Creation Science News


Restos arqueológicos encontrados em Israel podem ser da cidade do Rei Davi
30/07/2011, 7:04 PM
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Até o momento não havia provas concretas de que a cidade realmente existiu

Uma recente descoberta arqueológica em Khirbet Qeiyafa, no vale de Elah, a aproximadamente 30 quilômetros de Jerusalém, pode comprovar a existência do Reino de Judá descrito na Bíblia como poderoso Reino de Davi no século 10 a.C, segundo reinado de Israel, e que se estendia do Egito até o rio Eufrates.

Até o momento não havia nenhuma evidência e que realmente o reino havia existido, mas essa escavação mostrou que uma população judaica viveu naquela região há 3 mil anos aproximadamente.

De acordo com um dos diretores da escavação, o professor Yossef Garfinkel, da Universidade Hebraica de Jerusalém, as provas encontradas no local incluem um fragmento de cerâmica com uma inscrição que se acredita ser uma forma primitiva do hebraico e caroços de oliveiras. “As construções e as muralhas da cidade são adjacentes umas das outras; este era um conceito típico de urbanização judaica daquela época”, explica Garfinkel.

Outra prova de que ali existia uma população judaica é a ossada de animais encontrada no lugar. “Milhares de ossos de ovelhas, bovinos e caprinos, mas nenhum de porco. Nas cidades cananitas e dos filisteus, normalmente 20% dos ossos encontrados são de porcos”, argumenta o especialista. Segundo as leis de alimentação judaicas, o consumo da carne de porco é proibido, por isso, não teriam razão para criar esse animal.

Garfinkel defende que mesmo que esse não seja o grande império da Bíblia, a sua existência é significativa. “O que as pessoas queriam dizer é que o Reino de Judá não existia”, disse ele. “O que estou dizendo é que ele existiu. Seria pequeno e não tão glorioso como a Bíblia apresenta. Mas isso não significa que não existiu”, conclui.

Até agora apenas 10% do local foi escavado, espera-se que no decorrer das pesquisas outras descobertas sejam feitas.

Fonte: Gospel Prime



Archaeopteryx era apenas um pequeno dinossauro, não pássaro
30/07/2011, 6:56 PM
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Primeiro ancestral dos pássaros pode perder seu posto

A partir de fóssil encontrado na China, pesquisadores defendem que ‘Archaeopteryx’ seria na verdade um pequeno dinossauro com penas

Ilustração mostra como seria o ancestral dos pássaros (Foto: Xing Lida and Liu Yi )

Durante 150 anos, o Archaeopteryx foi considerado o mais antigo ancestral das aves conhecido. Agora, um estudo mostra que, na realidade, o animal pode ter sido apenas um dinossauro com aspecto de pássaro. A conclusão parte da descoberta de um novo fóssil na China, com cerca de 155 milhões, cinco milhões a mais do que o exemplar do Archaeopteryx encontrado na Baviera em 1861 – com penas e formato de pássaro.

Há tempos, cientistas alimentam a ideia de que o Archaeopteryx poderia pertencer a outro lugar na árvore filogenética, que traça o grau de parentesco entre espécies. Sendo o mais antigo exemplar com penas e forma de pássaro, estava na base do ramo das aves primitivas, que culmina com os pássaros atuais. Contudo, muitas das características a ele atribuídas (penas, esporão e garras com três dedos, por exemplo) também podiam ser observadas em outros dinossauros terrestres.

O posto do Archaeopteryx como ancestral das aves começou a ser seriamente questionado quando o paleontólogo Xing Xu se interessou por um fóssil de dinossauro descoberto em escavações na província de Liaoning, na China. O exemplar foi reconhecido como uma nova espécie e batizado de Xiaotingia zhengi. Embora semelhante ao Archaeopteryx, sua morfologia o vincula de forma mais próxima a um ramo paralelo de dinossauros com penas, conhecido como Deinonicossauros.

Dessa forma, o Archaeopteryx foi parar na base de um ramo paralelo de Deinonicossauros. “Em outras palavras, o Archaeopteryx deixou de ser um pássaro”, resumiu o biólogo americano Lawrence Witmer, em um comentário anexo ao artigo publicado na revista Nature.

