintos, os mamíferos rapidamente preencheram os nichos vazios deixados por eles e hoje os mamíferos dominam a terra”, disse ele à BBC.

No entanto, para o professor Stephen Stearns, biólogo evolucionista da universidade americana de Yale, que não participou do estudo, “há padrões interessantes, mas uma interpretação problemática” no trabalho da Universidade de Bristol.

“Para dar um exemplo, se os répteis não eram competitivamente superiores aos mamíferos durante a Era Mesozoica, então por que os mamíferos só se expandiram após a extinção dos grandes répteis no fim da Era Mesozoica?” “E, em geral, qual é o motivo de se ocupar novas porções de espaço ecológico, se não o de evitar a competição com outras espécies no espaço ocupado?”

FONTE: BBC

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COMENTÁRIO:

[Texto em azul: “original em inglês” da fonte BBC. Texto em preto e bordo: Comentários nosso.]

Por Daniel F. Zordan

“It proposes that Charles Darwin may have been wrong when he argued that competition was the major driving force of evolution.”… “He imagined a world in which organisms battled for supremacy and only the fittest survived. “ A matéria diz que a teoria de Darwin “Os mais aptos sobrevivem” talvez estivesse errada. Ele sustentava que a teoria foi o papel principal no processo evolutivo.  Darwin imaginou um mundo em que os organismos “lutaram” pelo poder, autoridade e superioridade onde na qual somente “os mais aptos sobreviviam”. Algo que agora esta sendo questionado.

Para finalizar, o professor Michael Benton da Universidade de Bristol disse: “Competition did not play a big role in the overall pattern of evolution”, ou seja… A competição “dos mais aptos” não desempenhou um grande papel no modelo total da evolução. Pelo menos não como Darwin propunha e acreditava.

Observação: A matéria não invalida a teoria da “evolução das espécies”, mas contradiz a base sólida e principal da teoria de Darwin, publicada em seu livro “A Origem das Espécies” em 1859.



Um mistério na árvore genealógica humana
24/08/2010, 11:41 PM
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[“Entre colchetes” – Comentado por Daniel F. Zordan]

RESUMO: Seis anos após a descoberta dos seus vestígios, um pequeno hominídio que viveu na Indonésia permanece uma incógnita evolutiva.

Teriam estes hominídios saído da África antes da migração do nosso ancestral mais próximo, o Homo erectus, há cerca de 1,8 milhão de anos? Será que alguns do primeiros africanos que usaram ferramentas, há aproximadamente 2,5 milhões de anos, atravessaram toda a Ásia? Será que estes migrantes evoluíram na Ásia e depois voltaram para a África? [milhões de anos segundo a interpretação evolucionista]

Seria um caso de evolução inversa,[andando na contra mão? Será?] ainda que não haja registros de primatas que tenham voltado à forma dos seus antepassados? Apelidado de “hobbit” — em alusão aos famosos personagens criados por J.R.R. Tolkien, que não têm mais do que um metro de altura — o pequeno hominídio foi tema de um simpósio que aconteceu na semana passada em Nova Iorque.

Mas os pesquisadores têm certeza apenas de que eles tinham 90 centímetros de altura, caminhavam na vertical e de que seu cérebro provavelmente tinha menos de um terço do tamanho do cérebro humano [suposições! como sempre.]. A ascendência deste hominídio perdido no tempo e no espaço permanece um mistério, e um desafio para quem se debruça sobre as origens, transformações e migrações dos primeiros humanos. [Será que algum dia os evolucionistas conseguirão resolver esse mistério/desafio?]

Leia a matéria completa no jornal: The New York Times