Creation Science News


Abelhas fazem cálculos complexos para determinar rota mais curta de voo
29/10/2010, 10:30 AM
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Como computadores, abelhas processam rota de voo com menor distância e de menor gasto de energia

Abelhas podem solucionar problemas matemáticos complexos, superando até a capacidade de computadores para cálculos.

Esse é o cerne de um estudo desenvolvido por cientistas do departamento de ciências biológicas, a Royal Holloway, da Universidade de Londres, no Reino Unido.

Os insetos aprendem a pegar a rota mais curta para chegar até as flores que costumam ser encontradas aleatoriamente pelo caminho. Ou seja, a que economiza tempo e poupa gasto de energia, um dos princípios da questão matemática conhecida como “problema do caixeiro-viajante” (“traveling salesman problem”, em inglês).

“Apesar de seu pequeno cérebro, elas são capazes de façanhas extraordinárias”, comenta Nigel Raine, que participou da pesquisa.

A conclusão foi possível com a ajuda de um computador que controlou flores artificiais para identificar o comportamento das abelhas.

A ideia era mostrar se os insetos seguiam uma rota comum conforme encontravam as flores ou se procuraram instintivamente a mais curta. Depois de explorar o região florida, elas rapidamente tendem a voar pela rota mais curta.

Os dados do estudo serão publicados no jornal “The American Naturalist” ainda nesta semana.

Fonte: Folha

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CONCLUSÃO:

Os Pesquisadores afirmam ter descoberto que as abelhas são capazes de resolver complexos problemas matemáticos que computadores podem levar dias calculando.

Segundo o professor Lars Chittka, as abelhas precisam fazer isso constantemente, ou seja, sempre calcular a menor distância entre flores para otimizar sua busca por néctar, encontrando seu caminho de volta para a colmeia. “Isso não é nada trivial, principalmente se você tem o cérebro do tamanho da cabeça de um alfinete”, comenta o pesquisador. Chittka destaca que para resolver o mesmo tipo de problema, computadores podem levar dias.

Os cientistas esperam que o entendimento de como um cérebro tão pequeno consegue realizar cálculos tão complexos possa ajudar no desenvolvimento de redes e sistemas de comunicação mais modernos e eficientes, sem que sejam necessários supercomputadores.

O site PopSci lembra ainda que as abelhas possuem outras capacidades muito interessantes, como o reconhecimento de rostos humanos e o monitoramento da qualidade do ar.

Uma pergunta me vem à cabeça – Será que toda essa complexidade é obra do “ACASO” ou de um “DESIGN INTELIGENTE”?

Há somente uma resposta para tal complexidade:

“No princípio criou Deus os céus e a terra”. (Gênesis 1:1)

Deus criou todas as coisas, sendo o homem o ápice de sua criação (Gênesis 1:26-27). Todo vasto universo, bem como toda complexidade existente, são  princípios da revelação de Deus aos homens.

“Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos.” (Salmo 19:1)

Mediante há tantas e claras evidências de que o universo possui um CRIADOR,  o apostolo Paulo chegou a considerar indesculpáveis os homens que rejeitam a existência e a soberania de Deus:

“Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis” (Romanos 1:20).

Todas as provas existentes na natureza afirmam que existe um Deus criador de todas as coisas.

The peace of God



Fósseis em âmbar na Índia sugerem nova versão para passado geológico
25/10/2010, 11:45 PM
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Abelhas, cupins, aranhas e moscas descobertos recentemente em um depósito de âmbar desafiam a suposição de que a Índia era uma ilha-continente isolada no início do Eoceno, há cerca de 50 milhões de anos. O estudo foi publicado na edição online da revista Proceedings of National Academy of Sciences (PNAS).

Artrópodes de Cambaia não são exclusivos do país (fot: David Grimaldi/AMNH)

Artrópodes encontrados no depósito de Cambaia, oeste indiano, não são exclusivos como se poderia esperar de uma ilha, mas têm relações evolucionárias próximas com fósseis de outros continentes. O âmbar é também a mais antiga evidência de uma floresta tropical latifoliada na Ásia.

“Sabemos que a Índia já foi isolada, mas quando e por quanto tempo exatamente ainda é incerto”, afirma David Grimaldi, curador da Divisão de Zoologia de Invertebrados do Museu Americano de História Natural. “A evidência biológica no depósito de âmbar mostra que havia alguma conexão biótica [elementos causados por organismos em um ecossistema que condicionam as populações que o formam] entre as espécies”, explica.

