Creation Science News


Eles desafiam Darwin
29/11/2014, 7:38 PM
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Cientistas brasileiros se aliam a um grupo de acadêmicos americanos e começam a defender nas universidades do País que a vida teria sido criada por uma mente inteligente.

Marcos Eberlin, professor do Instituto de Química da Unicamp.

Marcos Eberlin, professor do Instituto de Química da Unicamp.

Toda vez que é instada a dissertar sobre o início do universo e da vida, a maioria da comunidade científica apoia-se nos princípios de Charles Darwin (1809–1882), o biólogo e naturalista inglês que explicou a origem da diversidade da vida na terra com a Teoria da Evolução. Para esses darwinianos, novas espécies de seres vivos surgem por meio de mudanças graduais, geradas pela descendência e guiadas pela seleção natural. Cresce no País, no entanto, um grupo de cientistas de currículos robustos dispostos a quebrar o paradigma da biologia evolutiva, defensores da Teoria do Design Inteligente (TDI). A vida, para eles, não se desenvolveu na Terra de forma natural, mas projetada por uma mente inteligente. “Conhecimentos científicos em bioquímica e biologia molecular cada vez mais apurados nos permitiram abrir a caixa preta chamada célula e enxergar nela um conjunto imenso de máquinas moleculares dotado de uma complexidade irredutível”, diz Marcos Eberlin, professor do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “Não dá para pensar num motor desse tipo produzido por forças naturais. Foi decisão de uma inteligência que existe no universo.” Autor de mais de 650 artigos científicos com mais de dez mil citações e comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico, Eberlin é o porta-voz brasileiro da TDI, um movimento que nasceu nos Estados Unidos no final dos anos 80. Por lá, há cerca de três mil adeptos, como químicos, bioquímicos, biólogos e físicos. Aqui, os seguidores ganharam corpo com a Sociedade Brasileira do Design Inteligente, constituída no mês passado. Com Eberlin na presidência e um comitê científico composto por alguns ex-darwinistas, a entidade recentemente deu vida ao 1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente, em Campinas, no interior de São Paulo.

Paul Nelson, filósofo americano com especialização em biologia evolucionária.

Paul Nelson, filósofo americano com especialização em biologia evolucionária.

Ao final do ciclo de palestras, no domingo 16, que contou com a presença de cientistas do exterior, como o filósofo com especialização em biologia evolucionária Paul Nelson, entre os 370 participantes, o número de membros da sociedade saltou de 220 para 300. “Seremos 500 até o final do ano, mil até o ano que vem e cinco mil em cinco anos”, afirma o químico da Unicamp. “Não somos inimigos de Darwin, mas amigos da ciência. Queremos restabelecer a verdade científica”, diz ele, que é membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC). Por enquanto, porém, eles têm causado controvérsia na comunidade científica. Para o especialista em genética evolutiva Diogo Meyer, a TDI tem credibilidade quase nula. “Eles não são da área para a qual pretendem contribuir. São químicos, pessoas que atuam na biologia molecular, bioquímica, e não trabalham com a evolução, diversidade biológica ou genética”, afirma ele, que é biólogo do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP). “É como se eu, que trabalho com evolução, argumentasse contra as interpretações mais convencionais da Revolução Francesa.”

Para os darwinianos, a TDI é um movimento de criacionistas que tenta dar uma roupagem de teoria científica à fé deles. “A gente diz por que a evolução dá conta de explicar as estruturas complexas das moléculas celulares, mas quem está atacando uma ideia já vigente precisa arregaçar a manga e mostrar serviço, o que não ocorreu até agora”, afirma Meyer. Evangélico batista, o químico Eberlin argumenta que tentam rotular o selo de religião na TDI para classificá-la como pseudociência. A universidade da qual ele é docente chegou a divulgar o Congresso sobre Design Inteligente em sua página no Facebook mas, de acordo com Eberlin, sofreu pressão para remover o anúncio. A Unicamp explicou, por meio de sua assessoria, que após verificar que o evento não conta com participação institucional concluiu que não justifica a sua divulgação. O porta-voz da TDI chama seus opositores de pitbulls de Darwin. Para eles, o químico, presidente da Sociedade Internacional de Espectrometria de Massas, é um charlatão. O docente, porém, continua aceitando convites para palestrar em universidades e explanar que fomos planejados e não gerados por processos naturais.

