Creation Science News


Dr. Rodrigo Silva responde: A Arqueologia Prova a Bíblia?
23/12/2011, 7:05 PM
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PARTE 01

 

PARTE 02

 



Tempestades solares podem atingir a lua
23/12/2011, 6:52 PM
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Compare o tamanho da explosão solar com o planeta Terra.

Tempestades solares violentas podem soprar uma grande quantidade de material da superfície da lua. Em um novo estudo da NASA, pesquisadores usaram simulações digitais para examinar como os eventos solares podem erodir a superfície do nosso satélite. Foi descoberto que eles podem até causar danos na atmosfera de Marte, já que o planeta não possui um campo magnético.

Essa é a primeira vez que cientistas tentam prever os efeitos das tempestades solares e erupções na lua. “Descobrimos que quando essa nuvem massiva de plasma atinge a lua, remove facilmente material volátil da superfície”, afirma William Farrell, um dos envolvidos na pesquisa. “O modelo prevê 100 a 200 toneladas de material lunar – o equivalente a dez caminhões-caçamba lotados – arremessados durante uma típica passagem de dois dias desse evento”.

As tempestades solares são nuvens enormes de plasma quente e partículas carregadas que avançam pelo espaço. De acordo com os pesquisadores, uma dessas, que seja forte, pode conter facilmente bilhões de toneladas de plasma, viajando a incríveis um 1,6 milhões de quilômetros por hora, com o tamanho maior do que várias vezes a Terra.

Já que a lua não tem atmosfera, o satélite fica vulnerável aos efeitos meteorológicos espaciais. Como resultado, a tempestade chega até ela, causando um processo conhecido como “crepitação”.

Veja o Video: Biggest Solar Eruption of 2011

“A crepitação está entre os cinco principais processos que criam a exosfera lunar sob condições solares normais. Mas nosso modelo prevê que, durante uma tempestade, ele acaba virando o principal, com 50 vezes mais predominância do que os outros”, comenta Rosemary Killen, a líder do estudo.

Os ventos solares comuns são formados principalmente por partículas de hidrogênio carregadas, os íons. Mas o plasma das tempestades é altamente elétrico, com íons pesados, que provocam efeitos dez vezes mais fortes.

Para criar os modelos, os cientistas usaram quantificações da química que sai do sol. Eles descobriram que íons de hélio formam 4% do vento solar comum, mas durante uma tempestade a concentração pode chegar a 20%. Quando esse enriquecimento se combina com o aumento de velocidade e densidade, os íons do plasma podem arrastar 50 vezes mais material do que o normal.

“Os modelos digitais isolam a contribuição da crepitação e dos outros processos”, afirma uma das pesquisadoras, Dana Hurley. “Comparar previsões nos permite entender as condições em que a crepitação prevalece”.

A missão Exploradora da Atmosfera e Poeira Ambiental Lunar (LADEE) da NASA, que deve ser lançada em 2013, vai testar esses modelos. Na altitude em que estará a LADEE, ela conseguirá detectar átomos arremessados entre 20 e 50 quilômetros da superfície lunar.

“Esse fenômeno tornará a LADEE quase uma mineradora da superfície, não porque estará na superfície, mas porque durante as tempestades os átomos serão jogados até ela”, afirma Farrell.

Cientistas já haviam estudado o efeito das tempestades do sol no campo eletromagnético da Terra, e sabemos que com isso ocorrem auroras intensas em nosso planeta.

Mas, de acordo com os pesquisadores, em planetas como Marte, que não tem a mesma proteção, o plasma solar pode arranhar e erodir a atmosfera superior.

A NASA planeja lançar a missão Evolução Volátil e Atmosférica de Marte (MAVEN) no fim de 2013. A nave foi desenhada para orbitar o planeta e estudar como a atividade solar, incluindo as tempestades, remove a atmosfera do planeta vermelho.

Dos modelos realizados, os pesquisadores também preveem que pequenos corpos, como os asteroides, também são vulneráveis ao processo de crepitação.