“O âmbar, semelhante a uma foto antiga, revela como era a vida na Índia antes da colisão com o continente asiático”, diz Jes Rust, professor de Paleontologia de Invertebrados na Universidade de Bonn, na Alemanha. “Os insetos capturados na resina fóssil lançam uma nova luz sobre a história do subcontinente.”

O registro de âmbar em árvores latifoliadas (com folhas largas e grandes) é raro até o período geológico Terciário, ou seja, depois que os dinossauros foram extintos. Foi nessa época que as plantas angiospermas (que produzem frutos) superaram as coníferas (gimnospermas) e começaram a dominar as florestas, desenvolvendo o ecossistema que até hoje atravessa a Linha do Equador. Esse novo âmbar, junto com o da Colômbia – que tem 10 milhões de anos a mais -, indica que as florestas tropicais são mais antigas do que se pensava.

No trabalho, Grimaldi, Rust e seus colegas descrevem o âmbar de Cambaia como a evidência mais antiga de florestas tropicais na Ásia. O âmbar tem sido ligado quimicamente à Dipterocarpaceae, uma família de árvores que atualmente representa 80% da cobertura florestal do Sudeste Asiático. Madeira fossilizada dessa família também foi encontrada, tornando esse depósito o registro mais antigo dessas plantas na Índia e mostrando que essa família tem quase o dobro da idade que se acreditava. É mais provável que a espécie tenha se originado quando porções do supercontinente do sul Gonduana ainda estavam ligadas.

Também foram descritas na pesquisa 100 espécies de artrópodes, que representam 55 famílias e 14 ordens. Algumas dessas espécies são consideradas parentes, como abelhas produtoras de mel e abelhas sem ferrão, cupins e formigas, sugerindo que esses grupos se espalharam durante o Eoceno ou pouco antes dele.

E muitos dos fósseis de Cambaia têm parentes em outros continentes, embora não onde isso seria esperado. Em vez de encontrar laços evolutivos entre África, Madagascar e Índia como parte do supercontinente Gonduana, os pesquisadores acharam parentes próximos no norte da Europa, Ásia, Austrália e Américas.

“O que descobrimos indica que a Índia não estava completamente isolada, embora o depósito de Cambaia pertença a uma época que antecede a união da Índia à Ásia”, diz Michael Engel, professor do Departamento de Ecologia e Biologia Evolucionária e curador de entomologia da Universidade do Kansas, nos EUA. “Pode ter havido algumas ligações”, completa.

O clima também pode ter desempenhado um importante papel na fauna encontrada no âmbar. O início do Eoceno foi uma época de grande calor: os trópicos atingiram os polos. Os pesquisadores preveem que o clima possa ter tido um efeito sobre a distribuição dos artrópodes. “As relações de diversidade e evolução dos depósitos de Cambaia mostram os efeitos profundos do clima sobre esses grupos”, avalia Engel.

[“Grífo Nosso”]

Fonte: Estadão


Universo pode acabar em 3,7 bilhões de anos, revelam astrofísicos
22/10/2010, 9:12 PM
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O Universo poderá desaparecer em cerca de 3,7 bilhões de anos, revelam astrofísicos americanos e japoneses que questionam a teoria sobre a expansão permanente espaço-tempo.

“É improvável que o Universo acabe durante nossa vida, mas há 50% de possibilidade de que o tempo tenha um final em cerca de 3,7 bilhões de anos”, assinalaram os cientistas.

Na opinião deste grupo de cientistas, certos métodos e hipóteses utilizados há muito tempo pelos astrofísicos, e seu recurso a um limite arbitrário para o tempo com o qual calculam as probabilidades de um universo de expansão infinita, levam de fato à conclusão de que o tempo terá um fim.

“Em outras palavras, este limite de tempo, considerado unicamente como ferramenta de cálculo estatístico, se comporta de fato como um evento físico real”, explica Raphael Bousso, astrofísico da Universidade da Califórnia, em Berkeley (EUA), um dos autores do estudo, publicado no site arXiv.org.

“Se esta conclusão não é correta, significa que uma das hipóteses do modelo matemático é errada, o que seria extremamente interessante para os astrofísicos, que durante tanto tempo a consideraram muito razoável.”

