Creation Science News


Mais antiga evidência de vida na terra é derrubada, sugere pesquisa
20/04/2011, 2:40 PM
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Por Daniel F. Zordan

As evidências mais antigas de vida em nosso planeta são os fósseis encontrados em rochas no “Apex chert”, oeste da Austrália, que datam de 3.500 milhões de anos. Agora um novo estudo sugere que esses fósseis “são nada mais do que minúsculas lacunas na rocha, que foram comprimidas com minerais”. “are nothing more than tiny gaps in the rock that are packed with minerals.”

As novas descobertas feitas por geólogos da Universidade do Kansas mostram que as estruturas microscópicas que muitos cientistas pensavam ser cianobactérias produtoras de oxigênio primordial são na verdade pedaços sem vida de hematita.

A nova analise da Apex Chert foi publicado recentemente na revista Nature Geoscience.

Alison Olcott Marshall, professor assistente de geologia na Universidade do Kansas diz que “We found no sign of any microfossil,”[…] “What we found were minerals that took the appearance of life.” [“não encontramos nenhuma evidencia de microfósseis […] O que encontramos foram minerais que levou ao surgimento da vida.”] Os pesquisadores acreditavam que esses poderiam ser microfósseis, como de fato era aceito pela comunidade cientifica. A cada experimento era esperado encontrar algo que corroborasse com os dados atuais, mas o que descobriram foi algo totalmente oposto àquilo que eles pensavam.

A investigação teve início quando Olcott Marshall’s co-investigador e Craig Marshall, professor assistente de geologia do Reino Unido (UK), coletaram novas amostras da rocha Chert Apex no cráton de Pilbara, Austrália Ocidental.

Craig Marshall;

“I went to the outcrop and with a geological pick I proceeded to break into the rock,”. [“Fui para o afloramento e com uma picareta geológica eu continuei a quebrar a rocha,”.]

Os pesquisadores analisaram amostras de rocha com 300 micrômetros, do mesmo modo que as pesquisas anteriores. Mas também fizeram amostras de rocha muito mais finas – com fatias de 30 micrômetros – permitindo que mais luz passasse através da rocha. E usando um microscópio tradicional eles analisavam as amostras.

Alison Olcott Marshall;

“We were able to see all sorts of details and textures that has been lost in those previous studies,”. [“Fomos capazes de ver todos os tipos de detalhes e texturas que foi perdido nos estudos anteriores,”.]

Em seguida, os cientistas analisaram amostras Apex Chert com o mais complexo espectrômetro Raman Renishaw, dedicado à paleontologia nos Estados Unidos, na Multidisciplinary Research Building na Universidade de Kansas.

[…]

Leia a Matéria completa

Conclusão: Muitas são as controvérsias a respeito da origem da vida, assim como as primeiras evidências de vida na terra primitiva.  Era esperado encontrar fósseis, mas o que encontravam foram apenas minerais.

Existem alguns problemas com a teoria convencional;

Mais de 20 anos atrás, os pesquisadores suspeitaram que as formas minúsculos dentro da rocha foram os fósseis de bactérias produtoras de oxigênio. Mas esta interpretação não se encaixavam na história evolutiva convencional, porque a atribuição de idade para esta formação é 3.450 bilhões de anos, apenas um bilhão de anos após a suposta formação da própria Terra.

As cianobactérias são conhecidas por terem maquinaria bioquímica mais especificada do que “simples” bactéria, permitindo-lhes realizar a fotossíntese. Por que a versão mais complexa de bactérias “surgiu” antes de das versões mais simples?

A ciência procura resposta para tais questões. Mas até que me provem ao contrário, DEUS é o autor da vida. Não houve macro-evolução seguida de processos lentos e graduais, pelo menos não é isso que os fósseis nos mostram.

Referências:

1. Craig P. Marshall, Julienne R. Emry & Alison Olcott Marshall “Haematite pseudomicrofossils present in the 3.5-billion-year-old Apex Chert” (Nature Geoscience, 20 February 2011, Vol: 4, Pages: 240–243, DOI: doi:10.1038/ngeo1084) (Em PDF)

2. “Research overturns oldest evidence of life on Earth, with implications for Mars” (University of Kansas, 15 March 2011)

3. “Research overturns oldest evidence of life on Earth” (PhysOrg, 16 March 2011)

4. “The Earliest Live” (Palaeobotanical Research Group / University of Münster)





Linguagem humana tem origem na África, afirma pesquisa
20/04/2011, 2:12 PM
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O continente africano, além de berço da espécie humana, também teria sido o local em que um idioma de verdade, com gramática e vocabulário complexos, foi falado pela primeira vez na história.