Fonte: Hype Science    e    Live Science – “Solar Storms Can ‘Sandblast’ Away Moon’s Surface”



Encontrado percevejo de 115 milhões de anos
23/12/2011, 6:28 PM
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O novo inseto, batizado de Cratonepa enigmatica, é proveniente das camadas de rochas calcárias de cerca de 115 milhões de anos do Membro Nova Olinda da Formação Crato da Bacia do Araripe, no nordeste brasileiro.

Escorpião d’água atual do grupo Nepidae. Foto: Reprodução/Frank Köhler.

Hemiptera é uma ordem de insetos que compreende cerca de 67.500 espécies conhecidas, distribuídas por três subordens: Sternorrhyncha, Auchenorrhyncha e Heteroptera. É nessa última que os pesquisadores classificaram o Cratonepa.

Baseado na morfologia das pernas, Cratonepa foi um predador que viveu sob a lama ou em vegetação aquática, com hábitos similares aos atuais insetos do grupo Nepidae.

Os insetos machos de Cratonepa não possuíam asas, ao contrário das fêmeas que tinham asas bem desenvolvidas.

Estima-se que na Bacia do Araripe já foram identificadas mais de 250 espécies de insetos fósseis. Todas do Cretáceo Inferior. Sendo a região uma das mais importantes para uma área da Paleontologia conhecida como Paleoentomologia.

Fonte: Jornal Ciência



Crânio de tigre mais antigo já descoberto: eles não mudaram em 2 milhões de anos!
23/12/2011, 6:12 PM
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A pesquisa mostrou que os tigres não mudaram em mais de 2 milhões de anos, apenas ficaram maiores.

O crânio foi encontrado no noroeste da China, datado com 2,55 milhões de anos. É considerado o mais antigo já encontrado, pertencente ao grupo dos grandes felinos que conhecemos hoje.

Os especialistas afirmam que apenas alguns detalhes como, por exemplo os dentes em tamanho maior, diferencia o crânio dos felinos atuais, mas a estrutura em si é praticamente a mesma, mostrando que em milhões de anos os grandes felinos não sofreram grandes evoluções, apenas ficaram maiores.

Os cientistas compararam o crânio encontrado com 207 crânios de tigre, 66 crânios de onças e 100 crânios de leopardos. As pesquisas demonstraram que o felino pertence a uma linhagem muito antiga de tigre, talvez os primeiros existentes. Eles eram menores que os tigres atuais, e precisou evoluir em seu tamanho para buscar presas maiores.

Este achado paleontológico é de vital importância, desencadeando novas pesquisas importantes sobre a compreensão da evolução dos felinos e a relação deles com o meio ambiente ao longo dos milhões de anos.

Fonte: Jornal Ciência

Referência:

1. Ji H. Mazák, Per Christiansen, Andrew C. Kitchener “Oldest Known Pantherine Skull and Evolution of the Tiger” (Plos One, October 10, 2011, doi:10.1371/journal.pone.0025483)



Pessoas confiam mais em cristãos do que em ateus, diz pesquisa
23/12/2011, 5:52 PM
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Estudo norte-americano observa entre as pessoas preconceito contra ateus e homossexuais, mas por motivos diferentes

Pesquisa realizada em novembro pela Universidade de British Columbia, no Canadá, e pela Universidade de Oregon, nos Estados Unidos, concluiu que as pessoas em geral tendem a confiar mais nos cristãos do que nos ateus, gerando certo preconceito para com os cidadãos que não acreditam em Deus.

Para isso, fez-se uma simples pesquisa com mais de 300 americanos de idades entre 18 e 82 anos. Os autores apresentavam aos participantes alguns tipos sociais, como ateus e homossexuais, e colhiam alguns dados que resumiam sentimentos e pensamentos relacionados a esses tipos, como nível de confiança e nível de aversão.