Foto: João Castellano/Ag. Istoé

ISTO É



Para britânicos, Bíblia é mais valiosa para a Humanidade do que ‘A Origem das Espécies’
15/11/2014, 9:31 PM
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Para britânicos, Bíblia é mais valiosa para a Humanidade do que 'A Origem das Espécies'

Pesquisa conduzida no Reino Unido pediu que adultos listassem títulos que mais tinham contribuído para o mundo moderno

RIO – A Bíblia foi votada como mais valiosa para a Humanidade do que o livro “A Origem das Espécies”, de Charles Darwin. A conclusão é de uma pesquisa conduzida pela empresa YouGov com 2.044 adultos, encomendada pela organização Folio Society.

O estudo pediu aos cidadãos do Reino Unido para nomear os livros de maior importância para o mundo moderno em uma lista com mais de 30 títulos clássicos. A Bíblia ganhou com 37% dos votos, e o livro de Darwin que explica a teoria da seleção natural ficou com 35%.

“Uma Breve História do Tempo”, de Stephen Hawking, ficou em terceiro lugar, à frente de “Relatividade: A Teoria Especial e Geral”, de Albert Einstein. Apenas dois romances ficaram entre os 10 primeiros: o “1984” de George Orwell e “To Kill a Mockingbird” de Harper Lee.

Ficaram de fora da lista dos mais votados clássicos como “Guerra e Paz”, de Leon Tolstoi e “Manifesto Comunista”, de Marx e Engels. Obras como “Crianças da Meia-Noite”, de Salman Rushdie, e “Slaughterhouse-Five”, de Kurt Vonnegut, não receberam nenhum voto.

De acordo com a pesquisa, o livro de Darwin foi escolhido porque “responde a perguntas fundamentais da existência humana”, enquanto a Bíblia foi citada porque “contém princípios / orientações sobre como ser uma boa pessoa”.

O GLOBO



Arqueólogos descobrem fósseis de égua grávida, do feto e da placenta
15/11/2014, 7:57 PM
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Arqueólogos descobrem fósseis de égua grávida, do feto e da placenta47 milhões de anos atrás, uma égua grávida e seu potro por nascer perderam suas vidas, talvez perseguidos em um lago, onde acabaram se afogando. Onde eles morreram, no entanto, foi um golpe de sorte para os paleontólogos do século 21. Seus restos fossilizados foram descobertos no Messel Pit, uma antiga mina de carvão e xisto betuminoso, perto de Frankfurt, na Alemanha, que é famosa por seus fósseis requintadamente preservados.

A égua e seu feto agora estão dando aos cientistas uma visão sem precedentes sobre a anatomia e reprodução desta espécie de cavalo, Eurohippus messelensis. Como outros antecessores dos cavalos de hoje, a égua é pequena, do tamanho de um cachorro da raça fox terrier.

Entre as descobertas, está a placenta do animal. Este órgão não foi fossilizado diretamente, mas é visível como uma sombra escura deixada por bactérias que consumiram o tecido e, em seguida, foram fossilizadas. É apenas o segundo exemplo de um fóssil onde a placenta foi identificada, diz Jens Franzen, paleontólogo do Instituto de Pesquisa Senckenberg e Museu de História Natural de Frankfurt.

Os pesquisadores ainda puderam ver o ligamento largo que ajuda a fixar o útero na espinha dorsal.

Sob um microscópio eletrônico de varredura, os cientistas viram a estrutura celular do cólon e da planta que pode ser uma das refeições finais da égua.

A posição do potro sugere que ele não estava na posição para nascer, mas estava perto de amadurecer, e sugere que os cavalos antigos davam à luz de uma forma semelhante à de seus primos modernos. Embora o crânio do feto tenha sido esmagado, suas costelas e pernas são claramente visíveis.

UOL

Referência:

1. “Exquisite Ancient Horse Fossil Preserves Uterus with Unborn Foal” (SVP – Society of Vertebrate Paleontology, November, 2014)

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COMENTÁRIO NOSSO:

Por Daniel Froes Zordan

O uso dessas expressões “talvez perseguidos…acabaram se afogando…restos fossilizados” soam um pouco que estranho nessas conclusões, vejamos:

– Primeiro, a explicação já começa com uma dúvida “talvez”, o que indica que pode existir outras interpretações – como por exemplo, o animal ter sido soterrado (fossilizado) por uma avalanche de água e lama ocasionada por uma eventual inundação, um dilúvio.

– Segundo, “afogamento”, como se chega à conclusão de que o animal morreu afogado? Obviamente se baseando na primeira, que já é uma interpretação, suposição, possibilidade, mas não fato.

