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Ilha é formada após terremoto no Paquistão
02/12/2013, 6:56 PM
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Ilha é formada após terremoto no Paquistão

Você se lembra do último truque de mágica realizado pela Terra, em setembro desse ano, fazendo uma ilha aparecer do nada, certo? A nova porção de terra no meio do mar foi consequência de um grande abalo sísmico registrado no Paquistão (de magnitude 7,7), no dia 24 de setembro, cujo saldo de mortos havia ultrapassado mais 500 pessoas.

Dias depois, foi liberada uma série de imagens de satélite, que revelam mais detalhes sobre a ilha, que apareceu próxima à costa da cidade de Gwadar. O local possui formato arredondado e o relevo é predominantemente plano, embora existam rachaduras e fissuras nas rochas, como uma espécie de torta feita de lama por uma criança – além de ser muito maior do que se imaginava anteriormente.

O satélite francês Pleiades foi o responsável por mapear as dimensões do morro lamacento no meio do mar. Descobriu-se que a ilha possui 175,70 metros de comprimento em sua extensão máxima, por 160 metros no seu lugar mais largo. As estimativas anteriores, baseadas em fotografias aéreas registradas pelo Instituto Nacional de Oceanografia do Paquistão, indicavam que a nova ilha era muito menor do que os dados liberados pelo satélite Pleiades.

Segundo a autoridade paquistanesa, o monte que emerge da água teria apenas 60 metros de comprimento. Em relação à altura da ilha, porém, a estimativa do Instituto Nacional de Oceanografia local continua sendo a mais aceita: cerca de 15 a 20 metros.

A cidade de Gwadar está localizada aproximadamente a 380 quilômetros do epicentro do terremoto. De acordo com Shuhab Khan, geocientista da Universidade de Houston, Estados Unidos, a mais provável origem do tremor de magnitude 7,7 foi a Falha de Chaman, que possui 850 quilômetros de extensão, o que faz dela a maior falha geológica ativa localizada no Paquistão e no vizinho Afeganistão.

Ilha é formada após terremoto no Paquistão2

Segundo os geólogos envolvidos no caso, a nova ilha, batizada de Zalzala Koh, foi criada a partir da lama expelida por um vulcão do fundo do mar quando alguns gases que estavam presos conseguiram escapar devido ao abalo ou por causa da água subterrânea, que foi violentamente expulsa durante o terremoto.

A nova ilha em si pode ser um vulcão de lama, que se forma quando a água quente subterrânea se mistura com sedimentos e gases como o metano e o dióxido de carbono. “Se essa pasta fluida e nociva encontra uma válvula de escape, como uma rachadura aberta por um terremoto, o vulcão de lama entra em erupção”, conta James Hein, cientista do Serviço Geológico dos Estados Unidos. Geólogos da Marinha do Paquistão Zalzala Koh relataram que a ilha está lançando gás inflamável. Entretanto, os sedimentos no fundo do mar frequentemente retêm bactérias produtoras de metano, de modo que o gás pode vir de lá.

O poderoso terremoto do mês passado pode ter afrouxado os sedimentos do fundo do mar no litoral do Paquistão, sacudindo-os como geleia. Os grandes rios que descem do Himalaia despejam toneladas de sedimentos nas águas do Mar Arábico a cada ano. “A nova ilha poderia ser um exemplo gigantesco de liquefação, quando um abalo sísmico faz com que sedimentos saturados ajam como se fossem líquidos e a água presa escapa de repente”, diz Michael Manga, geofísico da Universidade da Califórnia, Estados Unidos.

Hype Science

Fonte:

1. “New Photos of Pakistan’s Earthquake Island Released” (Live Science, October 01, 2013)

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COMENTÁRIO NOSSO:

Por Daniel F. Zordan

Quero fazer uma pequena observação: Se apenas um terremoto foi capaz de fazer surgir uma ilha o que poderia fazer centenas de terremotos em uma catástrofe global (um dilúvio universal)?

Os cientistas acreditam que a ilha pode ter se formado através de reação química quando a água quente subterrânea se mistura com sedimentos e gases como o metano e o dióxido de carbono.  O cientista James Hein disse: “Se essa pasta fluida e nociva encontra uma válvula de escape, como uma rachadura aberta por um terremoto, o vulcão de lama entra em erupção”. O geofísico Michael Manga completou: “A nova ilha poderia ser um exemplo gigantesco de liquefação, quando um abalo sísmico faz com que sedimentos saturados ajam como se fossem líquidos e a água presa escapa de repente”.

Uma inundação global teria efeitos devastadores: Mega terremotos liberando águas quentes subterrâneas e gases (como metano e dióxido de carbono); aos poucos o nível do mar subiria encobrindo toda parte seca acompanhado tsunamis; vulcões ativos superaquecidos começariam a ser invadidos por água o que provocaria ondas ainda mais gigantescas; tufões; tornados; chuvas etc.

Em nossos dias temos presenciado grandes catástrofes naturais: tufões, furações, tornados, terremotos, tsunamis com efeitos devastadores. Imagine do que seria capaz a natureza fazer onde todos essas catástrofes estivessem ativas em um único evento a nível universal?

Resumindo: Uma catástrofe nessas proporções seria a responsável pelas grandes montanhas, divisão da pangeia, rios, aquíferos, cemitério de fósseis de animais e florestas inteiras soterradas, mudança climática etc.


1 Comentário so far
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Podemos incluir também neste festival de eventos – os meteoros – afinal a Palavra diz:

“…e aS janelaS dos céus se abriram,” Gn 7:11.

Por que devemos supor que apenas chuva veio do céu?!

Comentário por Cícero




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