“É muito importante compreender que não afirmamos nossa certeza sobre esta conclusão de que o tempo terá um fim, mas não podemos excluir a possibilidade de que isto ocorra”, destacou Bousso.

Segundo a teoria amplamente aceita, o Universo nasceu do Big Bang, há cerca de 13,7 bilhões de anos, e se expande a uma velocidade que se acelera exponencialmente e até o infinito.

Fonte: Folha

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Conclusão:

Por Daniel F. Zordan

Veja as coincidências, os criacionistas e os evolucionistas têm algo em comum. Ambos crêem que o universo teve um inicio e que o universo terá um fim. A diferença esta no ponto de partida, enquanto um crê que tudo foi “CRIADO” por um Ser onipotente, o outro crê que foi por “ACASO”.

Ao contrario do que os evolucionistas pensam a vida não deixara de existir. Pois há uma promessa que de que Jesus voltará e por sinal muito antes dos 3,7 bilhões de anos.

A bíblia nos diz que:

“Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai.”  (Mateus 24 : 36)

Deus também promete fazer tudo novamente para abrigar todos aqueles que forem salvos.

“E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis.”  (Apocalipse 21 : 4-5)

The peace of God



Declarações polêmicas: “Ciência vai ganhar da religião”, afirma Stephen Hawking
22/10/2010, 8:09 PM
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por Ki Heussner Mae, do portal da rede de notícias norte-americana ABC

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[Texto em verde e entre colchetes: Comentado por Daniel F. Zordan]

Stephen Hawking

O célebre físico Stephen Hawking (foto)sabe mais sobre o universo do que quase qualquer outra pessoa que já andou pelo planeta, mas algumas respostas ainda escapam até mesmo dele.

Quando perguntado por  Diane Sawyer, do canal ABC News, sobre o maior mistério que gostaria de resolver, ele disse: “Eu quero saber por que o universo existe, por que há algo maior do que o nada”. [Hawking necessita de abrir a mente para entender, “por que há algo maior do que o nada” (que não é o acaso!) – “Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus.”  (II Coríntios 4 : 4)]

Hawking, que foi homenageado na semana passada no World Science Festival, emNova York, é famoso por sondar as questões mais profundas do cosmo.

Até ter deixado o cargo no ano passado, ele ocupava a cátedra Professor Lucasian de Matemática da Universidade de Cambridge, uma posição ocupada anteriormente por Sir Isaac Newton, o “pai da física”. [As comparações param por ai. Diferente de Hawking, Newton afirmava que A maravilhosa disposição e harmonia do universo só pode ter tido origem segundo o plano de um Ser que tudo sabe e tudo pode. Isso fica sendo a minha última e mais elevada descoberta.”…” A gravidade explica os movimentos dos planetas, mas não pode explicar quem colocou os planetas em movimento. Deus governa todas as coisas e sabe tudo que é ou que pode ser feito.” Isaac Newton. Suas descobertas e estudos são vastos, mas Newton é sempre lembrado pela lei da gravitação universal. Newton chegou a fazer algumas previsões com bases científicas e bíblicas. Em um manuscrito que ele escreveu em 1704, acreditava que o mundo não terminaria antes de 2060. Físico e matemático reconhecido, Newton também foi astrônomo, alquimista, filósofo natural e teólogo. Tanto Hawking como Einstein, está longe de aproximar-se de Newton. Seria por causa da descrença em Deus? (Newton conseguiria responderia esta pergunta tranquilamente)]

Durante os 30 anos de Hawking nesse posto, ele deu a seus colegas novas formas de olhar para o universo. Mas ele também deu ao público, por meio de seus muitos livros e aparições ocasionais, uma forma de se conectar com o mundo geralmente obscuro da física teórica.

“Stephen teve um tremendo impacto em nossa compreensão do universo, particularmente do espaço e do tempo distorcidos no universo, dos buracos negros, da origem do universo”, disse o físico Kip Thorn no evento do World Science Festival que homenageava Hawking, na semana passada. [É evidente que Hawking teve um grande papel na historia da ciência, e disso ninguém duvida. Mas Hawking não é autoridade para afirmar nada sobre a “existência ou não existência” de Deus. Deus não pode ser provado (Visualmente), muito menos desmentido.]

O livro mais conhecido de Hawking, “Uma Breve História do Tempo”, vendeu mais de nove milhões de cópias e é um best-seller internacional. Ele também fez aparições breves em produtos da cultura pop, como “Os Simpsons” e “Star Trek”.