Embora o professor Xing se mantenha prudente e destaque que atualmente dispõe de poucos dados para apoiar sua nova “hipótese filogenética”, o resultado sustenta presunções surgidas nos últimos anos. “Talvez, chegue a hora de aceitar a ideia de que o Archaeopteryx era apenas um pequeno dinossauro carnívoro com penas como outros, que passeava durante o período Jurássico”, entre 145 milhões e 200 milhões de anos atrás, estimou Witmer.

O primeiro espécime de Archaeopteryx foi descoberto menos de dois anos depois de Charles Darwin publicar o livro A Origem das Espécies. Exibindo características atribuídas a répteis e aves, o dinossauro ilustrou por muito tempo a evolução, influenciando a maneira de trabalhar dos cientistas, destacou o biólogo. “Centenas de publicações se baseiam no Archaeopteryx para formular e avaliar hipóteses sobre as aves”, ressaltou Witmer.

Fonte: Veja

1. Xing Xu, Hailu You, Kai Du & Fenglu Han “An Archaeopteryx-like theropod from China and the origin of Avialae” (Nature, Volume: 475, Pages: 465–470, 28 July 2011, DOI:10.1038/nature10288)



Supremacia numérica dos humanos acelerou fim de neandertais
30/07/2011, 6:37 PM
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Crânio reconstruído de neanderthal (à frente) e de um homem moderno (atrás); estudo indica supremacia dos segundos

O aumento populacional dos homens modernos pode ter sido um dos principais motivos que levou ao desaparecimento dos neandertais, afirma um novo estudo publicado nesta sexta-feira na revista “Science”.

Segunda a estimativa dos dois autores da pesquisa, para cada neandertal havia até dez homens modernos.

O resultado dessa proporção numérica é que os segundos levavam vantagem, por exemplo, na disputa de comida ou de abrigo cerca de 40 mil anos atrás. Colaborou ainda para isso o fato de os homens modernos terem sido um grupo social bem mais organizado.

Os pesquisadores Paul Mellars e Jennifer French, da Universidade de Cambridge (Reino Unido), afirmam que os humanos eram também mais evoluídos.

Eles teriam melhores instrumentos para caçar e conheciam formas mais avançadas para estocar alimentos durante o inverno, entre outras habilidades.

As análises se deram em uma região ao sudeste da França, onde evidências de ferramentas e restos de animais sugerem que os homens modernos eram muito maiores em número do que os neandertais.

O trabalho da dupla, porém, recebeu críticas por parte de especialistas, que dizem que a abordagem já consta em pesquisas anteriores.

O professor Joao Zilhao, da Universidade de Barceloa (Espanha), argumentou que os métodos usados no estudo estavam ultrapassados. Ele acrescentou também que evidências genéticas e paleontológicas já mostraram que houve assimilação e não substituição dos neandertais.

Fonte: Folha on line

Referência:

1. Paul Mellars e Jennifer C. French “Tenfold Population Increase in Western Europe at the Neandertal–to–Modern Human Transition” (Science, 29 July 2011, Vol. 333 nº 6042 pp. 623-627, DOI: 10.1126/science.1206930)



Arqueólogos afirmam ter descoberto túmulo do apóstolo Filipe
30/07/2011, 6:18 PM
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Anfiteatro de Hierápolis, do período romano.

Uma equipe de arqueólogos dirigida pelo italiano Francesco d’Andria afirmou ter encontrado na cidade turca de Pamukkale, antiga Hierápolis (oeste), o túmulo de são Filipe, um dos doze apóstolos de Jesus. A informação é da agência de notícias Anatólia.

“Tentamos encontrar há anos o túmulo de Filipe. Finalmente o encontramos entre os escombros de uma igreja que escavamos há cerca de um mês”, explicou o arqueólogo, acrescentando que a tumba ainda não foi aberta.

“Um dia será aberta, sem dúvida. Esta descoberta é de grande importância para a arqueologia e o mundo cristão”, afirmou.

Originário da Galileia, atual Israel, Filipe foi um dos discípulos de Cristo. Teria viajado para evangelizar as regiões da Ásia Menor e foi crucificado pelos romanos em Hierápolis, na Frígia.

A atual Pamukkale é um local turístico conhecido por suas águas termais, suas rochas sedimentares e sua pedra calcárea branca, de onde vem o nome da cidade, que significa em turco “castelo de algodão”.

