Creation Science News


Escavação no Amapá revela estilo de urna conservado apenas no exterior
25/06/2011, 4:07 AM
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Material foi encontrado por pesquisadores do IEPA na periferia de Macapá. Escavações no começo do século 20 retiraram peças arqueológicas do país.

Urnas são expostas no Amapá. A maior delas representa um homem e continha ossos de um humano do mesmo sexo. (Foto: João Saldanha / arquivo pessoal)

Um estudo realizado em sítio arqueológico no Amapá revelou urnas funerárias que só eram conhecidas pelos pesquisadores por meio de peças expostas em museus na Europa. Coordenadas pelos arqueólogos João Saldanha e Mariana Cabral, do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (IEPA), as escavações desvendaram quatro urnas funerárias, uma delas com formas humanas, além de esqueletos de adultos e de uma criança.

Todo o material é de 1000 anos atrás, época tida pelos especialistas como o início do florescimento cultural na região amazônica. “A maior parte dos sítios, com grandes estruturas e materiais mais vistosos, é exatamente desta época”, afirma Saldanha, em entrevista ao G1. A descoberta aconteceu em um sítio arqueológico na periferia de Macapá, capital do estado.

Crânio é visto em detalhe dentro de vestígio arqueológico encontrado no Amapá por pesquisadores do IEPA. Achados têm 1.000 anos de idade, afirmam os especialistas. (Foto: João Saldanha / arquivo pessoal)

As urnas têm entre 30 a 60 centímetros de altura e continham ossos humanos. A menor delas abrigava os restos de uma criança. Já a maior, com formas humanas, foi a estrutura que mais chamou a atenção dos especialistas.

Os pesquisadores normalmente procuram por vestígios funerários e outros indícios de ocupação humana como a terra preta arqueológica. “É um tipo de solo extremamente fértil, encontrado na Amazônia, manipulado pelos índios intencionalmente para recuperar um solo que é notoriamente pobre para a agricultura”, explica o arqueólogo.

No caso das urnas, a utilidade é a de preservar o corpo como forma de perpetuar os índios depois da morte. “Assim como existiam as múmias e os sarcófagos no Egito Antigo, aqui na Amazônia nós encontramos essas urnas antropomorfas [com formas humanas]. É uma forma de perpetuar o corpo depois do falecimento do indivíduo”, diz Saldanha.

A equipe não sabe afirmar como ocorreu o descarne – a retirada dos tecidos moles dos ossos -, mas possuem duas teorias. “Há vários relatos etnográficos que apontam o enterramento primário, ou seja, os índios soterravam o corpo, esperavam a carne apodrecer e depois recuperavam os ossos”, diz o pesquisador. “Há ainda casos nos quais os índios colocavam o corpo em uma plataforma, a carne saía nessas plataformas e eles conduziam os ossos às urnas.”

Local onde foram achadas urnas funerárias na periferia de Macapá. (Foto: João Saldanha / arquivo pessoal)

Conhecer no exterior
Indícios das presenças de culturas típicas na região como a marajoara, a maracá e a aristé, os vestígios de povos indígenas foram explorados no começo do século por escavações amadoras. O material era levado no começo do século 20 para acervos na Europa, durante uma época na qual não havia uma legislação específica para a conservação do patrimônio e da propriedade arqueológicas.

“A gente não conhecia bem este estilo de urna. Somente após essa escavação é que nós encontramos este tipo de cerâmica, que nós conhecíamos pelas exposições no exterior, a toda uma estrutura usada pelos índios daqui”, lembra o pesquisador.

No começo do século passado, escavações amadoras levavam peças arqueológicas de culturas amazônicas para apreciadores em mercados no exterior. “A legislação de propriedade e patrimônio é de 1961. Mas ainda temos esse problema”, afirma o pesquisador.

“Hoje em dia ainda há escavações clandestinas. Existe um mercado negro de peças que nós ficamos sabendo, apesar de não ver. Depois de um tempo, peças raras vão parar em museus na Europa ou em coleções particulares.”