Mas explorar as origens do tempo inevitavelmente leva a questões sobre as origens últimas de tudo e o que, se há alguma coisa, está por trás de tudo isso.

“O que poderia definir Deus [é pensar em Deus] como a encarnação das leis da natureza. Entretanto, não é isso o que a maioria das pessoas pensaria sobre Deus”, disse Hawking para Sawyer. “Eles fizeram um ser parecido ao ser humano, com quem se pode ter um relacionamento pessoal. Quando você olha para a vastidão do universo e para como uma vida humana acidental é insignificante em si mesma, isso parece muito impossível”.[O que uma coisa tem que ver com a outra? – O fato do universo ser imenso, não significa que ele ira durar eternamente. Qualquer cientista sabe que o universo esta caminhando para o fim (morte). Ao contrario dos pensamentos de Hawking, uma única vida tem muito mais valor para DEUS, do que toda vastidão do universo. Uma única vida é muito mais complexa do que o próprio universo. Deus é espírito: ele não é material como a sua criação, e não será encontrado através de meios materiais. A verdadeira busca de Deus será uma busca espiritual (João 4:23-24; Atos 17:24-25, 29).]

Quando Sawyer perguntou se havia uma forma de conciliar a religião e a ciência, Hawking disse: “Há uma diferença fundamental entre a religião, que se baseia na autoridade, e a ciência, que se baseia na observação e na razão. A ciência vai ganhar porque funciona”.[Hawking parece estar querendo ganhar no grito. Quem disse que religião não se baseia na observação e na razão?. Todos nós possuímos inteligência e olhos. Temos livre arbítrio que nos dá total liberdade para crer, aceitar, tomar decisões, julgar, apenas através da observação e na razão. Se razão é conjunto de observação + testável, como Hawking pode afirmar que o universo surgiu através de um Big Bang?. Big Bang não foi, não pode ser observado, muito menos provado!, aceitar a teoria do Big Bang é somente através da FÉ, com base nas poucos evidências existentes.

Em entrevista ao jornal Estadão, o matemático John Lennox foi questionado pelo jornalista;

É justo que um materialista, como o senhor diz, exija provas de que Deus existe para acreditar nele?”

Lennox respondeu: Sem dúvida, desde que você me explique o que quer dizer por “provas”. Eu trabalho numa área – a matemática – em que “prova” tem um significado muito específico. É claro que eu não posso provar matematicamente que Deus existe. Mas eu posso dar evidências e fazer uma argumentação com base na ciência e em outras disciplinas. Assim como não posso provar que minha mulher me ama, mas tenho muitas evidências disso. Richard Dawkins diz que ter fé é acreditar em algo sobre o qual não há provas. Mas isso é a definição dele. Isso é fé cega. Eu sou um cristão, e a fé cristã é o oposto da cegueira. Ela é baseada em evidências, como a ressurreição de Cristo, sobre a qual há evidências históricas, diretas e indiretas. Leia mais…

Fonte: ABC News




Israel e Google publicarão na internet manuscritos do mar Morto com textos bíblicos
22/10/2010, 5:59 AM
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Fragmento dos manuscritos do mar Morto em laboratório de Jerusalém

O departamento israelense de Antiguidades e o gigante americano da internet Google anunciaram nesta terça-feira o lançamento de um projeto para divulgar, na internet, os manuscritos do mar Morto, que contêm alguns dos mais antigos textos bíblicos.

Este plano, com um custo de US$ 3,5 milhões (2,5 milhões de euros), tem por objetivo disponibilizar gratuitamente esses documentos, que possuem cerca de 2.000 anos.

“É a descoberta mais importante do século 20 e vamos compartilhá-la com a tecnologia mais avançada do século 21”, afirmou a responsável pelo projeto do departamento israelense de Antiguidades, Pnina Shor, em uma coletiva de imprensa em Jerusalém.

Especialista em Israel digitaliza parte dos manuscritos do Mar Morto

A administração israelense captará imagens em alta definição utilizando uma tecnologia multiespectral desenvolvida pela Nasa, a agência espacial americana.

As imagens serão, posteriormente, publicadas na internet pelo Google em uma base de dados e traduções dos textos colocadas à disposição.