A ideia está sendo defendida em um novo estudo, que analisou mais de 500 línguas de todas as partes do mundo em busca do caminho que a “invenção” da linguagem teria seguido planeta afora.

Segundo o trabalho, publicado nesta semana na revista americana “Science”, a variedade de fonemas –a menor unidade sonora, que permite a diferenciação entre as palavras– altera-se conforme a localização geográfica.

A maior quantidade de fonemas se concentra no seria o “marco zero” das línguas, o centro-sul da África.

Conforme os idiomas vão se afastando dessa aparente fonte comum, eles vão ficando empobrecidos em fonemas –com menos tipos de vogais, consoantes e tons (variantes “musicais” das sílabas, comuns em línguas como o chinês, por exemplo).

COISA VIVA

O autor da pesquisa, Quentin Atkinson, da Universidade de Auckland (Nova Zelândia), aparentemente está construindo a carreira com base na ideia de que línguas podem funcionar de forma idêntica a coisas vivas.

Na década passada, ele usou métodos normalmente utilizados para estudar o parentesco evolutivo entre seres vivos para propor uma data para a origem das línguas indo-europeias –basicamente quase todas as línguas da Europa mais as de regiões como Índia, Paquistão e Irã.

Nesse estudo, ele estimou que esse tronco de línguas “brotou” pela primeira vez há 9.000 anos. Isso poderia ligá-las à expansão de agricultores da atual Turquia rumo à Europa, substituindo os antigos habitantes da região.

“É muito interessante, entre outras coisas porque muitos linguistas históricos aqui no Brasil, que estudam línguas indígenas, ainda não aplicam essas ideias à expansão de povos no passado”, diz o geneticista Fabrício Rodrigues dos Santos, da UFMG.

Segundo Atkinson, uma coisa já sabida é que, quanto maior a população que fala uma língua, maior o número de fonemas de dita cuja.

Mas isso não significa que o chinês seja automaticamente a língua mais rica em fonemas do planeta. Faz muita diferença também o tempo que uma população grande fala certo idioma ±e nesse quesito a África parece ser imbatível, já que seres humanos modernos habitam o continente há bem mais tempo.

O padrão, além do mais, bate com o da genética –os africanos também são geneticamente mais diversificados que o resto da humanidade.

“E, de fato, eles possuem fonemas como os que envolvem cliques [estalos], aparentemente únicos”, diz Santos.

Atkinson usa os dados para propor um único “eureca” linguístico há uns 70 mil anos na África, que teria, inclusive, uma associação com os primeiros indícios de arte e adornos corporais, também datados dessa época.

Segundo essa visão, a linguagem complexa teria sido uma das ferramentas centrais para que a humanidade moderna avançassem pelos continentes e acabasse suplantando, de algum modo, hominídeos como os neandertais da atual Europa.

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Referências:

1. Q. D. Atkinson “Phonemic Diversity Supports a Serial Founder Effect Model of Language Expansion from Africa” (Science, 15 April 2011; Vol. 332 no. 6027 pp. 346-349; DOI: 10.1126/science.1199295)

2. Michael Dunn, Simon J. Greenhill, Stephen C. Levinson, Russell D. Gray “Evolved structure of language shows lineage-specific trends in word-order universals” (Nature, 2011; DOI: 10.1038/nature09923)



A Última Ceia teria acontecido na quarta, e não na quinta-feira
20/04/2011, 1:55 PM
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A última ceia que Jesus Cristo compartilhou com seus 12 apóstolos na noite da Quinta-feira Santa aconteceu, na realidade, numa quarta-feira, afirma um especialista britânico em livro publicado pela Universidade de Cambridge.

“Descobri que ‘A Última Ceia’ aconteceu numa quarta-feira, em 1º de abril do ano 33”, declarou ao jornal “The Times” o professor Colin Humphreys, da Universidade de Cambridge.

No livro, intitulado “The Mystery of the Last Supper” (“O Mistério da Última Ceia”), o catedrático acrescenta mais uma tese a um tema que divide teólogos e historiadores.