Fonte: G1



Funai identifica novo povo isolado em terra indígena no Amazonas
25/06/2011, 3:55 AM
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Estima-se que haja 200 pessoas vivendo no local, no sudoeste do estado. Exploração da floresta ameaça grupos sem contato com mundo exterior.

Indígenas isolados cultivam banana e milho. (Foto: Funai/Divulgação)

Um novo grupo de índios isolados – ou seja, sem contato com o “homem branco” – foi identificado pela Funai na Terra Indígena Vale do Javari, no sudoeste do Amazonas.

Em sobrevoo, foram avistadas três clareiras com quatro grandes malocas. As clareiras já haviam sido localizadas por satélite anteriormente, mas a existência do povo desconhecido só se confirmou na expedição, realizada em abril.

Estima-se que haja 200 pessoas vivendo no local, segundo comunicado da fundação responsável por zelar pelos indígenas no Brasil divulgado nesta segunda (20).

De acordo com a Funai, a roça que há no local, bem como as malocas, são novas – datam de, no máximo, um ano. O estado da palha usada na construção e a plantação de milho indicam isso. Além do milho, há banana e uma vegetação rasteira que parece ser amendoim, entre outras culturas. As observações preliminares da Funai indicam que o grupo pode pertencer à família linguística pano, que se estende pela Amazônia brasileira, peruana e boliviana.

Malocas avistadas em sobrevoo confirmaram existência de povo indígena. (Foto: Funai/Divulgação)

Ameaças ambientais
A Terra Indígena Vale do Javari é considerada a maior concentração de grupos isolados no mundo, de acordo com a Funai. Entre as principais ameaças a esses grupos estão a pesca ilegal, a caça, a exploração madeireira, o garimpo, atividades agropastoris com grandes desmatamentos, ações missionárias e problemas fronteiriços, como o narcotráfico.

A Funai reconhece a existência de 14 grupos de isolados no Vale do Javari. Esse levantamento, contudo, está em reformulação, e o número pode aumentar. Atualmente há oito grupos de índios isolados identificados concretamente por sobrevoo ou por expedições terrestres.

Entre 2006 e 2010, foram localizados mais de 90 indícios da ocupação territorial desses grupos, como roças e malocas. Por isso, acredita-se que haja uma população de aproximadamente 2 mil pessoas na Terra Indígena do Vale do Javari.

Sem contato
Ao contrário do que ocorreu ao longo de toda a história brasileira, desde 1987 a Funai decidiu não fazer mais contato com tribos que ainda estavam isoladas.  Chegou-se à conclusão de que o contato sempre foi prejudicial e que se eles sabem onde está o “branco” e os outros índios e não os procuram, é porque não querem se aproximar. Desde então, muitas tribos passaram a viver, sem saber, dentro de reservas indígenas.

Fonte: G1 Natureza

 



Estudo sugere que proteína no olho humano age como ‘bússola’
24/06/2011, 8:17 PM
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Um estudo realizado por cientistas nos Estados Unidos sugere que uma proteína presente no olho humano pode atuar como uma “bússola”, ajudando as pessoas a se orientarem em relação ao campo magnético da Terra.

No experimento, os estudiosos da Universidade de Massachusetts retiraram de moscas da espécie Drosophila melanogaster proteínas chamadas criptocromos, que cientistas já haviam associado à sensibilidade que a mosca e outros animais, como aves migratórias, têm ao campo magnético terrestre.

Sem as proteínas, as moscas não manifestam a habilidade de navegação com base no campo magnético. Mas quando elas receberam as proteínas retiradas do olho humano, voltaram a ter essa capacidade.

A pesquisa, liderada pelo cientista Steven Reppert e divulgada na publicação científica Nature Communications, reacende a discussão sobre se os humanos, assim como moscas e aves migratórias, também são sensíveis ao campo magnético da Terra no que se refere à orientação.

A proteína extraída de humanos cumpre a mesma função da criptocromo presente nas moscas

Bússola humana

As proteínas criptocromo estão presentes, em uma de suas duas variedades principais (criptocromo-1, a produzida pela Drosophila melanogaster, e criptocromo-2, encontrada nos humanos), em cada animal do planeta. Elas teriam ligação, por exemplo, com o chamado “relógio biológico” dos humanos e de outros animais.

