Creation Science News


Mamíferos levaram 24 mi de gerações para ter tamanho de elefante
10/02/2012, 10:11 PM
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Dr. Alistair Evans com os crânios de um rato e um elefante.

A velocidade com que pequenos mamíferos se desenvolveram até chegar a sua maior massa demandou milhares de gerações, indicam dois pesquisadores.

Isso equivaleria a dizer que um animal do tamanho de um rato chegou ao de um elefante em um período que envolveu nada menos que 24 milhões de gerações.

“Nosso trabalho demonstra, pela primeira vez, o quão rápido as mudanças mais significativas no tamanho físico ocorreram na história dos mamíferos”, comentou Alistair Evans, biólogo evolucionista da Universidade Monash (Austrália) que liderou uma equipe formada por 20 biólogos e paleontólogos.

A pesquisa, publicada na revista científica “PNAS”, analisou 28 diferentes grupos de mamíferos –entre elefantes, rinocerontes, hipopótamos, carnívoros e baleias– dos quatro grandes continentes (África, Eurásia e América do Sul e do Norte), além de bacias oceânicas que conservaram informações dos últimos 70 milhões de anos.

A baleia foi o animal que aumentou duas vezes mais rápido do que os mamíferos terrestres. “Isso provavelmente porque é mais fácil ser grande dentro d’água”, comentou o coautor do estudo, Erich Fitzgerald, do Museu Victoria, na Austrália.

Já o processo de redução –ou “encolhimento”– se mostrou muito mais rápido, em “apenas” cem mil gerações.

A justificativa estaria no fato de as pequenas ilhas oferecerem um limite de recursos, o que teria influenciado no modo como os bichos se desenvolveram. “Quando você fica menor, precisa de menos alimentos e pode se reproduzir com mais rapidez, o que é uma vantagem real nesses locais”, explicou Evans.

Fonte: Folha

Referência:

1. Alistair R. Evans, David Jones, Alison G. Boyer, James H. Brown, Daniel P. Costa, S. K. Morgan Ernest, Erich M. G. Fitzgerald, Mikael Fortelius, John L. Gittleman, Marcus J. Hamilton, Larisa E. Harding, Kari Lintulaakso, S. Kathleen Lyons, Jordan G. Okie, Juha J. Saarinen, Richard M. Sibly, Felisa A. Smith, Patrick R. Stephens, Jessica M. Theodor, and Mark D. Uhen “The maximum rate of mammal evolution” (Proceedings of the National Academy of Sciences, 2012; DOI: 10.1073/pnas.1120774109)

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COMENTÁRIO NOSSO:

Por Daniel F. Zordan

Os cientistas tentam mostrar quão rápida a evolução em larga escala (muuuuiiiito tempo!) pode ocorrer em mamíferos, mostrando que leva (apenas) 24 milhões de gerações para que um mamífero pequeno (rato) se tornar um mamífero grande (elefante). E não foi por menos que Evans disse “a massive change, but also a very long time,” [uma mudança maciça, mas também um tempo muito longo] Sem o tempo o que seria dos evolucionistas? Apenas ficção.

O pesquisador Evans disse: “The huge difference in rates for getting smaller and getting bigger is really astounding—we certainly never expected it could happen so fast!” [A grande diferença no ritmo entre ficar menor e ficar maior é realmente surpreendente. Certamente nunca esperavamos que isso pudesse acontecer tão rápido!]

O que também é surpreendente é como os evolucionistas podem fazer tais medições.

Os cientistas verificaram que a evolução é rápida em encolhê-los, mas lenta em aumentá-los. Também revelam que o ritmo na redução do tamanho dos mamíferos é muito maior do que o do aumento. São necessárias apenas 100 mil gerações para grandes encolhimentos, levanto para o nanismo, ocorrerem. Diz também que o estudo é único porque a maior parte das pesquisas anteriores se focou na chamada “microevolução”, as pequenas mudanças que acontecem dentro de uma mesma espécie.

Ao contrário da noção popular, os cientistas se concentraram nas mudanças de grandes escalas no tamanho dos corpos: “Instead we concentrated on large-scale changes in body size. We can now show that it took at least 24 million generations to make the proverbial mouse-to-elephant size change — a massive change, but also a very long time,”…”A less dramatic change, such as rabbit-sized to elephant-sized, takes 10 million generations.” Dr Evans said [“Ao contrário, nos concentramos em mudanças de grande escala no tamanho dos corpos. Agora, podemos demonstrar que foram necessárias pelo menos 24 milhões de gerações para fazer a proverbial alteração de tamanho de um rato para um elefante — uma mudança maciça, mas também um tempo muito longo.”…”Uma alteração menos dramática, como do tamanho de um coelho para o de um elefante, leva 10 milhões de gerações.” disse Dr Evans]

Alguém poderia perguntar como os evolucionistas poderiam alcançar tal feito. Como foi medido o período de tempo, e o número de gerações, para que a evolução de ratos para elefantes pudessem de fato acontecer? Como se chega ao numero de datas e gerações?

A complexidade e diferença entre ambos (ratos e elefantes) são gritantes. A verdade é que os cientistas não chegaram a fazer qualquer medição e tal. Pelo menos não de forma objetiva. O que fizeram foi comparar diferentes fósseis de mamíferos, calculando tempo necessário que levaria para evoluir de um para o outro.

Obs.: Textos originais (azul) da fonte: Science Daily

The peace of God


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