“Esse é o problema: os especialistas em Bíblia e os cristãos acreditam que a última ceia começou depois do pôr do sol de quinta-feira, e a crucificação foi realizada no dia seguinte, às 9h. O processo de julgamento de Jesus aconteceu em várias áreas de Jerusalém. Os especialistas percorreram a cidade com um cronômetro para ver como podiam ocorrer todos os acontecimentos entre a noite de quinta-feira e a manhã de sexta-feira: a maioria concluiu que era impossível”, enfatizou o professor, segundo trechos do livro.

Os discípulos Mateus, Marcos e Lucas dizem que a última ceia foi uma refeição pascoal, enquanto João afirma que aconteceu antes da Páscoa judaica.

“A solução que encontrei é que todos têm razão, mas que se referem a dois calendários diferentes”, explica o pesquisador.

Reconciliando os dois calendários, o professor concluiu que a última ceia aconteceu, na verdade, na véspera da Quinta-feira Santa.



Patriarca de índios dos Andes viveu há 5.000 anos, diz DNA
20/04/2011, 1:39 PM
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Pesquisadores brasileiros, junto com colegas da Bolívia, do Equador e do Peru, estão começando a usar o DNA para investigar a pré-história das poderosas civilizações dos Andes que floresceram antes de Colombo.

Em comunidades atuais habitadas por descendentes dos incas, eles flagraram a assinatura genética do que o pesquisador Fabrício Rodrigues dos Santos, da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), chama de um “Adãozinho andino”.

A comparação com o personagem bíblico se justifica porque a assinatura genética vem do cromossomo Y, a marca genética da masculinidade em mamíferos como nós.

Todo pai lega uma versão de seu cromossomo Y aos filhos do sexo masculino. E são justamente mutações nas “letras” químicas desse cromossomo que ajudam a diferenciar linhagens de homens ligadas a grandes eventos históricos, como migrações, expansões populacionais e guerras.

Foram dados do cromossomo Y, por exemplo, que sugeriram o brutal impacto reprodutivo do conquistador mongol Gêngis Khan (1162-1227) sobre a população do mundo: nada menos que 12 milhões de homens carregariam uma variante de seu Y.

MODÉSTIA

O diminutivo empregado por Santos já mostra que o anônimo patriarca andino provavelmente não realizou um feito tão impactante.

Segundo cálculos dos pesquisadores, ele teria vivido há pouco mais de 5.000 anos. Pelo que os dados indicam até agora, ele possui descendentes espalhados por nove comunidades indígenas, oito delas nos Andes peruanos e uma na Bolívia. Em algumas populações estudadas, seus “filhos” chegam a ser perto de 70% dos homens.

O dado é importante porque até agora os geneticistas tinham sofrido para achar variantes do cromossomo Y que ajudassem a contar a história das populações da América do Sul.

As versões bem estudadas do cromossomo valem só para grandes divisões populacionais, que não dizem muita coisa sobre a origem de tribos ou civilizações.

A coisa começa a mudar no novo trabalho, cuja primeira autora é Marilza Jota, colega de Santos na UFMG. A assinatura genética que os cientistas identificaram é sutil, a troca de uma única “letra” química do DNA, um C (citosina) que virou um T (timina).

O momento em que essa linhagem se originou é, em si, sugestivo: trata-se da época imediatamente anterior ao avanço da agricultura do milho nos Andes. Os descendentes do portador do Y poderiam, em tese, ter se multiplicado graças a essa nova tecnologia agrícola.

“Quem sabe não achamos outro marcador que ajude a contar a história de ancestralidade e descendência dos incas? É disso que estamos atrás agora”, afirma Santos, para quem os dados sugerem que a meta pode ser viável.

O estudo sobre o patriarca andino será publicado numa edição futura da revista científica “American Journal of Physical Anthropology”. O trabalho integra o Projeto Genográfico, iniciativa patrocinada pela National Geographic para mapear a história humana com a ajuda dos genes de povos indígenas.



Pesquisa contesta prova criacionista sobre a origem da vida
02/04/2011, 10:28 AM
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Kachina Bridge é uma formação rochosa em forma de arco que traria inscrições de culturas pré-históricas e dinossauros

A área de Kachina Bridge, em Utah (EUA), considerada uma evidência da teoria criacionista de que a Terra foi criada em um único dia, foi submetida a uma análise de pesquisadores, que chegaram à conclusão final.