“Todos os que possuem uma conexão à internet poderão acessar algumas das obras mais importantes da humanidade”, disse o diretor do centro de pesquisa e desenvolvimento do Google em Israel, Yossi Mattias.

Shor afirmou que as primeiras imagens estarão disponíveis nos próximos meses e o projeto terminará em cinco anos.

Acredita-se que os 900 manuscritos encontrados entre 1947 e 1956 nas grutas de Qumran, no Mar Morto, constituem uma das descobertas arqueológicas mais importantes de todos os tempos. No material encontrado, há pergaminhos e papiros com textos religiosos em hebraico, aramaico e grego, assim como o Antigo Testamento mais velho que se conhece.

Fonte: Folha



Estudo: humanos já tinham dieta diversificada há 30 mil anos
22/10/2010, 5:26 AM
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Humanos há cerca de 30 mil anos não comiam apenas carne e tinham uma dieta mais diversificada do que se estimava. Um novo estudo descobriu um importante consumo de vegetais em indivíduos no Paleolítico europeu.

O trabalho será publicado esta semana no site e em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

O Paleolítico é uma era pré-histórica que se estende da introdução de ferramentas de pedras por hominídeos como Homo habilis, há cerca de 2,5 milhões de anos, até o início da agricultura, há aproximadamente 12 mil anos.

Descoberta de pedras usadas para amassar grãos e raízes indica que humanos tinham dieta mais sofisticada do que se imaginava no Paleolítico (reprodução)

Até agora achava-se que a subsistência no Paleolítico europeu tivesse sido baseada em proteína e gordura animal, com raras evidências de consumo de plantas. Mas em estudo feito a partir de sítios arqueológicos na Itália, Rússia e República Tcheca, um grupo de cientistas desses países descobriu grãos de amido em pedras de cerca de 30 mil anos.

Os padrões de desgaste nas amostras e a presença de amido, verificada a partir de análise com microscopia óptica e eletrônica, permitiram concluir que as pedras foram utilizadas para amassar raízes e grãos, de modo similar ao empregado em um pilão para fazer farinha.

Segundo o estudo de Anna Revedin, do Istituto Italiano di Preistoria e Protostoria, na Itália, e colegas, os resíduos de vegetais nas pedras parecem ser principalmente de plantas ricas em carboidrato e energia.

A descoberta, de acordo com os autores, indica que o processamento de alimentos e a produção de farinhas eram comuns na Europa no período.

Fonte: Agência Fapesp



Renascido do Dilúvio: Mar Mediterrâneo encheu-se em menos de dois anos
16/10/2010, 9:36 AM
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Estudo mostra como o Mar Mediterrâneo escapou de se tornar um deserto, recebendo as águas do Atlântico numa enchente que durou dois anos

Mar mediterrâneo visto do espaço

[Texto em verde e entre colchetes: comentado por Daniel F. Zordan]

Berço da civilização ocidental e dotado de algumas das paisagens mais deslumbrantes do mundo, o Mar Mediterrâneo já escapou de se tornar um deserto. Há cerca de 6 milhões de anos, quando movimentações tectônicas juntaram o norte da África ao que hoje se conhece por Península Ibérica, o Mediterrâneo acabou separado do Oceano Atlântico por uma cadeia de montanhas. [Não poderia todos esses acontecimentos (“movimentação tectônicas”…”separados por cadeia de montanhas”) terem ocorridos em menos de dois anos, ao invés de milhões de anos?]

A seguir, entrou num processo acelerado de evaporação, favorecido pela extrema salinidade de suas águas. Restou dele uma planície quase seca e estéril, 1,5 metro abaixo do nível do mar. A sequência de acontecimentos que reverteu esse processo de degeneração do Mediterrâneo e lhe deu a exuberância atual há muito é objeto de especulação dos pesquisadores. Agora, um estudo elaborado por cientistas espanhóis do Instituto de Ciências da Terra Jaume Almera, de Barcelona, divulgado na semana passada, lança nova luz sobre o assunto. Segundo a pesquisa, o Mediterrâneo atual nasceu de um dos mais espetaculares dilúvios já ocorridos na história do planeta. [O único mega dilúvio conhecido na história, é o “Dilúvio Bíblico”, narrado em Gênesis. A catástrofe durou menos de 2 anos, e se enquadra perfeitamente nos dados publicados.]