O estudo descobriu que os entrevistados não tinham problemas relacionados a pessoas em geral – o que demonstra que eram voluntários normalmente sociáveis –, mas tinham menos empatia por homossexuais e ainda menos por ateus – mostrando haver preconceito contra ambas as condições.

O preconceito contra ateus estava mais relacionado a uma falta de confiança nessas pessoas – os participantes relataram que não achavam os ateus confiáveis. Já em relação ao preconceito contra gays, foi notado entre os entrevistados um grau de revolta com o comportamento em público das pessoas com essa opção sexual.

Fonte: Galileu



Neandertais construíram na Ucrânia casas com ossos de mamutes
23/12/2011, 5:16 PM
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Ilustração artística

Uma conclusão recente sobre um sítio arqueológico encontrado em 1984 em Molodova, na Ucrânia, que está sendo estudado desde então, refuta a ideia de que os neandertais eram nômades primitivos que usavam cavernas como lar para se protegerem do frio ou dormirem à noite.

Uma espécie de casa construída com ossos de mamutes, com pelo menos 44 mil anos, mostra justamente o contrário –os neandertais teriam sumido há 30 mil anos.

Os restos indicam uma construção circular que teria sido erguida para estadias prolongadas, especulam pesquisadores do Museu Nacional de História Natural, em Paris.

Os ossos dos mamutes –16 eram peças grandes– foram usados como pavimento da residência em uma área onde não havia árvores e como meio de proteção contra o vento. Os artefatos não foram reunidos aleatoriamente, mas, ao que tudo indica, escolhidos minuciosamente.

Os neandertais, acreditam os cientistas, não apenas caçavam e comiam os mamutes, mas também colecionava os ossos dos animais que tinham morrido por causas naturais.

A descoberta será publicada no jornal “Quaternary International”.

Os mais antigos restos de uma construção conhecida é de 500 mil anos atrás, construída por um ancestral do Homo erectus em uma área em Tokyo, que tinha como estrutura postes de madeira fincados no solo.

Fonte: Folha.com



Jovem dado como morto acorda do coma e surpreende médicos e a família
23/12/2011, 4:49 PM
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Sam na cadeira de rodas após a recuperação e antes, ainda em coma no hospital “Um milagre”, é assim que Sam Schmid, universitário do Arizona, nos Estados Unidos, descreve a sua recuperação. Após um grave acidente de carro em outubro, Sam estava em coma no hospital e os médicos já conversavam com sua família sobre a doação dos órgãos do estudante de 21 anos, conforme noticiou o site ABC News As lesões no cérebro do jovem eram tão graves que ele teve que ser transferido de helicóptero para um hospital especializado em neurologia, onde foram realizadas cirurgias para a retirada de um aneurisma que ameaçava sua vida.

Foi então que, contrariando todas as expectativas, Sam começou a responder a estímulos, primeiro apertando os dedos de médicos que testavam suas reações. O jovem, que para os médicos já estava com morte cerebral e ia ser retirado dos aparelhos que o mantinham vivo, hoje anda com a ajuda de muletas, conversa normalmente e deve ter uma recuperação total. Um milagre que surpreendeu a todos, inclusive o próprio Sam.

“É um milagre. Vendo como eu estava antes e agora, vejo que progredi bastante”, comemora o jovem, ainda com a fala vagarosa, o que deve melhorar com o tempo.

A mãe de Sam, Susan Reagan, agradeceu o presente de Natal: “Ninguém poderia me dar um presente de Natal melhor do que esse. Nunca, nunca nunca. Eu tenho amigos ateus que me ligaram e disseram que estão voltando para a igreja após esse milagre“.

O médico de Sam, o renomado neurocirurgião Robert Spetzler concorda que a recuperação de seu paciente foi espantos: “Tinha tudo para dar errado. Ele tinha hemorragia, um aneurisma e teve um derrame. Eu fiquei realmente surpreso com sua melhora em tão pouco tempo”.

Fonte: extra.globo.com