– Terceiro, “restos fossilizados”, é sabido que para preservar um animal (principalmente tecidos moles) é necessário que ocorra uma fossilização rápida, caso contrário, o animal teria sido devorado ou apodrecido antes que ficasse suas estruturas preservada na rocha.

Outro detalhe, é que foram encontrados em uma mina de carvão, onde na qual existem inúmeros fosseis preservados. Ou seja, será todos os animais morreram afogados? Por quanto tempo um cadáver na água duraria sem ser decomposto?     E o carvão, é efeito de um acúmulo gradual ou evento catastrófico (dilúvio)? Com base nessas informações fica a pergunta: Para onde apontam as evidências?

Acredito que a ótima preservação do fóssil já reponde esta pergunta. Não pode ter sido um processo longo e gradual que acorreu há 47 milhões de anos atrás. Pois, tudo indica que pode ter ocorrido uma inundação há 5 mil anos, com muita água e lama, o que ocasionou a morte, soterramento e fossilização repentina dos animais e vegetais que ali se encontram, resultando numa ótima preservação dos fósseis na rocha.



10 questões que todo evolucionista tem que saber responder
08/11/2014, 2:42 AM
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10 questões que todo evolucionista tem que saber responder

Por Kirk Hastings

1) Porque é que a ciência diz que a vida evoluiu de matéria sem vida mas por outro lado declara que a geração espontânea é impossível?

2) Segundo o neodarwinismo, porque é que as coisas se vão tornando mais ordenadas e mais complexas com o passar do tempo, mas tudo o resto no universo eventualmente descende rumo à desordem e ao caos?

3) Porque é que a ciência demonstra que todas as espécies animais têm limites rigorosos em torno do quanto que eles (ou o seu ADN) se pode alterar, mas os neodarwinistas insistem que, desde que haja tempo suficiente, os animais se podem modificar para qualquer coisa?

4) Se, segundo o neodarwinismo, nós mais não somos que uma combinação arbitrária de matéria, energia e processos aleatórios – sem qualquer inteligência, direção ou propósito por trás – e os nossos cérebros mais não são que órgãos físicos que evoluíram de modo aleatório a partir de matéria sem vida, e os nossos pensamentos mais não são que processos eléctricos/químicos que se originaram por acaso, então como é que alguém pode confiar no que eles chamam de “pensamentos racionais” de modo a que estes corretamente lhes indiquem a veracidade do que quer que seja?

5) Porque é que uma coisa tão complexa como a consciência racional dos indivíduos mais elevados se deu ao trabalho de “evoluir”, quando animais inferiores, plantas, insetos, bactérias e outros micróbios sobrevivem e se reproduzem muito bem sem ela?

6) Segundo a evolução neodarwiniana, não existe nenhum Criador (isto é, não existe Autoridade Suprema no Universo). Então, essencialmente, não existe mais nada para além da sobrevivência, interesse próprio, e a opinião pessoal egoísta. Não podem existir coisas moralmente “certas” ou “erradas”, e não podem existir coisas como a “justiça” ou a “equidade”. As coisas ou são ou não são. Segundo o neodarwinismo, todos os padrões morais devem ser, essencialmente, nada mais que lixo filosófico, e todos nós temos que ter o direito de fazer o que bem entendermos (violar, assassinar, mentir, roubar, intimidar, etc.) para podermos sobreviver e nos reproduzir. Ou não?

7) Se a evolução neodarwiniana está certa, então porque é que a vida evoluiu? A matéria simples e a energia não precisam disso para continuar a existir e a funcionar, e as formas de vida biológica têm um tempo de vida relativamente curto – vivendo, morrendo e deixando de existir. Segundo as regras da evolução, a vida é altamente ineficiente e totalmente desnecessária para a contínua existência do universo. De forma geral, a complexidade só serve para complicar a “sobrevivência”. Então porque é que a evolução busca e/ou favorece o tipo de existência menos eficaz que existe no universo?

8) Se a vida realmente evoluiu, então porque é que ela evoluiu para além das ervas daninhas, formigas e baratas, que se encontram melhor equipadas para a reprodução e para a sobrevivência?

9) Se todo o “objetivo” da evolução neodarwiniana é a complexidade acrescida, a reprodução, e a sobrevivência contínua, então porque é que todas as formas de vida lentamente morrem, gastam-se e desaparecem passado um período de tempo relativamente curto? Isto faz da evolução algo sem sentido visto que está a falhar de maneira séria naquele que é o seu “objetivo”.