Há 5,3 milhões de anos, também pelo movimento das placas tectônicas, de acordo com o estudo espanhol, a água do Atlântico se lançou com a força de um tsunami sobre as montanhas que o separavam do Mediterrâneo. [A bíblia nos diz que “romperam todas as fontes do grande abismo” (Gen. 7:11), a força seria muita mais forte do que qualquer tsunami.]

As águas correram durante dois anos, com um fluxo equivalente a 1 000 vezes o do Rio Amazonas atual, elevando o nível do Mediterrâneo em 10 metros por dia. Trata-se de um ritmo espantoso para acontecimentos naturais dessa dimensão. [Um estudo cuidadoso dos dados bíblicos revela que o Dilúvio durou 371 dias (mais de um ano). O ritmo é espantoso pelo fato de DEUS ser o autor da catástrofe.]

A erosão provocada pela correnteza violenta teria criado o Estreito de Gibraltar, estabelecendo a ligação que até hoje perdura entre o Mediterrâneo e o Atlântico. Os pesquisadores calculam que a rápida enchente do Mediterrâneo tenha causado uma diminuição de 9,5 metros no nível dos oceanos, com consequências no clima global e, evidentemente, um impacto incalculável no ecossistema europeu da época. [Não foi por menos que o Grand Canyon (EUA) também ficou com as marcas do Dilúvio. O impacto incalculável também pode ser atribuído a origem dos Continentes e dos Oceanos. O planeta era formado por um único bloco de terra chamado Pangeia]

Daniel García-Castellanos, membro do grupo de pesquisa do Instituto de Ciências da Terra Jaume Almera, de Barcelona.

Os cientistas sempre tiveram dificuldade em determinar a dimensão da enchente que devolveu o Mediterrâneo à vida – e quanto tempo ela durou. Achava-se que os registros da passagem da água tinham desaparecido das camadas de solo sob o Estreito de Gibraltar há muito tempo e que, portanto, seria impossível recuperar como o fenômeno se deu. Para levarem a cabo seu estudo, os cientistas espanhóis se beneficiaram das prospecções feitas recentemente no estreito com vistas à construção de um túnel ligando a Espanha ao Marrocos, no norte da África. Durante as escavações, descobriu-se que as camadas subterrâneas do estreito abrigam um canal com 500 metros de profundidade e 10 quilômetros de largura. O canal tem formato de U, o que leva a concluir que é remanescente de uma enchente duradoura e de grandes proporções. [Essas são grandes evidencias do dilúvio. A bíblia nos que “prevaleceram as águas e cresceram grandemente sobre a terra;”…” E as águas prevaleceram excessivamente sobre a terra; e todos os altos montes que havia debaixo de todo o céu, foram cobertos.”…” E prevaleceram as águas sobre a terra cento e cinqüenta dias.” (Gen. 7:18,19,24). O dilúvio foi duradouro e de grande proporção.]

“Até os anos 90, achava-se que a água que fez o Mediterrâneo renascer havia sido conduzida por rios”, diz o geólogo Garcia-Castellanos, que chefiou a pesquisa espanhola. “Agora, os cálculos das medidas da erosão mostram que ela só pode ter sido produzida por um fluxo violento de água, ele completa. Segundo os cálculos elaborados pelos cientistas, a passagem de água do Atlântico para o Mediterrâneo começou lentamente, por uma rachadura.

O aumento do fluxo, devido a novos movimentos tectônicos, transformou a enchente num dilúvio que levou pela frente as formações rochosas. A cada dia, a passagem para o Mediterrâneo ganhava mais 0,5 metro de largura. Quem vê hoje os recantos paradisíacos do litoral do Mediterrâneo não o imagina como cenário de um cataclismo dessas proporções. [A bíblia nos diz, “E as águas iam-se escoando continuamente de sobre a terra, e ao fim de cento e cinqüenta dias minguaram.” (Gen. 8:3). O fluxo de aguá com certeza foi muito grande e violenta, ao ponto de ficar escoando por 150 dias.]

[Obs.: “Grífo nosso”]

Fonte: Veja.com

Referência:

1. D. Garcia-Castellanos1, F. Estrada2, I. Jiménez-Munt1, C. Gorini3,4, M. Fernàndez1, J. Vergés1 & R. De Vicente1 “Catastrophic flood of the Mediterranean after the Messinian salinity crisis” (Nature 462, 778-781 (10 December 2009) | doi:10.1038/nature08555)