As gravuras rupestres de dinossauros não seriam dos animais pré-históricos, mas sim uma boa pintura manchada.

A Kachina Bridge é uma formação rochosa em forma de arco, com mais de 60 metros de altura, que traria inscrições de culturas pré-históricas e de representações de dinossauros.

“A mais importante implicação nesses achados é que o sítio criacionista com evidências da coexistência entre dinossauros e humanos nem mesmo existe”, comenta em entrevista ao site LiveScience o paleontólogo Phil Senter, da Universidade Estadual Fayetteville, em Carolina do Norte.

Os estudiosos analisaram quatro imagens do que parecem ser de dinossauros em várias situações: do olhar puro e simples, passando por binóculos e lentes especiais, com iluminação direta e indireta do sol e na sombra.

“O dinossauro 1, apelidado de Sinclair, realmente se parece com um dino se visto por olhos comuns. Mas um olho treinado pode frequentemente enxergar o que um não-treinado vê.”

“Até nosso estudo, esta era a melhor gravura de dinossauros e a mais difícil de ser argumentada e interpretada porque se parece muito com um dinossauro”, Senter diz. “O ‘melhor dinossauro’ agora está extinto.”

Segundo o grupo, a visão dos dinossauros são ilusões de óptica iguais aos rostos e animais que vemos nas nuvens e nas formações rochosas da Lua.

Senter e a arqueóloga Sally Cole detalham seu trabalho na edição de março do jornal “Palaentologia Electronica”.

Referências:

1. Phil Senter and Sally J. Cole “Dinosaur” petroglyphs at Kachina Bridge site, Natural Bridges National Monument, southeastern Utah: not dinosaurs after all” (Palaeontologia Electronica, March 2011, Vol. 14, Issue 1; 2A:5p;) (Em PDF)

2. “Discovery Rocks Creationists’ Claim That Humans Lived with Dinosaurs” (Live Science, 29 March 2011)

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COMENTÁRIO:

Por Daniel F. Zordan

Os especialistas fizeram testes em apenas algumas figuras, mais precisamente de dinossauros. Mas e quanto às demais figuras que não são de dinossauros? – Porque não analisaram? Não sei por que faço esse tipo de pergunta. Afinal, essa é a caracterizas dos evolucionistas – analisam apenas uma pequena parte das evidências (A que lhes interessam) e sempre chegam a conclusões precipitadas, tais como: “Dente de porco”; “Lêmure”; “Orangotango”; “chimpanzé”; “neanderthal por Von Zieten” e etc.

Porque não aproveitam e analisam as dezenas de evidências espalhadas por todo mundo que confirmam que “homem e dinossauros são contemporâneos”? Exemplo: http://www.genesispark.com/genpark/ancient/ancient.htm

Outras evidências aqui:   http://www.acambaro.gob.mx/cultura/julsrud.htm

http://www.theepochtimes.com/n2/content/view/15767/

http://www.forteantimes.com/features/articles/259/jurassic_library_the_ica_stones.html

Será que dragões existiram? http://www.genesispark.com/genpark/history/history.htm

A Bíblia também fala dos dinossauros: http://www.genesispark.com/genpark/bible/bible.htm

Conclusão: São varias as evidências que corroboram com a teoria criacionista. Sendo assim, a teoria da contemporaneidade entre homem e dinossauros permanece cativa.

The peace of God



Flor da era dos dinossauros pode ter tido papel em extinção
02/04/2011, 7:53 AM
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Pesquisadores acreditam que algumas espécies não se alimentavam de plantas com flores

Plantas encontradas na China podem ser explicação para extinção de algumas espécies de dinossauros

Observe com atenção as folhas e flores preservadas na imagem abaixo. É possível que talvez – e apenas talvez – elas tenham tido um papel indireto na extinção de grandes espécies de dinossauros.

A Leefructus mirus tem cerca de 124 milhões de anos e é um dos angiospermas mais antigos já encontrados. Isso faz com que elas sejam as “parentes” mais próximas das plantas que encontramos atualmente.

As folhas preservadas foram encontradas no nordeste da China, em um região já conhecida por seus fósseis de dinossauros. Alguns pesquisadores sugerem que a aparência das folhas com flores foi parcialmente responsável pelo desaparecimento de algumas espécies de dinossauros.