Também já era conhecida a faculdade da proteína de regular a orientação de animais, como borboletas e aves migratórias. A grande descoberta desta pesquisa é que essa proteína presente nos humanos cumpriu a mesma função quando transplantada nas moscas.

Nos anos 1980, um estudo do cientista Robin Baker, da Universidade de Manchester, na Inglaterra, concluiu por meio de experimentos com milhares de voluntários que os humanos são, sim, sensíveis ao campo magnético da Terra.

O mecanismo que define essa sensibilidade e permite a orientação nunca foi, no entanto, descoberto. Nos anos seguintes, outros pesquisadores repetiram os experimentos, mas chegaram a conclusões contraditórias.

Ainda que já se saiba que a proteína criptocromo está por trás do senso de orientação em animais, ainda não se conhece o seu mecanismo exato de funcionamento.

Segundo Steven Reppert, a dificuldade maior em provar que os seres humanos também têm sensibilidade aos campos magnéticos do planeta é que nós não nos darmos conta se isso acontece ou não.

“Eu ficaria muito surpreso se não tivermos esse sentido (sensibilidade ao campos magnéticos da Terra)”, diz o cientista. “Ele ocorre em vários outros animais. Acho que a questão é mostrar como usamos isso.”

Fonte: BBC Brasil

Referência:

1. Lauren E. Foley, Robert J. Gegear & Steven M. Reppert “Human cryptochrome exhibits light-dependent magnetosensitivity” (Nature Communications, 21 June 2011, Article number: 356,  doi: 10.1038/ncomms1364)

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COMENTÁRIO NOSSO:

Por Daniel F. Zordan

O olho é uma das estruturas que há séculos intrigam muitos cientistas. Evolucionistas tentam dar uma explicação, respostas para algumas perguntas que não querem calar: Onde, quando e como surgiu e evoluiu essa imensa complexidade, o olho?

Além da própria origem, temos que olhar para sua complexidade: Um sistema perfeito e inter-relacionado de cerca de 40 subsistemas individuais, incluindo a retina, a pupila, a íris, a córnea, o cristalino e o nervo óptico.

A retina tem cerca de 137 milhões de células especiais que respondem à luz e enviam mensagens para o cérebro. Cerca de 130 milhões destas células se parecem com varas e lidam com a visão preta e branca. As outras sete milhões têm o formato de um cone e nos permitem ver em cores.

Se todos os subsistemas separados não estão presentes e executando suas funções perfeitamente ao mesmo instante, o olho não funcionará e não tem nenhuma finalidade. Logicamente, seria impossível que processos aleatórios, operando através de mecanismos graduais de seleção natural e mutação genética, criassem 40 subsistemas separados quando esses não apresentam nenhuma vantagem para o conjunto até o seu último estado de desenvolvimento e inter-relação.

“Como a lente, retina, nervo óptico e todas as outras partes nos vertebrados que desempenham um papel na visão de repente passaram a existir? Porque a seleção natural não pode escolher separadamente entre o nervo visual e a retina. O surgimento do cristalino não tem nenhum significado na ausência de uma retina. O desenvolvimento simultâneo de todas as estruturas da visão é inevitável. Uma vez que as partes que se desenvolvem separadamente não pode ser usadas, ambas são inúteis e talvez também desapareçam com o tempo. Ao mesmo tempo, o seu desenvolvimento em conjunto requer a união de probabilidades inimaginavelmente pequenas.” Dr. Ali Demirsoy, Inheritance and Evolution, Meteksan Publications, Ankara, 475.

Estes elementos constituem o núcleo da “complexidade irredutível”. Órgãos complexos compostos de subsistemas separados (mas necessários) não pode ser o resultado do acaso. Ou, usando a linguagem acima, esse desenvolvimento só poderia ser o resultado de “probabilidades inimaginavelmente pequenas”.