10) Se a evolução neodarwiniana está correta, e nós nada mais somos que um simples efeito de processos aleatórios sem qualquer objetivo ou propósito, então porque é que nós deveríamos preocupar com a sobrevivência – quer seja como indivíduos ou como raça? Porque é que nós simplesmente não cometemos suicídio em massa o mais rapidamente possível de modo a que toda a dor e o sofrimento deste mundo acabem o mais rapidamente possível – especialmente se levarmos em conta que nós iremos eventualmente morrer? Se nós iremos eventualmente morrer, porque não morrer agora?

Darwinismo

Referência:

1. “TOP TEN QUESTIONS FOR DARWINISTS” by Kirk Hastings



A vida pode ter surgido muito antes do que nós imaginávamos
07/11/2014, 9:28 PM
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A vida pode ter surgido muito antes do que nós imaginávamos

A vida no universo pode ser muito mais antiga do que se pensava, se formando apenas 15 milhões de anos após o Big Bang. Nesse cenário de início do universo, planetas rochosos nasceram das sobras de massivas estrelas primordiais que teriam sido aquecidas pelo calor de uma radiação que permeava todo o espaço, que era muito mais quente na época do que é agora.

Um desses mundos antigos poderia ter água líquida em sua superfície independentemente da sua distância de uma estrela e, portanto, pode ter sido habitável para formas primitivas de organismos, assim como a Terra, explica Avi Loeb, que preside o Departamento de Astronomia de Harvard (EUA).

Com a descoberta de exoplanetas, os cientistas estão começando a considerar seriamente que a vida-como-nós-conhecemos exista em outros lugares. “O que eu estou dizendo é que ela também pode ser estendida a outros tempos, anteriores ao nosso”, explica Loeb.

Loeb afirma que, se comprovada, a sua ideia enfraqueceria a teoria do princípio antrópico.

Esta teoria, popular entre muitos cientistas, postula que os valores das principais leis e constantes do universo, como a força eletromagnética, a massa de um nêutron e, talvez a mais importante, a densidade de energia do próprio espaço vazio, conhecida como a constante cosmológica, parecem estar bem afinados para sustentar a vida como a conhecemos. Caso contrário, ela não existiria.

Mas, se a vida pudesse se desenvolver em condições tão extremas e estranhas como as do início do universo, então, os cientistas precisam revisitar a ideia de que as condições em nosso próprio universo maduro são exclusivamente adequadas para abrigar a vida.

“Há cosmólogos que argumentam que os valores da constante cosmológica que observamos hoje devem ser como são para que pudéssemos existir na superfície de um planeta como a Terra, em torno de uma estrela como o sol, em uma galáxia como a Via Láctea. Mas esse pode não ser o caso. A vida pode ter começado muito mais cedo, quando a constante cosmológica era muitas ordens de magnitude maior do que é hoje, durante um tempo que, de acordo com o princípio antrópico, a vida não poderia sobreviver”, contrapõe Loeb.

“Se for esse o caso, então o universo não foi projetado para nós existirmos nele. Podemos ser os retardatários e não o centro do universo biológico. A vida existia anteriormente. Não há nenhum problema nisso”, acrescenta.

O que Loeb percebeu foi que a temperatura da Radiação Cósmica de Fundo em Microondas, uma relíquia radioativa deixada pelo Big Bang que permeia todo o universo, tem variado muito ao longo do tempo. Hoje, ela está perto de zero absoluto; 400 mil anos depois do Big Bang, durante uma era conhecida como “recombinação”, quando átomos de hidrogênio se formaram, ela estava quase tão quente quanto a superfície do sol. Mas, durante uma janela de tempo muito breve, entre 10 e 17 milhões anos após o Big Bang, a temperatura esteve em cerca de 26 graus Celsius, próximo à temperatura ambiente.

Este período também coincide mais ou menos com o que alguns cálculos teóricos sugerem que as primeiras estrelas do universo poderiam ter se formado. Quando essas estrelas antigas – que tinham a massa do nosso sol e uma expectativa de vida muito menor – morreram, elas teriam explodido como supernovas e semeado o espaço ao seu redor com os elementos pesados ​​necessários para a criação de planetas rochosos.

Uma vez formados, esses mundos iniciais não precisariam do calor de estrelas para aquecê-los, porque teriam sido envolvidos pelo espaço que foi aquecido pela Radiação Cósmica.