Fonte: Folha on line



Antártida já foi paraíso tropical, diz cientista
30/07/2011, 5:52 PM
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[Entre colchetes: Comentários de Daniel F. Zordan]

Uma pesquisadora britânica afirmou que a Antártida era um paraíso tropical há cerca de 40 milhões de anos. [Isso aconteceu provavelmente antes do grande dilúvio Bíblico há 5 mil anos atrás]

Segundo Jane Francis, do Colégio de Meio Ambiente da Universidade de Leeds, o continente gelado, que hoje apresenta uma camada de quatro quilômetros de gelo, passou a maior parte dos últimos cem milhões de anos como uma região de clima quente e fauna rica. [“Cem milhões de anos” – segundo a cronologia evolucionista / naturalista.]

“Era assim há cerca de 40 milhões de anos. Durante a maior parte da história geológica da Antártida a região estava coberta por bosques e desertos, um lugar que tinha um clima quente”, disse Francis à BBC Mundo. [Não há duvidas de que a Antártida já foi uma região de clima quente, de uma fauna rica e coberta por bosques. A Bíblia sagrada, em Gênesis, nos mostra em detalhes que toda a terra era assim antes do dilúvio.]

“Muitos animais, incluindo dinossauros, viviam na região. Foi no passado geológico recente que o clima esfriou”, acrescentou. [Walter Brown em seu livro “In the Beginning: Compelling Evidence for Creation and the Flood” descreve em detalhes o periodo pré-diluviano]

A cientista afirma ainda que provavelmente, o clima mais ameno no passado da Antártida “foi causado por elevados índices de dióxido de carbono na atmosfera”.

“Se continuarmos emitindo grandes quantidades de dióxido de carbono, esquentando o planeta, poderíamos chegar à mesma situação em que voltariam a aparecer animais e bosques na Antártida”, acrescentou a cientista.

Derretimento

De acordo com cientistas, há 50 milhões de anos havia mais de mil partes por milhão (ppm) de dióxido de carbono na atmosfera, o que esquentou o planeta a ponto de derreter todas as camadas de gelo.

Nos últimos anos a quantidade de dióxido de carbono na atmosfera apresentou um aumento, passou de 280 ppm registradas na era pré-industrial para 390 ppm no presente, o que aumentou em um grau as temperaturas globais.

Os especialistas afirmam que, continuando com este ritmo de crescimento, de cerca de 2 ppm por ano, será necessário muito tempo para que se chegue aos mil ppm. Mas, o problema, segundo os especialistas, é que, quando chegarmos aos 500 ppm já começaremos a observar o derretimento de uma grande parte das calotas de gelo.

“A diferença é que, no passado, o aquecimento ocorreu devido a causas naturais como vulcões. E ocorreu em um período muito grande de tempo, os animais e plantas tiveram tempo de se adaptar”, disse Jane Francis à BBC.

“Mas o problema com a mudança climática atual, que está sendo provocada principalmente por fatores humanos, é que está ocorrendo muito depressa, em comparação a como poderia ocorrer em um período geológico normal, por isso não vamos ter muitas oportunidades para nos adaptar”, afirmou.

Jane Francis, do Colégio de Meio Ambiente da Universidade de Leeds

Urgência

A cientista da Universidade de Leeds afirma que os governos de todo o mundo estão trabalhando para reduzir as emissões de dióxido de carbono, mas destaca que os esforços precisam ser maiores.

Alguns céticos afirmam que agora é tarde para evitar o aquecimento global e que devíamos nos concentrar mais na adaptação para as novas condições climáticas.

Mas, para Jane Francis, esta é uma postura muito pessimista. A cientista afirma que deveríamos nos concentrar em fazer mais para evitar o aquecimento global e mais rapidamente.

Fonte: BBC Brasil

 



Fósseis podem invalidar teoria de povoamento da América
15/07/2011, 4:13 PM
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(Ilustração: Cruz)

Recentes escavações de restos ósseos de animais com 29 mil anos de idade, no Uruguai, podem jogar por terra a teoria de que o povoamento da América aconteceu pelo estreito de Bering há cerca de 12 mil anos.