O naturalista/evolucionista, Charles Darwin, afirmava que um caminho evolutivo vai do mais simples ponto sensível à luz ao sofisticado olho-câmera do homem. Como a visão começou, no entanto, continuou sem resposta. Darwin afirmava que o olho moderno era resultado de uma evolução lenta, aos poucos, a partir de estruturas mais simples. Darwin, conhecia espantosa complexidade que se compõe um olho.

“Supor que o olho, com toda a sua capacidade de ajustar o foco para diferentes distâncias, de se ajustar a diferentes quantidades de luz e de corrigir a aberração esférica e cromática, poderia ter se formado por seleção natural parece, eu confesso livremente, absurdo no mais alto grau possível.”

Apesar dessas afirmações ele seguiu em frente com sua teoria. Darwin explicou o processo que levou o olho chegar a essa extrema complexidade, mas não conseguiu explicar de onde veio esse ponto de partida, ou seja, o ponto relativamente simples sensível á luz. Darwin encerrou a questão da origem do olho dizendo:

“O modo como um nervo se torna sensível à luz pouco mais nos interessa do que a questão de como surgiu à própria vida.”.

Ao contrário da noção popular a paleontologia tem revelado grandes surpresas nos fósseis primitivos. As “criaturas simples”, do período cambriano com idades de 500 milhões de anos, já possuíam olhos muito complexos. O simples trilobita possui olhos, completo com um sistema de lentes duplas, que é considerado um milagre ótico pelos padrões de hoje.

O Evolucionista David M. Raup, paleontologo da universidade de Chicago disse: “The trilobites used an optimal design which would require a well-trained and imaginative optical engineer to develop today” [“Os trilobitas utilizaram um design ótico ótimo. Para se desenvolver igual hoje em dia, seria necessário um engenheiro ótico bem treinado e criativo.”] Raup, David (1979), “Conflicts Between Darwin and Paleontology,” Bulletin, Field Museum of Natural History, January.

Ian Taylor disse: “If Darwin turned cold at the thought of the human eye at the end of the evolutionary cycle, what, one wonders, would he have thought of the trilobite eye near the beginning ?”  [Se Darwin “gelou” ao pensar no olho humano no fim do ciclo evolutivo, imagina o que ele teria pensado sobre o olho do trilobita, próximo do começo [do ciclo evolutivo]?] Taylor, Ian (1992), In the Minds of Men: Darwin and the New World Order (Minneapolis, MN: TFE Publishing).

Lisa Shawyer disse: “Trilobites had “the most sophisticated eye lenses ever produced by nature.” [“Os olhos dos trilobitas tinham as lentes mais sofisticadas já produzidas pela natureza.”] Shawyer, Lisa J. (1974), “Trilobite Eyes: An Impressive Feat of Early Evolution,” Science News, 105:72, February 2.

The peace of God



Asas de morcegos inspiram projetos para aviões
24/06/2011, 5:59 PM
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Aviões que voam como morcegos estão mais perto de tornar-se realidade

Cientistas americanos chegaram à conclusão que os pelos dispersos que estes mamíferos voadores têm nas asas funcionam como sensores informando-os sobre os fluxos de ar, o que lhes permite adequar o voo de acordo com as suas características. O próximo passo é criar sensores sintéticos equivalentes que possam ser utilizados em aviões.

Um conjunto de investigadores americanos publicou recentemente na revista Proceedings of the National Academy of Sciences um estudo que se apresenta como uma importante contribuição para aproximar o Homem da sua “velha” pretensão de construir aviões que voem como morcegos, mestres da arte de voar.

A equipa de biólogos das Universidades de Marylande de Ohio conseguiu, através de um conjunto de experiências realizadas em laboratório compreender qual a função dos pelos dispersos que os morcegos têm nas asas, que são invulgares porque estão ligados a receptores sensoriais, e que se suspeitava que pudessem ser importantes para o voo.

Os resultados de Susanne Sterbing-D’Angelo e colegas revelaram que os pelos em questão funcionam como sensores dos fluxos de ar, permitindo-lhes adequar os padrões de voo de acordo com as suas características, com a sua remoção a impedir os animais de alterar rapidamente a direção e a torná-los mais lentos.