“Assim, a primeira vez que a vida pode ter começado foi cerca de 15 milhões de anos após o Big Bang. A idade atual do universo é cerca de 13,8 bilhões de anos, então estamos falando de uma época em que o universo tinha apenas um décimo de 1% de sua idade atual”, explica Loeb.

Greg Laughlin, astrônomo da Universidade da Califórnia, nos EUA, diz que a teoria de Loeb é muito “fora da caixa”, e que está quase certamente errada – mesmo porque a maioria das hipóteses científicas vêm a ser incorretas.

“Eu não apostaria dinheiro que a vida existiu naquele início de tempo”, contrapõe Laughlin, que não esteve envolvido no estudo.

No entanto, ideias como a que Loeb propõe são úteis, segundo Laughlin, porque ajudam a chegar no que é considerado possível.

“Isso mostra que precisamos considerar os ambientes que são muito diferentes do que temos aqui na Terra. Eu acho que a ideia de que há planetas habitáveis ​​que são exatamente iguais à Terra, orbitando estrelas como o sol, é ingênua. Esses tipos de especulações amplas fazem um trabalho muito bom ao ampliar a discussão de formas que são úteis”, conclui.

Hype Science

Loeb apresentou uma palestra em Harvard detalhando o estudo:

Referências:

1. Abraham Loeb “The habitable epoch of the early Universe (International Journal of Astrobiology, 09 September 2014, DOI: http://dx.doi.org/10.1017/S1473550414000196) [Em PDF]

Abstract

In the redshift range 100≲(1+z)≲137, the cosmic microwave background (CMB) had a temperature of 273–373 K (0–100°C), allowing early rocky planets (if any existed) to have liquid water chemistry on their surface and be habitable, irrespective of their distance from a star. In the standard ΛCDM cosmology, the first star-forming halos within our Hubble volume started collapsing at these redshifts, allowing the chemistry of life to possibly begin when the Universe was merely 10–17 million years old. The possibility of life starting when the average matter density was a million times bigger than it is today is not in agreement with the anthropic explanation for the low value of the cosmological constant.

2. “Could Life Have Existed Just 15 Million Years After The Big Bang?” (Science2.0,  October 23rd 2014)



Parece cada vez mais plausível que vivemos em um multiverso
07/11/2014, 7:39 PM
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Poderia o nosso enorme universo ser apenas um de muitos? Cada vez mais os físicos acham que sim.

Esta ilustração demonstra a inflação eterna onde na qual nosso universo seria apenas uma bolha dentre inúmeras outras.

Esta ilustração demonstra a inflação eterna onde na qual nosso universo seria apenas uma bolha dentre inúmeras outras.

Antes cautelosos com a hipótese de multiverso, os cientistas agora estão mais inclinados a esta forma radical de pensar, em parte porque ela ajuda a explicar por que nosso universo é o único com os ingredientes físicos certos para tornar a vida possível.

Até agora, não encontramos nenhuma outra forma de vida em nenhum outro local que não a Terra. Pelo menos não no nosso universo.

A teoria do multiverso, se for verdadeira, pode sugerir que a vida é mais comum do que pensamos – ela pode existir também em outros universos.

O problema dessa hipótese, no entanto, é como testá-la.

Os defensores da ideia de multiverso devem mostrar que, entre os universos raros que sustentam a vida, o nosso é estatisticamente normal. A dose exata de energia do vácuo, a massa precisa do bóson de Higgs e outras anomalias devem ter chances altas de surgirem dentro do subgrupo de universos habitáveis.

Se as propriedades desse universo ainda parecerem atípicas mesmo no subconjunto habitável, então a explicação do multiverso é falha. Mas o infinito sabota a análise estatística. Em um multiverso eternamente inflado, onde qualquer bolha (qualquer universo) pode se formar infinitamente, como medimos o que é “típico”?

Em um único universo, vacas nascidas com duas cabeças são mais raras do que vacas nascidas com uma cabeça. Mas, em um multiverso infinitamente ramificado, há um número infinito de vacas de duas cabeças e um número infinito de vacas com uma cabeça.

Como fica essa relação, então?

Durante anos, a incapacidade de calcular as razões de quantidades infinitas impediu a hipótese do multiverso de fazer predições testáveis sobre as propriedades deste universo múltiplo. Para a hipótese amadurecer em uma teoria da física de pleno direito, a questão da vaca de duas cabeças exige uma resposta. Continue lendo…

Hype Science

Referências:

1. “In a Multiverse, What Are the Odds?” (QUANTA magzzine, November 3, 2014)