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O livre-arbítrio não existe, dizem neurocientistas
03/03/2012, 4:15 AM
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Novas pesquisas sugerem que o que cremos ser escolhas conscientes são decisões automáticas do cérebro. O homem não seria, assim, mais do que um computador de carne

São Paulo – Saber se os homens são capazes de fazer escolhas e eleger o seu caminho, ou se não passam de joguetes de alguma força misteriosa, tem sido há séculos um dos grandes temas da filosofia e da religião. De certa maneira, a primeira tese saiu vencedora no mundo moderno. Vivemos no mundo de Cássio, um dos personagens da tragédia Júlio César, de William Shakespeare.

No começo da peça, o nobre Brutus teme que o povo aceite César como rei, o que poria fim à República, o regime adotado por Roma desde tempos imemoriais. Ele hesita, não sabe o que fazer. É quando Cássio procura induzi-lo à ação. Seu discurso contém a mais célebre defesa do livre-arbítrio encontrada nos livros. “Há momentos”, diz ele, “em que os homens são donos de seu fado. Não é dos astros, caro Brutus, a culpa, mas de nós mesmos, se nos rebaixamos ao papel de instrumentos.”

Como nem sempre é o caso com os temas filosóficos, a crença no livre-arbítrio tem reflexos bastante concretos no “mundo real”. A maneira como a lei atribui responsabilidade às pessoas ou pune criminosos, por exemplo, depende da ideia de que somos livres para tomar decisões, e portanto devemos responder por elas. Mas a vitória do livre-arbítrio nunca foi completa.

Nunca deixaram de existir aqueles que acreditam que o destino está escrito nas estrelas, é ditado por Deus, pelos instintos, ou pelos condicionamentos sociais. Recentemente, o exército dos deterministas – para usar uma palavra que os engloba – ganhou um reforço de peso: o dos neurocientistas. Eles são enfáticos: o livre-arbítrio não é mais que uma ilusão. E dizem isso munidos de um vasto arsenal de dados, colhidos por meio de testes que monitoram o cérebro em tempo real. O que muda se de fato for assim?

Mais rápido que o pensamento — Experimentos que vêm sendo realizados por cientistas há anos conseguiram mapear a existência de atividade cerebral antes que a pessoa tivesse consciência do que iria fazer. Ou seja, o cérebro já sabia o que seria feito, mas a pessoa ainda não. Seríamos como computadores de carne – e nossa consciência, não mais do que a tela do monitor. Continue lendo…

Fonte: Exame

 


6 Comentários so far
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Bom, se Deus sabe o que faremos desde antes de nascermos, e se fizermos exatamente isto, então ou Deus não é onisciente (que tudo sabe) ou então o livre arbitrio não existe, já que alguem sabe TUDO que faremos, certo?

E isto implica tambem em que Deus saberia antecipadamente quem seria salvo ou não, ou seja, existiriam sim os escolhidos…

Comentário por Adriano

O saber, conhecer de Deus; não significa que Ele interfere em nossas ações.

Se há uma coisa que Deus respeita, e muito, é nossa INDIVIDUALIDADE, somos livres, mas responsáveis por nossas próprias decisões.

Ele só vai agir em nossas vidas se pedirmos/clamarmos para ele interferir, Ele jamais passa por cima de nossa razão, pois Ele nos deu isso para pesquisarmos e indagarmos, não somos robôs e Ele nem quer isso. A bíblia diz “Vinde e argui-me diz o Senhor”.

E Ele não olha para nossa condição ou situação.
A onisciência de Deus representa apenas conhecimento, mas o AGIR DELE depende de nós.

Os escolhidos são aqueles que desejam/clamam pela salvação, …poderiam ser todos… mas; nem todos querem.

Comentário por Cícero

Pois é, Cícero, felizes então aqueles que Deus faz nascerem como índios sem contato com a civilização, já que logicamente irão direto aos céus, pois Deus não seria injusto com eles, certo?

Ou seria melhor ainda morrer antes de nascer, o que garantiria tambem a salvação eterna?