Segundo um comunicado da Presidência uruguaia, no sábado (9), uma equipe de especialistas da Faculdade de Ciências da Unidade da República começou a escavar neste ano uma região na qual há vários anos foi detectada a presença de fósseis de vários animais pré-históricos.

“Nesta primeira escavação descobrimos milhares de ossos pertencentes a entre oito e dez gliptodontes, preguiças e um toxodonte em um só lugar, em estado de conservação maravilhoso”, assegura Richard Fariña, que lidera o grupo de paleontólogos.

Os trabalhos, que são realizados no Arroio Vizcaíno da localidade de Sauce, a cerca de 35 km a oeste de Montevidéu, são a continuidade dos primeiros estudos realizados na região em 1997, quando se descobriu pela primeira vez a existência dos fósseis, relata o boletim.

ARMAS FABRICADAS

Os problemas econômicos impediram dar continuidade à pesquisa, apesar de o paleontólogo espanhol Alfonso Arribas ter relatado em 2001 a descoberta de marcas em um osso, concretamente uma clavícula, que poderia ser o resultado de cortes realizados com armas criadas pelos homens.

Fariñas argumenta agora que as marcas têm formato de “V”. Se tivessem sido causadas pelas garras de um animal, teriam a forma de um “U”, assegura. Além disso, foi encontrada uma área de fragmentos petrificados, que poderiam ser utensílios de fabricação humana.

A datação com testes de carbono 14 da clavícula que apresenta essa marca determinou que ela tem 29 mil anos.

“Se ficar demonstrado que as marcas nos ossos efetivamente foram provocadas por ferramentas humanas, seria necessário renovar o paradigma existente, que estabelece que o povoamento americano aconteceu há 12 mil anos, do Norte para o Sul, pelo estreito de Bering”, diz Fariña.

As autoridades do departamento de Canelones, onde fica Sauce, pretendem criar um museu nessa cidade para expor o material colhido.

“Somos otimistas quanto aos resultados que possamos obter, mas serei prudente porque ainda não demonstramos fidedignamente a hipótese da presença humana na América há 29 mil anos”, acrescentou o especialista.

Fonte: Folha



Estudo de mandíbula de peixes traz nova visão sobre extinção de grupo
15/07/2011, 3:28 PM
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Pesquisa diz que nova espécie não causou declínio de peixes invertebrados. Cientistas aplicaram conceitos da física e da engenharia na análise.

Amostras de fósseis estudados nesta pesquisa (Foto: Simon Powell/Philip Anderson/ Matt Friedman)

Há 420 milhões de anos, o mundo era habitado por animais completamente diferente dos atuais. Peixes com exoesqueletos e sem mandíbulas dominavam os mares, rios e lagos; paralelamente, surgiam os primeiros peixes com mandíbulas, algumas delas com formas e estruturas que em pouco lembram as que conhecemos.

Há tempos, a teoria mais aceita diz que os peixes com mandíbulas se adaptaram melhor ao meio e, por isso, as demais espécies foram extintas. Contudo, um novo estudo, que aplicou conceitos da física e da engenharia para entender as funções alimentícias dessas mandíbulas arcaicas, mostrou que essa teoria estava errada.

“A variedade de mecanismos nos primeiros animais com mandíbulas parece ter tido pouco ou nenhum efeito na diversidade dos peixes sem mandíbula, que compartilharam o espaço ecológico com eles por pelo menos 30 milhões de anos antes de começar o declínio”, afirmou Philip Anderson, da Escola de Geociências de Bristol, no Reino Unido, autor do artigo publicado nesta semana pela “Nature”. [“Grifo Nosso”]

“Quando o declínio dos peixes sem mandíbula começa de fato, não vemos indício de que seus primos com mandíbula tenham assumido novas funções, questionando as velhas ideias de substituição ecológica”, prosseguiu o pesquisador. [“Grifo Nosso”]

O grupo de estudos espera que esses novos métodos de avaliar a variação em sistemas funcionais, como o aparato digestivo, sejam aplicados para estudar outras transições, como, por exemplo, extinções em massa.

Fonte: G1

Referências:

1. Philip S. L. Anderson, Matt Friedman, Martin D. Brazeau & Emily J. Rayfield “Initial radiation of jaws demonstrated stability despite faunal and environmental change” (Nature, Published online 06 July 2011, DOI: 10.1038/nature10207)