Compreender como funcionam estes pelos é o primeiro passo para criar, recorrendo à engenharia, sensores artificiais equivalentes que melhorem as faculdades de voo dos aviões.

As experiências deste estudo foram realizadas com duas espécies: Epesicus fuscus e Carollia perspicillata.

Fonte: Naturlink

Referências:

1. Susanne Sterbing-D’Angelo, Mohit Chadha, Chen Chiu, Ben Falk, Wei Xian, Janna Barcelo, John M. Zook and Cynthia F. Moss “Bat wing sensors support flight control” (PNAS – Proceedings of the National Academy of Sciences, May 25, 2011, DOI: 10.1073/pnas.1018740108)   (Em PDF)

2. “Wing Hairs Turn Bats Into Aerial Aces” (ScienceNOW, 20 June 2011)

3. “Wing hairs help to keep bats in the air” (Nature, 20 June 2011, doi: 10.1038/news.2011.376)

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COMENTÁRIO NOSSO:

Por Daniel F. Zordan

O melhor da nossa engenharia esta procurando tecnologias “designer” na natureza para poder criar, projetar, aperfeiçoar: aviões, helicópteros, navios, carros etc.

De acordo com os pesquisadores, desenvolver sensores artificiais que imitam estes sensores em morcegos, poderia melhorar a qualidade de voo nos aviões.

O mais incrível é o que afirmam os naturalistas;

Morcegos: resultado de milhões de anos + mutações + seleção natural + “ACASO”;

Aviões: resultado de estudos + projetos + testes + “mente inteligente”.

O morcego que é muito mais complexo que o próprio ônibus espacial é afirmado ser obra do “ACASO”. E o avião que teve toda sua inspiração nas aves, e que não chega nem aos pés do voo das mesmas, é dita ser obra de uma mente inteligente.

Como olhar para algo muito mais complexo (morcego) e dizer que é apenas “OBRA DO ACASO” e não de uma mente inteligente? –  O morcego foi projetado por DEUS! – Ele é o autor da complexidade, beleza, harmonia que presenciamos na natureza.

“Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos.” Salmo 19:1

The peace of God



Evolução humana é mais lenta do que se pensava, afirmam cientistas
14/06/2011, 12:23 AM
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Mutações genéticas são menos frequentes do que se pensava.
Conclusão foi feita em estudo da Universidade de Montreal, no Canadá.

[Entre colchetes comentários de Daniel F. Zordan] Os seres humanos podem estar evoluindo um terço mais lentamente do que se pensava, revelou um estudo sobre mudanças genéticas feito com duas gerações de famílias. [Isso não é novidade para os Criacionistas. Concordo que os seres humanos podem estar evoluindo (micro-evolução) lentamente. Mas discordo quanto à macro-evolução.] 

O código genético é feito por seis bilhões de nucleotídeos ou blocos de construção de DNA – metade deles é herdada do pai e a outra metade, da mãe. Até agora, a teoria convencional entre os cientistas era de que os pais contribuíam, cada um, com 100 a 200 mudanças nestes nucleotídeos.

Mas o novo estudo aponta para a ocorrência de muito menos mudanças. Cada pai contribuiria com 30, em média. [Já caiu para 1/3. Não falta muito para chegar a quase “zero” de mudança. Eu disse “quase”! – pois acredito que poucas mudanças (micro-evolução) ocorreram ao longo desses milhares de anos.] 

“A princípio, a evolução acontece um terço mais lentamente do que se pensava anteriormente”, disse Philip Awadalla, da Universidade de Montreal, que conduziu o estudo realizado pelo projeto Cartagene, da Universidade de Montreal, no Canadá.

A descoberta se deu a partir de uma análise detalhada dos genomas de duas famílias, cada uma composta de mãe, pai e filhos.

O estudo abre novas perspectivas na área, apesar de o tamanho de sua amostra ser muito pequeno. Se confirmado em maior escala, repercutirá na cronologia evolutiva e mudará a forma como calculamos o número de gerações que separam o Homo sapiens de um antepassado primata, ancestral comum dos símios. [Muitos erros e fraudes já foram descobertos. E, no entanto, nada mudou. Será que dessa vez mudará?]