Comentário por Adriano

Adriano,

Não haverá essa tal desculpa naquele dia: Ahh! mas nunca ninguém me falou ou nunca ouvi falar …

Os índios, pagãos ou seja lá quem for são indesculpáveis. A Bíblia diz:
“Porquanto, o que de Deus se pode conhecer, neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusávei”. Rm 1:19-20.

Também Deus imprimiu suas leis no coração do homem. Todos sabem o que é certo e errado, o mal e o bem, o que deve e não se deve fazer.
“Porque, quando os gentios, que não têm lei, fazem naturalmente as coisas que são da lei, não tendo eles lei, para si mesmos são lei; os quais mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua consciência, e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os” Rm 2:14-15.

Portanto, ninguém é justo diante de Deus “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” Rm 3:23.
Os homens não são inocentes, tendo em vista a revelação natural de Deus no mundo e em nossa consciência.
Os homens que rejeitam essa luz dupla; acham-se perdidos nas trevas, e não têm a quem culpar, senão a si mesmos. Pois “os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más” Jo 3:19.

Mas se a pessoa tem sede e fome da salvação, Deus de alguma maneira irá se manifestar a ela de forma mais direta e especial, através do evangelho de alguma forma: missionários, literaturas, mídias diversas, sonhos, visões, pessoas etc. “buscai e achareis”.Mt 7:7,8.

Pois o único meio de salvação é através de Cristo:
“Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” Jo 14:6. Também, Atos 4:12 diz a respeito de Cristo: “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos”.

Comentário por Cícero

Muito bem, finalmente um cristão coerente, é isto mesmo, ninguem pode alegar desconhecimento das escrituras para escapar do inferno, aqueles indios isolados lá do interior da amazonia deveriam saber por sí proprios que seus costumes são barbaros, né?
Onde já se viu enterrar vivos bebês porque são gemeos, ou por nascerem com deficiencias, e tacar fogo no mato destruindo tudo só para plantar milho, onde está a consciencia ecologica deles, e eles não amam seu proximo como os cristãos, ao contrário, atiram flexas neles, e uns até os devoram com prazer demoníaco…

E claro que qualquer pessoa, indio ou pagão, deveria naturalmente reconhecer o divino na criação, quem ao escavar o solo para encontrar iscas de pesca e achar uma minhoca bem gorda e imediatamente não se maravilhar e der glorias ao senhor e sua obra (ao senhor certo, aquele da biblia com tradução do Almeida, não vale o deus elefantinho indiano) está condenado ao inferno…

Seria mesmo uma injustiça deixar entrar no paraíso seres desprezíveis que cobiçam a mulher do próximo sem culpa, e não amam aquele vizinho nojento do primeiro andar como a sí mesmo, como fazem os bons cristãos, que alem de tudo não mentem jamais, né?

Tambem imaginar que um bebê que morra ao nascer deva ir direto para o céu não seria correto, pois ele teria uma vantagem injusta sobre os que tem que passar pelas tentações do mundo, né, melhor então seria nascer morto e garantir a salvação, pois mais vale passar a eternidade com Deus que uma vida de prazeres de uns 80 aninhos apenas e o resto da eternidade com o diabo, né, mas é claro que não deve ser assim, Deus deve mandar estas pobres almas direto ao inferno, é isso aí, puro bom senso…

Comentário por Adriano

Se fosse assim como vc quer, Cristo não precisaria ter morrido na cruz por nós.
Bastava ser bonzinho. Coisa que NINGUÉM é!

Os bebês e crianças até uma certa idade; são salvos pela graça universal expiatória de Cristo.
Talvez até certos pagãos e índios, em condições especiais, se seguiram a voz interior procurando serem justos e bons na impossibilidade de ouvirem o evangelho sejam salvos.
É verdade que não podemos julgar essas pessoas; só porque não ouviram o evangelho. Há coisas que pertencem só a Deus Dt 29:29.

Mas uma coisa é verdade: Deus não irá deixar ninguém cair no inferno de forma injusta; quem está lá é porque fez força e merece estar lá.

E já que os céticos querem ficar longe de Deus agora, certamente esse será o estado que passarão na eternidade.
Deus respeita nossa liberdade de escolha!

Comentário por Cícero




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