As angiospermas, plantas floridas, tinham uma vantagem evolutiva sobre as coníferas gimnospermas e outras espécies que estavam ao redor no momento. Apesar de aves, mamíferos e insetos começarem a alimentação nas plantas novas, cada um passando por um período de intensa diversificação, há poucas evidências de que os dinossáuros que não voavam consumiam este tipo de planta.

As gimnospermas, plantas sem flores, continuaram a fornecer alimentos aos dinossauroo, mas é possível que o destino de algumas espécies foi selado por não aderirem à revolução das flores.

É apenas uma hipótese, e não há unanimidade entre os pesquisadores. Mas ainda assim, é um bom assunto para ser discutido na mesa de bar.

Referências:

1. Ge Sun, David L. Dilcher, Hongshan Wang, Zhiduan Chen. “A eudicot from the Early Cretaceous of China” (Nature, 2011; 471 (7340): 625 DOI: 10.1038/nature09811)

2. “Pressed flowers from the era of the dinosaurs” (New Scientist, 30 March 2011)

3. “Fossil Is Best Look Yet at an Ancestor of Buttercups” (Science Daily, 31 March 2011)

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COMENTÁRIO:

Por Daniel F. Zordan

Devido à obrigatoriedade de visita às flores e a grande diversidade de espécies, as abelhas são consideradas os principais polinizadores das Angiospermas. A relação próxima entre abelhas e plantas resultou em muitas adaptações comportamentais ou morfológicas para a liberação e aquisição dos polens das flores. Em alguns casos, o pólen é transportado pelo vento.

As abelhas são um dos insetos polinizadores mais importantes, já que visitam muitas flores. Quando pousam sobre uma flor, seu corpo fica coberto de pólen e, ao visitar a flor seguinte, parte do pólen se desprende, polinizando a planta. Como não havia abelhas naquele período os cientistas acreditam que moscas, besouros ou mariposas (extintas) possam ter feita polinização das plantas (Apenas suposições!).

Darwin chamou a origem das plantas com flores de “um mistério abominável. Elas aparecem no registro fóssil abundante e variada, criando um problema para sua teoria de mudança lenta e gradual (Gradualismo). Com essa nova descoberta os pesquisadores pretende explicar essa contradição. A descoberta empurra o surgimento das plantas com flores para 127 milhões de anos atrás, durante o período Cretáceo. São milhões de anos antes do que se pensava anteriormente.

A datação foi baseada através das rochas em torno do fóssil e os métodos utilizados foram Argon 40/39 e UrânioChumbo.

O problema com as datações radiométricas é que: Não têm como afirmar que o decaimento dos isótopos radioativos foi sempre constante – Não tem como afirmar que nunca houve contaminação – Não tem como afirmar quais eram as condições iniciais.

É possível saber qual é o decaimento radioativo hoje, mas não é possível saber se sempre foi constante (igual) ou se teve variações, bem como, quais eram as condições inicias (quantidade).

Descobertas indicam que as taxas de decaimento radioativo podem ter sido aceleradas no passado não observável (http://www.logosresearchassociates.org/Documents/Baumgardner/Helium-Diffusion-Rates-Support-Accelerated-Nuclear-Decay.pdf).

The peace of God



Pedra maia não anuncia fim do mundo em dezembro de 2012
02/04/2011, 7:00 AM
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Data de 23 de dezembro de 2012 incrustada em pedra (foto) se refere ao início de uma era, e não ao fim do mundo

A pedra do calendário maia, interpretada erroneamente como um anúncio do fim do mundo marcado para dezembro de 2012, foi apresentada na Tabasco, no México, nesta semana.

Formada de pedra calcária e esculpida com martelo e cinzel, a peça está incompleta.

“Em nenhum de seus lados diz que em 2012 o mundo vai acabar”, enfatizou José Luis Romero, subdiretor do Instituto Nacional de Antropologia e História.

Há uma inscrição com data de 23 de dezembro de 2012, o que provocou rumores de que os maias teriam previsto o fim do mundo para este dia. Até uma produção hollywoodiana, “2012”, foi lançada apresentando esse cenário de Apocalipse.

“No pouco que se pode ler, os maias se referem à chegada de um senhor dos céus, coincidindo com o encerramento de um ciclo numérico”, explicou Romero.

A data gravada em pedra se refere, na verdade, ao Bactum 13, que significa o início de uma nova era, insistiu Romero.