Os nucletídeos são representados nessa ilustração como cada uma das "bolinhas" na dupla hélice do DNA. (foto: G1)

O estudo também mudará o pensamento sobre se as mudanças de DNA são mais propensas de serem transmitidas pelo pai ou pela mãe.

A ideia geral é que as alterações de DNA – conhecidas em termos científicos como mutações – são mais provavelmente transmitidas pelo homem. Isto porque as mutações acontecem durante a divisão celular ou replicação de DNA, e portanto são muito mais possíveis de ocorrer no esperma, que contém milhões de espermatozoides, do que nos óvulos.

Em uma das famílias, 92% das mudanças derivaram do pai. Mas, na outra família, apenas 36% das mutações vieram do lado paterno. “A taxa de mutação é extremamente variável de indivíduo para indivíduo ou algumas pessoas têm mecanismos que reduzem a probabilidade de mutações”, concluiu Awadalla.

Esta variabilidade poderia levar a reconsiderar a previsão de riscos de doenças hereditárias, causadas por genes defeituosos, transmitidos por um ou ambos os pais. Segundo os cientistas, alguns indivíduos podem ter uma doença genética mal diagnosticada se tiverem uma taxa de mutação natural maior do que a taxa de referência.

Fonte: G1

1. Donald F Conrad, Jonathan E M Keebler, Mark A DePristo, Sarah J Lindsay, Yujun Zhang, Ferran Casals, Youssef Idaghdour, Chris L Hartl, Carlos Torroja, Kiran V Garimella, Martine Zilversmit, Reed Cartwright, Guy A Rouleau, Mark Daly, Eric A Stone, Matthew E Hurles, Philip Awadalla. “Variation in genome-wide mutation rates within and between human families” (Nature Genetics, 2011; DOI: 10.1038/ng.862)



Grupo muçulmano inicia campanha “Jesus: um profeta do Islã”
12/06/2011, 2:38 AM
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A campanha publicitária idealizada pelo grupo islâmico MyPeace [Minha Paz], tem como objetivo “incentivar as relações pacíficas entre cristãos e muçulmanos”.

No entanto, cristãos australianos não gostaram da polêmica campanha e exigiram que os outdoors fossem removidos, classificando-os como uma “provocação” e “ofensivo ao cristianismo”.
O bispo católico Julian Poreous, da Arquidiocese de Sydney, esclareceu que para os cristãos, Jesus foi “mais que um profeta”. ”Ele é o Filho de Deus. Ele é o Senhor e Salvador da humanidade.”, afirmou.

O grupo MyPeace alegou que não há ofensa alguma na campanha, pois estão simplesmente tentando mostrar que o Islã também segue os ensinamentos de Jesus. Ao incentivar a identificação de pontos em comum entre os dois grupos religiosos, a organização espera que haja mais comunicação inter-religiosa.

O bispo Poreuos também lamentou que tal campanha tem o potencial de prejudicar as relações entre a Igreja cristã e a comunidade muçulmana.

“É importante que as religiões não tenham como objectivo contrariar as pessoas com crenças diferentes. Isso poria em risco a harmonia social que temos na Austrália. O diálogo entre as religiões só pode ocorrer quando está baseado no respeito mútuo. Não fomentada por declarações provocativas”, disse ele.

Recentemente, Diaa Mohamed, um porta-voz da MyPeace, relatou a um dos principais grupos de mídia da Austrália que a campanha tinha recebido um “feedback extremamente positivo de cristãos, ateus e muçulmanos australianos.”

O MyPeace disse ainda que decidiu prorrogar a campanha e em breve pagará por outros outdoors e propagandas em ônibus com frases igualmente controversas, como “O Sagrado Alcorão: o testamento final,” “Islã: Você tem perguntas? Nós temos as respostas” e “Maomé: Misericórdia para a humanidade”

Fonte: Gospel Prime



Dr. Rodrigo P. Silva – A ressurreição de Jesus Cristo
12/06/2011, 2:13 AM
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PARTE I

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PARTE II

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PARTE III

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Fonte: