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Universo pode não estar se expandindo tão rapidamente
14/04/2015, 9:59 PM
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Universo pode não estar se expandindo tão rapidamente

.Supernovas Tipo Ia

Astrônomos descobriram que as supernovas usadas para medir as grandes distâncias no Universo não são todas do mesmo tipo. Isto altera o entendimento sobre a velocidade e a aceleração da expansão do Universo, uma vez que toda a teoria atual se fundamenta nessas supernovas, conhecidas como Tipo Ia. Os novos resultados sugerem que a aceleração da expansão do universo pode não ser tão rápida como se acreditava, o que tem implicações diretas sobre a força hipotética conhecida como energia escura, que seria responsável por essa aceleração.

Aceleração da expansão do Universo

A expansão do Universo foi descoberta por Georges Lemaitre e Edwin Hubble há quase um século. Mas que essa expansão está aumentando de velocidade é algo que só ganhou grande aceitação entre os físicos depois que o Prêmio Nobel de Física de 2011 foi concedido a três pesquisadores que estudaram as supernovas Ia – em 1998 – e perceberam que aquelas mais distantes apresentam um brilho mais fraco do que o esperado. Mas uma equipe liderada por Peter Milne, da Universidade do Arizona, descobriu agora que nem todas as supernovas Ia são iguais, tendo sido identificados pelo menos dois grupos com características – e brilhos – distintos.

“Existem diferentes populações [de supernovas Ia] lá fora, e elas não foram reconhecidas. A grande hipótese foi de que as supernovas do Tipo Ia são as mesmas conforme você se afasta. Esse não parece ser o caso”, disse Milne.

A ideia por trás do raciocínio mais aceito atualmente é que supernovas do Tipo Ia teriam todas o mesmo brilho – todas seriam muito semelhantes depois de explodirem. Assim, a identificação de algumas delas com brilho mais fraco do que o esperado levou à conclusão de que elas estariam se afastando cada vez mais rapidamente. Foi então que surgiu a hipótese da energia escura, para justificar essa aceleração da expansão.

“Como elas têm um brilho mais fraco do que o esperado, isto levou as pessoas a concluírem que elas estão mais longe do que o esperado, e isso, por sua vez, levou à conclusão de que o universo está se expandindo mais rápido do que no passado,” acrescentou Milne.

Tipos de supernovas

Milne e seus colegas observaram uma grande amostra de supernovas Ia em luz ultravioleta e em luz visível, combinando dados captados pelo telescópio espacial Hubble com outros captados pelo telescópio Swift, que detecta até radiações na faixa dos raios gama. Os dados mostram que as supernovas Ia variam ligeiramente no sentido do vermelho ou do azul do espectro. As diferenças são sutis na luz visível, que tinha sido usada pelos ganhadores do Nobel, mas tornaram-se evidentes através das observações do Swift na faixa do ultravioleta.

A equipe concluiu que ao menos uma parte da aceleração da expansão do universo pode ser explicada por diferenças de cor entre os dois grupos de supernovas. Isto, por decorrência, exige menos energia escura do que se assume atualmente.

“Estamos propondo que os nossos dados sugerem que pode haver menos energia escura do que está nos livros didáticos, mas não podemos colocar um número nisso,” disse Milne. “Para obter uma resposta final, será necessário fazer todo aquele trabalho novamente, separadamente para a população de [supernovas Ia] vermelhas e azuis.”

Controvérsias

Em 2011, um estudo de astrônomos brasileiros questionou a aceleração da expansão do Universo, sobretudo porque não há uma comprovação direta da teoria. Em 2013, um cosmologista alemão foi ainda mais longe, defendendo que o Universo não está nem mesmo se expandindo, menos ainda se acelerando.

Em 2014, pesquisadores chineses elaboraram uma nova técnica que eles acreditam poder ser usada para avaliar de uma vez por todas se o Universo está mesmo acelerando ou não, uma técnica que não depende das supernovas Ia.

Inovação Tecnológica
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Referência:
1. Peter A. Milne, Ryan J. Foley, Peter J. Brown, Gautham Narayan “The Changing Fractions of Type ia Supernova Nuv-optical Subclasses with Redshift” (The Astrophysical Journal, Vol.: 803, 1, 20, DOI: 10.1088/0004-637X/803/1/20)
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 Abstract
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Ultraviolet (UV) and optical photometry of Type Ia supernovae (SNe Ia) at low redshift have revealed the existence of two distinct color groups, composed of NUV-red and NUV-blue events. The color curves differ primarily by an offset, with the NUV-blue $u-v$ color curves bluer than the NUV-red curves by 0.4 mag. For a sample of 23 low-redshift SNe Ia observed with Swift, the NUV-red group dominates by a ratio of 2:1. We compare rest-frame UV/optical spectrophotometry of intermediate- and high-redshift SNe Ia with UVOT photometry and Hubble Space Telescope spectrophotometry of low-redshift SNe Ia, finding that the same two color groups exist at higher redshift, but with the NUV-blue events as the dominant group. Within each red/blue group, we do not detect any offset in color for different redshifts, providing insight into how SN Ia UV emission evolves with redshift. Through spectral comparisons of SNe Ia with similar peak width and phase, we explore the wavelength range that produces the UV/optical color differences. We show that the ejecta velocity of NUV-red supernovae (SNe) is larger than that of NUV-blue objects by roughly 12% on average. This velocity difference can explain some of the UV/optical color difference, but differences in the strengths of spectral features seen in mean spectra require additional explanation. Because of the slightly different $b-v$ colors for these groups, NUV-red SNe will have their extinction underestimated using common techniques. This, in turn, leads to underestimation of the optical luminosity of the NUV-blue SNe Ia, in particular, for the high-redshift cosmological sample. Not accounting for this effect should thus produce a distance bias that increases with redshift and could significantly bias measurements of cosmological parameters.


Chifre de triceratops de 33.500 anos confirma que dinossauros e seres humanos conviveram juntos
09/04/2015, 7:29 AM
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Por April Holloway

Fóssil do chifre de um Triceratop

Fóssil do chifre de um Triceratops

Um chifre da testa de um triceratop descoberto no Dawson County, Mont., foi de maneira controversa datado com a idade de 33,500 anos, colocando em causa a visão que afirma que os dinossauros morreram há cerca de 65 milhões de anos.

Este achado sugere de modo radical que os seres humanos podem ter caminhado na Terra lado a lado a estes répteis assustadores há milhares de anos atrás. O chifre do triceratop foi escavado em Maio de 2012 e guardado no “Glendive Dinosaur and Fossil Museum”. O museu, que desde 2005 tem cooperado com o Paleochronology Group, uma equipa de consultores na geologia, paleontologia, química, engenharia e educação, enviou uma amostra da parte externa do chifre ao chefe do Paleochronology Group, Hugh Miller, a pedido deste como forma de levar a cabo testes com o Carbono-14.

Miller enviou a amostra para a Universidade da Geórgia (“Center for Applied Isotope Studies”) para este propósito. A amostra foi então dividida em duas frações com a maior parte ou produtos resultantes do colágeno a dar uma idade de 33,570 ± 120 anos, e a fração de carbonato da bioapatite óssea a dar uma idade de 41,010 ± 220 anos [UGAMS-11752 & 11752a]. O Sr Miller disse à Ancient Origins que é sempre preferível datar várias fracções com o carbono-14 (o que Miller exigiu) como forma de minimizar a possibilidade de erros e que uma concordância essencial foi atingida nos milhares de anos tal como em todas as frações ósseas de 10 outros dinossauros.

Triceratops, nome que significa “face com três chifres”, é um gênero de dinossauro herbívoro ceratopsid de quem se diz ter inicialmente aparecido durante a parte final da era Maastrichtian e na parte final do período Cretáceo – há cerca de 68 milhões de anos atrás naquilo que atualmente é a América do Norte – e havendo se extinguido no evento de extinção do Cretáceo-Paleogene há 66 milhões de anos atrás. No entanto, cientistas do Paleochronology Group, que levam a cabo pesquisas relacionadas a “anomalias da ciência”, salientam que os dinossauros não morreram há milhões de anos atrás e que existem evidências suficientes em favor da tese de que eles se encontravam vivos até há cerca de 23,000 anos atrás.

Ilustração artística de um Tricerátops

Ilustração artística de um Triceratops

té recentemente, a datação com o Carbono-14 nunca era usada para testar ossos de dinossauros visto que as análises só são fiáveis até aos 55,000 anos. Os cientistas nunca consideraram proveitoso fazer testes nesses ossos porque era crença geral que os dinossauros haviam-se extinguido há 65 milhões de anos, datação obtida a partir de datação radiométrica às camadas vulcânicas no topo ou por baixo dos fósseis – método que o Paleochronology Group declara ter “problemas sérios e onde pressuposições consideráveis têm que ser feitas.”

Miller disse o seguinte ao Ancient Origins:

“Tornou-se claro com o passar dos anos que não só os paleontólogos estavam a negligenciar o teste aos ossos de dinossauro em busca de conteúdo C-14, como se recusavam de todo a fazê-lo. Normalmente, um bom cientista ficará curioso em torno das idades dos ossos fósseis importantes”.

Os resultados em torno da análise ao Chifre do Tricerotops não são únicos; segundo Miller, foram feitos numerosos testes com o C-14 aos ossos de dinossauros, e, surpreendentemente, todos eles deram idades na ordem dos milhares de anos e não na ordem dos milhões de anos:

Eu [Miller] organizei o “Paleochronology Group” em 2003 como forma de preencher um vazio relativa à madeira fóssil e também aos ossos de dinossauros visto que eu estava curioso em relação à sua idade através da datação C-14. Nós temos, consequentemente, usado a datação C-14 para resolver o mistério do porquê tecido macio e imagens de dinossauros existirem por todo o mundo. O nosso modelo previa que os ossos de dinossauro iriam ter quantidades significantes de C-14 e de facto, e no intervalo temporal que vai dos 22,000 aos 39,000 anos BP, eles têm.

Há muito tempo que numerosos pesquisadores independentes têm alegado a existência de evidências em favor da tese de que homens e dinossauros caminharam juntos sobre a Terra, tais como centenas de obras de arte antigas e artefatos que aparentam descrever dinossauros muito antes da ciência moderna ter unido os fósseis de dinossauros e ter levado a cabo análises de modo a produzir reconstruções detalhadas da sua aparência. No entanto, ainda mais intrigante é a descoberta de tecido macio nos fósseis de dinossauro.

Na edição de Março de 2005 da Science, a paleontóloga Mary Schweitzer e a sua equipa anunciaram a descoberta de tecido macio dentro do osso duma perna de Tiranossauro rex  (encontrado na Hell Creek Formation no Montana) datado com 68 milhões de anos – uma descoberta controversa se levarmos em conta que os cientistas eram de opinião de que as proteínas do tecido macio se degeneravam em menos de 1 milhão de anos na melhor das condições. Depois de ter sido recuperado, o tecido foi reidratado e os testes revelaram sinais de estruturas intactas tais como vasos sanguíneos, matrizes ósseas, e tecido conjuntivo.

Mais recentemente, Mark Armitage e Kevin Anderson publicaram na “Acta Histochemica (revista por pares) os resultados de análises microscópicas de tecido macio dum chifre de triceratops. Armitage, um criacionista, alegou que tal preservação de células é uma impossibilidade científica se realmente os dinossauros tiverem caminhado na Terra há mais de 66 milhões de anos atrás. Com base nisto, ele deu início a uma discussão com os seus colegas e estudantes em torno da implicação de tal descoberta estar de acordo com a perspectiva criacionista, e que os dinossauros existiram muito mais tarde do que a altura temporal que a corrente científica oficial defende, um ato que lhe valeu ser imediatamente despedido da Universidade da Califórnia.

Embora o Paleochronology Group afirme não ser “de nenhuma crença ou denominação particular”, sem dúvida que existem aqueles com crenças criacionistas dentro do grupo, um fato que os críticos apontam como algo que pode perturbar os seus resultados. No entanto, o grupo apelou a qualquer cientista que replique os seus resultados levando a cabo rigorosos testes de C–14 às amostras de dinossauro.

Todas as amostras testadas renderam porções significativas de Carbono-14 através de extensivos cruzamentos de verificação às idades do colágeno ósseo, produtos orgânicos e carbonatos provenientes do bioapatite óssea das unidades de AMS e obtidas em concordância. Logo, as probabilidades sobrepujantes são da maioria, se não todos, os ossos de dinossauro não-petrificados ou até aqueles que supostamente estão petrificados presentes nos museus e nas universidades virem a demonstrar resultados semelhantes. Portanto, apelamos a todas as pessoas responsáveis por essas coleções para ver se elas podem replicar os nossos resultados. As implicações são imensas.

Até agora, o desafio tem sido rejeitado pelos outros cientistas, e tentativas anteriores de publicar os resultados de C-14 foram repetidamente bloqueadas. Dados crus, vazios de interpretação, foram bloqueados de apresentação nos procedimentos conferenciais por parte da 2009 North American Paleontological Convention”, a American Geophysical Unionem 2011 e em 2012, a Geological Society of America em 2011 e 2012, e por parte de vários editores de revistas científicas.

O Center for Applied Isotope Studies na Universidade da Geórgia, que levou a cabo o teste “cego” ao C-14 dos ossos de dinossauro sem saber que eram ossos de dinossauro, recusou-se a levar a cabo mais testes ao C-14 depois de saber que estavam a testar ossos de dinossauro. O paleontólogo Jack Horner, curador no Museum of the Rockies da Montana State University”, que escavou os restos de Tiranossauros rex que continham  o tecido macio, chegou até a recusar-se a receber um financiamento de $23,000 para continuar a fazer testes ao C-14 dos restos. Miller diz:

O público precisa de ficar a saber que a descoberta de tecido macio, do C-14 nos ossos de dinossauros, e das representações de dinossauros espalhadas por todo o mundo tornam as crenças [evolutivas] atuais em relação à sua idade obsoletas. A ciência centra-se na partilha das evidências, e no deixar que as apostas caiam onde quer que caiam.

Embora haja a possibilidade dos resultados relativos ao C-14 serem consequência de contaminação ou erro (embora os resultados tenham sido replicados e tenham sido levados a cabo pré-tratamentos rigorosos por parte Universidade da Geórgia como forma de controlar isto), ou de algum outro fator ainda desconhecido pela ciência, parece razoável esperar que os cientistas tentem replicar resultados tão inovadores.

Referências:

1. “Did Humans Walk the Earth with Dinosaurs? Triceratops Horn Dated to 33,500 Years” (Epoch Times, January 25, 2015)

2. “Did Humans Walk the Earth With Dinosaurs? Triceratops Horn Dated to 33,500 Years” (Ancient Origins, 10 January, 2015)



Evolução do olho: Suposição e não ciência
08/04/2015, 8:46 PM
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[Em 2011], Trevor Lamb (neurocientista Australiano) escreveu um artigo para a Scientific American – com o título de “Evolution of the Eye” (“A Evolução do Olho”) – que continha uma história narrada como se ele tivesse de fato testemunhado um globo ocular genuíno a evoluir. Mas em vez de disponibilizar evidências científicas, a sua apresentação dependeu mais de falácias lógicas. Primeiro, Lamb conferiu uma inteligência divina a uma força inanimada que ele deu o nome de “pressões seletivas”.

Ele escreveu: “À medida que o corpo foi aumentando de tamanho, aumentaram também as pressões seletivas que favoreceram a evolução dum outro tipo de olho: a variedade [do olho vertebrado] tipo câmara”. Mas só um agente inteligente – e não fatores ambientais passivos e irracionais – é que poderia moldar a enorme coleção de partes interdependentes que formam os olhos. Lamb escreveu também que a “seleção natural”… Opera com o material que tem à sua disposição” embora só pessoas é que podem “operar”.(2)

O artigo faz da evolução dos olhos algo fácil de imaginar ao excluir os detalhes complicados da anatomia dos olhos. De que forma é que a “seleção” iria gradualmente posicionar os 12 músculos que habilmente movem o globo ocular dentro da cavidade ocular, incluindo aquele que usa uma polia para girar de modo adequado os olhos? (3) E mesmo que olhos perfeitamente formados e os respectivos músculos de controle tivessem de alguma forma conseguido evoluir, este aparato seria inútil sem as computações involuntárias que fazem com que o olho esquerdo e o direito se movam de forma combinada. Para além de omitir estas características vitais, Lamb não explica como é que as “pressões seletivas” iriam programar o cérebro de modo a que este convertesse o input da luz crua em imagens mentais discerníveis.

Lamb escreve, “Os biólogos fizeram recentemente avanços significativos nas pesquisas em torno da origem do olho ao estudarem a maneira como ele se forma nos embriões em desenvolvimento”.

Evolução do olho Suposição e não ciência

Complexidade do olho humano

Ele sugere que o desenvolvimento do olho embrionário progride do mais simples para o mais complicado num padrão semelhante ao da evolução do olho. Mas os olhos embrionários têm que começar pequenos e desde logo, relativamente mais simples. Assumindo (sem qualquer evidência objetiva) que o desenvolvimento embrionário é um espelho do passado evolutivo apenas assume uma resposta em relação a uma origem evolutiva. Dito de outra forma, pode-se usar o desenvolvimento embrionário para concluir que o olho dos vertebrados evoluiu, se assumirmos à partida que “muitos aspectos do desenvolvimento dum individuo espelha os eventos que ocorreram durante a evolução dos seus ancestrais.” (2)

Isto usa a evolução para provar a evolução – claramente um círculo ilógico. Ao contar a sua história evolutiva em torno da origem dos olhos, Lamb usa termos tais como modifica”“divergiram”, “proliferaram”, “surgiram”, “favorecendo”“inserindo-se a eles mesmos”“emergência”, e “evoluíram” – ignorando o fato de ninguém ter alguma vez visto “pressões seletivas” irracionais e sem-direção a fazer qualquer uma destas coisas. Estas palavras “mágicas” escondem a falta de explicações cientificas para a origem dos olhos, e “transmitem convicções esperançosas de que, se os evolucionistas apenas acreditarem profundamente, as suas explicações têm que ser verdadeiras, e um dia serão mesmo verdadeiras – embora essas explicações se encontrem em oposição a todas as evidências científicas.” (4)

Palavras mágicas e falácias lógicas são substitutos miseráveis da ciência e da razão, mas aparentemente elas são as melhores ferramentas explicativas para aqueles que estão determinados a encontrar causas totalmente naturalistas para a origem dos olhos. Tendo como base as evidências, a Fonte mais lógica desde design magistral é o Designer Supremo.

Darwinismo

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COMENTÁRIO NOSSO:

Por Daniel Froes Zordan

Os naturalistas estão a ‘milhões de anos de distância’ para entender que o olho é resultado de um ‘Designer Inteligente’. O olho humano não seria um sistema útil caso todas as partes que o compõe não estivessem presentes e funcionando apropriadamente ao mesmo tempo. Se o olho possui um sistema de complexidade “irredutível” (ou seja, se faltar uma peça o sistema não funciona), como podem afirmar que esse complexo sistema seja fruto de mudanças lentas, aleatórias e graduais da evolução? Como a seleção natural levaria cada parte do olho a configurações mais eficientes e vantajosas gerando ordem e complexidade? Existe algum lugar no Universo que isso ocorra? Para crer que o olho é resultado de uma evolução – somente ignorando as improbabilidades, impossibilidades e as leis da lógica. Caso contrário, é IMPOSSÍVEL!

Referências:

1. Brian Thomas  “Eye Evolution: Assumption, Not Science” (Institute for Creation Research. August 29, 2011)

2. Lamb, T. D. “Evolution of the Eye” (Scientific American, July 2011, 305 (1): 64-69)

3. Gurney, P. “Our eye movements and their control: part 1” (Journal of Creation (formerly TJ), 2002, 16 (3): 111-115)

4. Guliuzza, R. “Unmasking Evolution’s Magic Words” (Acts & Facts, 2010, 39 (3): 10-11)

* Mr. Thomas is Science Writer at the Institute for Creation Research.



Testes genéticos colocam em causa teoria da evolução
07/04/2015, 7:37 AM
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Tentilhões

Tentilhões

Os tentilhões das Ilhas Galápagos são um símbolo icônico da teoria da evolução de Charles Darwin. No entanto, as evidências científicas reais validando a teoria de Darwin de que “uma [destas espécies] havia sido tomada e modificada para fins distintos” há muito que tem sido colocada em causa.

Naquela que é uma das investigações genéticas mais compreensivas até ao dias de hoje, uma equipa de cientistas liderada por Sangeet Lamichhaney da Universidade Uppsala na Suécia, acaba de publicar o seu artigo com o título “Evolution of Darwin’s finches and their beaks revealed by genome sequencing” (1) na prestigiosa revista científica com o nome de Nature. No entanto, e mais uma vez, as evidências genéticas falham ao não demonstrarem como é que “uma espécie havia sido tomada e modificada.”

Evidências Genéticas

Ao focarem a sua atenção no gene associado ao controle do desenvolvimento da forma do bico das aves, o gene ALX1, a equipa descobriu “discrepâncias enormes com a taxonomia baseada no fenótipo”. Isto não são propriamente boas notícias para a indústria da evolução visto que as diferenças genéticas entre os tentilhões falham ao não se alinharem com o fenótipo – termo referente às características físicas e morfológicas.

As evidências genéticas da pesquisa foram extraídas de amostras de sangue de 120 tentilhões capturados em redes mistas (e posteriormente libertados) posicionadas nas Ilhas Galápagos e nas Ilhas Cocos, e dois grupos próximos de tanagers [espécie de pássaro] das Ilhas Bardados.

O gene ALX1 não só falhou ao não se corresponder de forma consistente com o tamanho e a forma dos bicos, como – e mais importante ainda – serviu para que a equipa apurasse não haver qualquer relacionamento transicional entre os tentilhões, vazios de algum tipo de evidências que sirvam de identificação do ancestral comum – a raiz da árvore de Darwin.

Em vez de se encontrarem evidências das “mudanças [genéticas] pequenas e sucessivas” entre os tentilhões, a equipa descobriu uma partilha de genes – e não mudanças genéticas evolutivas e sequenciais. “Era evidente uma partilha extensiva de variações genéticas entre as populações, particularmente entre os tentilhões terrestres e os arbóreos, com quase nenhuma diferença fixa entre as espécies de cada grupo”.

O Colapso da Árvore de Darwin

A equipa foi incapaz de reconstruir uma árvore baseada nos genes (e com formas transicionais desde a raiz até aos ramos superiores) para nenhuma das populações de tentilhões. Nem foram identificadas as formas transicionais dos nós ramificados da árvore.

Adicionado ainda mais um dilema à teoria da evolução, a equipa “encontrou uma quantidade considerável de diversidade genética dentro de cada população”, salientando que “a ordem de ramificação exata entre …. os tentilhões terrestres e os arbóreos tem que ser interpretada cuidadosamente.” Isto não é propriamente a volta de vitória que a indústria da evolução desejaria.

A imagem genética que emerge entre as populações de tentilhões das Galápagos e das Ilhas Cocos é tão complicada como uma novela de Tolstoy. Geoffry Mohan, escrevendo para o Los Angeles Times (2), chegou até a notar que “as espécies que eram geneticamente semelhantes numa ilha não eram intimamente relacionadas noutras ilhas…… [que] pode ser interpretado como evidência duma hibridização.” As evidências genéticas em favor duma distinção clara entre as populações não existiam.

Uma vez que uma bem sucedida e contínua hibridização na natureza só ocorre dentro da mesma espécie, as evidências apontam para uma única espécie de tentilhões – algo que não está de acordo com a teoria de Darwin de que “uma espécie … [foi] tomada e modificada.”

Lamichhaney não está sozinho; Stephen O’Brien, co-fundador do Genome 10K Project,  havia antecipado previamente, em 2012, que “o empoderamento das sequências genéticas dos tentilhões de Darwin iria iniciar a resolução dos enigmas evolutivos que há um século têm deixado os biólogos perplexos.” Embora o Genome 10K Project tenha anunciado que “os cientistas sequenciaram o genoma de um dos tentilhões icónicos das Galápagos descritos por Darwin,” o Genome 10K-Project ainda não publicou qualquer tipo de evidência que resolva os “enigmas evolutivos” da teórica árvore de Darwin.

Akie Sato, do Max-Planck-Institut für Biologie, Alemanha, e num artigo com o nome de “Phylogeny of Darwin’s finches as revealed by mtDNA sequences” (3) também falhou em distinguir as populações de tentilhões em espécies sequências distintas: “A classificação tradicional das espécies de tentilhões terrestres em seis espécies, e os tentilhões arbóreos em cinco espécies, não se reflete nos dados moleculares.”

Peter e Rosemary Grant, a infame equipa marido-e-mulher que dedicou a sua carreira profissional ao estudo dos tentilhões de Darwin, confirmaram as observações de Sato. Num artigo com o nome de “Comparative landscape genetics and the adaptive radiation of Darwin’s finches: the role of peripheral isolation” (4), publicado em na edição de Setembro de 2005 da revista “Molecular Ecology”, eles pura e simplesmente declararam que as evidências apontam para uma “dissociação da evolução morfológica e molecular” – evidências científicas devastadoras para a ingênua teoria de Darwin.

Revolução Genética Derruba Teoria da Evolução

A revolução genômica [tem]…. efetivamente derrubado a metáfora central da biologia evolutiva, a Árvore da Vida,” – assim alega Eugene V. Koonin do “National Center for Biotechnology Information” no seu livro The Logic of Chance. O esquema da árvore de Darwin foi, agora, substituído pelo esquema da radiação.

Este esquema (foto) revisto foi publicado na Nature por parte de Nipam H. Patel e com o título de “Evolutionary biology: How to build a longer beak” (5) No entanto, esta revisão tem os mesmos problemas que a árvore de Darwin: ausência de ancestrais e de formas transicionais.

Testes genéticos colocam em causa teoria da evolução

John Archibald, da Universidade Dalhousie, alega no seu livro “One Plus One Equals One” (2014) encontrar pontos comuns com Koonin e salienta: “a árvore da vida tem passado por muitas dificuldades….. [com] a imagem geral que emerge sendo uma de mosaicismo”– e não uma de mudanças evolutivas onde “uma espécie…é tomada e modificada” para outra espécie.”

Surpreendentemente, David Baum e Stacey Smith no seu livro “Tree Thinking, an Introduction to Phylogenetic Biology” (2013) avançam ainda mais com as alegações, afirmando que “O nosso conhecimento do processo molecular não é suficientemente bom para descartar uma origem independente.”

Genômica confirma Gênesis

Os tentilhões de Darwin falham os testes genéticos. Embora a revolução genômica continue a fragilizar o conceito da evolução biológica, um padrão mosaico da natureza começa a surgir, revelando evidências científicas que são compatíveis com a descrição da criação presente no Livro de Gênesis, para além de revelarem os tentilhões de Darwin como a versão do século 21 do Homem de Piltdown.

A teoria da evolução já foi uma teoria em crise, mas hoje em dia é uma crise sem teoria. A evolução biológica existe apenas como uma facto filosófico, e não como uma facto científico.

Darwinismo

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COMENTÁRIO NOSSO:

Por Daniel Froes Zordan

Durante boa parte do século XX, a ‘teoria Darwiniana’, foi uma das ‘hipóteses’, talvez a única, capaz de tentar explicar o aparecimento das diversas espécies conhecidas no planeta terra.

Em seu livro “A Origem das Espécies”, publicado em 1859, Charles Darwin procurou fornecer explicações, com base em suas observações, de que a vida teria evoluído, sendo a ‘seleção natural’ a responsável pela complexidade da diversidade dos seres vivos por meio adaptativos.

De fato, o conhecimento científico da época de Darwin era bem limitado. Darwin acreditava que uma célula era algo simples. Mas hoje sabemos que uma célula tem estruturas de complexidade irredutível. São milhões de nucleotídeos precisamente sequenciados e ajustados, que formam um sistema de maquinas moleculares dotadas de múltiplas partes funcionalmente integradas e precisamente coordenadas.

Darwin não tinha ideia de como era complexo o olho humano. Como teria surgido os mais de 400.000 fotosensores por milímetro quadrado existente na retina? Não há explicação. Nenhum mecanismo evolutivo na atualidade é capaz de explicar como tal complexidade teria evoluído.

Como a teria naturalista-evolucionista poderia explicar toda complexidade existente nos pilares da vida? Estes são os maiores desafios para os evolucionistas.

Dr. Hubert P. Yochey, disse “A pesquisa sobre a origem da vida parece ser a única no sentido de que a conclusão tem sido aceita de forma autoritária… O que falta é encontrar os cenários que descrevam de forma detalhada os mecanismos e processos pelos quais a vida teria acontecido. Uma pessoa pode concluir que, ao contrário do conhecimento estabelecido e atual que descreve a origem da vida na terra através do acaso e de causas naturais baseadas em fato e não na fé, ainda não foram dadas descrições detalhadas”. (“A calculation of the probability of spontaneous biogenesis by information theory”, Journal of Theoretical Biology, 67:377-398, 1977, pag. 379, 396)

Conclusão: Darwin quando observou a vida na terra, principalmente os pássaros tentilhões, não tinha o conhecimento que temos hoje da imensa complexidade da vida.

Microevolução: É totalmente aceito e comprovado que ‘microevolução’ (ou melhor, “micro-variação”) que são recombinações do material genético existente, são as responsáveis pelas “diversidades” dentro de um grupo (espécie) específico. O que seria essa diversidade? Seria, por exemplo, variações na cor dos olhos, na pele, nos pelos, nas flores, nas folhas, bicos (longo, curto, fino, grosso…), pata (curta, longa, fina, grossa…) etc., dentro de uma mesma espécie. Ou seja, na família dos Felídeos você tem tigre, onça, leopardo. (Veja foto abaixo)

Felídeos

Felídeos

Maroevolução: Seria  uma evolução que ocorre acima do nível de espécie. Segundo os evolucionistas-naturalistas, esse foi o processo responsável por transformações que deram origem a grupos, tais como répteis e mamíferos, e que extinguiram outros. A macroevolução, diferentemente da microevolução, é um processo que necessita de milhares, milhões de anos para que mudanças ocorram. (Veja exemplo na imagem abaixo)

Testes genéticos colocam em causa teoria da evolução7

A diferença entre microevolução (microevolution) e macroevolução (macroevolution) pode ser comparada na foto abaixo:


transition fossil
A diferença entre as teorias da Criação (Creation) e da Evolução (Evolution) seguem na imagem abaixo:

Testes genéticos colocam em causa teoria da evolução8

Referência:

1. Sangeet Lamichhaney, Jonas Berglund, Markus Sällman Almén, Khurram Maqbool, Manfred Grabherr, Alvaro Martinez-Barrio, Marta Promerová, Carl-Johan Rubin, Chao Wang, Neda Zamani, B. Rosemary Grant, Peter R. Grant, Matthew T. Webster, Leif Andersson “Evolution of Darwin’s finches and their beaks revealed by genome sequencing”. (Nature, 19 February 2015, ISSN 0028-0836, E-ISSN 1476-4687, Vol. 518, no 7539, DOI: 10.1038/nature14181)

2. Geoffry Mohan “Genome study unmasks evolution of Darwin’s finches” (Los Angeles Time, February 11, 2015)

3. Akie Sato, Colm O’hUigin, Felipe Figueroa, Peter R. Grant, B. Rosemary Grant, Herbert Tichy, and Jan Klein Phylogeny of Darwin’s finches as revealed by mtDNA sequences” (Proceedings of the National Academy of Sciences U S A. 1999 Apr 27; 96 no. 9, 5101–5106doi: 10.1073/pnas.96.9.5101) [Em PDF]

4. Petren K1, Grant PR, Grant BR, Keller LF “Comparative landscape genetics and the adaptive radiation of Darwin’s finches: the role of peripheral isolation” (Molecular Ecology, 2005 Sep;14(10):2943-57, DOI: 10.1111/j.1365-294X.2005.02632.x)

5. Nipam H. Patel “Evolutionary biology: How to build a longer beak” (Nature, 442, 515-516, 3 August 2006, doi:10.1038/442515a)



A teoria do Big Bang pode ser extinta
04/04/2015, 5:21 AM
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A teoria do Big Bang pode ser extinta

Ilustração artística de um Quasar

A teoria do Big Bang, de que o Universo começou a partir de um ponto extremamente denso e que, ao explodir, criou o cosmos em expansão que conhecemos está prestes a, com o perdão do trocadilho, entrar em colapso.

Criada em 1931, a teoria afirma que essa explosão se deu a 13.7 bilhões de anos atrás. O problema é que estamos descobrindo que esse tempo é insuficiente para explicar a formação atual do Universo.

Um exemplo? Pesquisadores descobriram o SDSS J0100+2802, um quasar que contém um buraco negro com uma massa de 12 bilhões de sóis e que seria 900 milhões de anos mais jovem do que o Big Bang. O problema é que buracos negros demoram bastante até acumular massa – e 900 milhões de anos não seria tempo suficiente para que este se formasse. Será que ele é mais antigo do que o período estimado do Big Bang?

Astrônomos já descobriram mais de 200 mil quasars – e esperam que, entre eles, existam mais ocorrências como o SDSS J0100+2802.

Outro exemplo é a poeira feita de elementos pesados em uma galáxia que seria apenas 700 milhões de anos mais nova que o Big Bang. Esses elementos se formam quando uma estrela se aproxima do final de sua vida, processo que demora bilhões de anos. Mais um caso de elementos mais velhos do que o início do Universo?

Então como explicar o início de… tudo? De acordo com este artigo (escrito por Rick Rosner) a teoria que substituirá o Big Bang irá tratar o Universo como um processador de informação. O Universo é feito de informação e usa esses dados para se definir. Tanto a mecânica quântica como a relatividade pertencem às interações da informação e a teoria que uní-las será baseada nisso.

“O Big Bang não descreve um Universo capaz de processar informações. Processadores não explodem após um cálculo. Você não joga seu smartphone fora depois de mandar uma única mensagem. O Universo verdadeiro se recicla através de pequenas explosões, iluminando galáxias velhas que funcionam como memória quando necessário”, afirma.

Confira o artigo completo aqui.

UPDATE: Tendo em vista os comentários pertinentes de leitores, devemos acrescentar algumas informações ao texto acima. A primeira é que, apesar dos cálculos indicados pelo texto estarem corretos e trazerem dúvidas sobre o Big Bang, eles não provam que o modelo está ultrapassado – há mais explicações possíveis para isso, como uma possível falta de compreensão sobre a formação de buracos negros. Sendo assim, o Big Bang continua sendo o modelo mais aceito pela comunidade científica, apesar de enfrentar resistência.

Também devemos acrescentar que o autor do artigo original, no qual essa nota se baseia, não é um especialista na área – Rick Rosner é um roteirista. Mesmo assim, suas observações e cálculos condizem com estudos publicados tanto sobre o quasar quanto sobre metais pesados em galáxias antigas. Claro, suas observações são passíveis de questionamentos.

Revista Galileu

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COMENTÁRIO NOSSO:

Por Daniel Froes Zordan

Antes de mais nada, é importante lembrar que a expressão “Big-Bang” foi criada por Edgar Allan Poe (1809-1849). Em seu livro “Eureka” (publicado em 1848) Edgar A. Poe sugeriu que o universo tinha sido criado “do nada” por Deus, através de uma imensa explosão de uma partícula primordial. Nascia então a mais famosa das teorias da origem do universo, o Big-Bang.

Outro ponto importante a notar é que, o Big-Bang, em certa parte, está em conformidade com as escrituras. Ou seja, o universo teve um início. No passado, todas as religiões diziam que “os deuses foram criados pelo universo”, dando ênfase de que o “universo era eterno”. Somente as escrituras hebraicas descrevia ao contrário, “Deus criou o universo” e que “somente Deus é Eterno”. Portanto, a teoria do Big-Bang veio apenas para corroborar com o que as escrituras já diziam “No princípio criou Deus, os céus e a terra” (Genesis 1:1).

Vamos ao que interessa.

13,7 bilhões de anos é insuficiente para explicar a formação atual do universo? Sim, é insuficiente (Veremos mais abaixo). De acordo com os dados (dos naturalistas), a 13,7 bilhões de anos atrás, toda a matéria existente no universo estava concentrada em um ponto ínfimo, chamado singularidade. Lá, as leis da física que conhecemos hoje não se aplicavam. Mas de repente algo aconteceu… “!!!BANG!!!”, a singularidade explodiu. Desde então, o universo começou a se expandir e evoluir dando origem as estrelas, galáxias, planetas, luas, sóis… e a vida. Enfim, tudo que presenciamos no universo, no nosso planeta e todos os elementos químicos que compõe a tabela periódica, teve origem a partir do Big-Bang. Entretanto, Peter Coles em um artigo publicado em 1998  (“The End of the Old Model Universe”, Nature, 393, 741-744, 25 june 1998, DOI: 10.1038/31604) afirmava que, dados os 13,7 bilhões de anos que a teoria do Big-Bang propõe, deveria existir muito mais matéria no universo. Dois anos depois, em 2000, P. de Bernardis publicou um outro artigo (“A Flat Universe from High-resolution Maps of the Cosmic Microwave Background Radiation”, Nature, 404, 955-959, 27 April 2000, DOI: 10.1038/35010035) afirmando que pequenas flutuações encontradas na radiação de fundo jamais teriam dado origem as galáxias que observamos hoje no universo. Ou seja, nenhuma dessas galáxias jamais deveriam ter se formado, de acordo com a cosmologia do Big-Bang.

Se o universo é feito de informação e usa esses dados para se definir, qual a origem dessa informação? O físico Stephen Hawking disse “Porque existe uma lei como a gravidade, o Universo pode e deve criar-se a partir do nada.” Mas tem um problema, “do nada, nada se cria”. Qual a origem da lei da gravidade e da relatividade? Ou melhor, se tudo no universo é regido por leis, e se a natureza apenas obedece as leis, qual é a origem das leis? Existe uma informação por detrás de tudo isso que a ciência não consegue descrever de onde vem, mas sabe que existe. O mesmo acontece na vida. Sabemos que existe uma ‘informação’ contida no DNA; Sabemos qual a sua função, mas não sabemos a sua origem. Informação não é palpável. Por exemplo, os telefones, internet, rádios, satélites… não são informação, eles apenas guardam e transmitem a informação. Um CD do Windows 7 não é informação, ele apenas guarda a informação. Informação são códigos que estão muito bem sequenciados, em uma ordem correta – caso contrário, o Windows 7 não irá funcionar. Isso é o que presenciamos no universo e na vida.

Se a formação de um quasar e de uma galáxia não teriam tido tempo suficiente para que estes se formassem ao longo de milhões/bilhões de anos, o que poderíamos dizer então do tempo para a formação da vida? Poderíamos dizer que é IMPOSSÍVEL. O cérebro humano, por exemplo, é muito mais complexo do que qualquer outra coisa no universo. Será que em milhões, bilhões de anos o acaso (geração espontâneo) teria produzido mecanismos o suficiente para que o ser humano chegasse nesta complexidade? Estatísticas mostram que a probabilidade de que geração espontânea seja a responsável pelo surgimento da complexidade da vida é praticamente “zero”.

Os cientistas Carl Sagan, Muchin e Crick fizeram cálculos da probabilidade do ser humano ter surgido espontaneamente, e o resultado foi de 1 em  10 2.000.000.000 (ou seja, o número 1 com mais 2 bilhões de zeros seguidos). Se fossemos escrever esse número por extenso seria preciso o equivalente a 20.000 livros de 100 páginas.   Será possível que essa única chance ocorreu? Não. De acordo com Jacque Vallée e Joseph A. Hynek, as possibilidades em 1015 (ou seja, o número 1 com mais 15 zeros seguidos) simplesmente não ocorrem.

Conclusão: A probabilidade e possibilidade de uma geração espontânea (O acaso) ter dado origem e evoluído (Naturalmente) o universo e vida, do ponto de vista estatístico, simplesmente não existe.

Se a vida e o universo não surgiu espontaneamente (naturalmente) é sinal de que foram criados. Não há outra possibilidade.

Referência:

1. “The Big Bang is going down” (BoingBoing, Mar 30, 2015)



Pássaro de 12 gramas sobrevoa o Atlântico sem escalas
03/04/2015, 1:13 AM
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A mariquita-de-perna-clara, um pássaro que pesa apenas 12 gramas, está migrando da América do Norte para a América do Sul

Mariquita-de-perna-clara

Mariquita-de-perna-clara

A mariquita-de-perna-clara, um pássaro que pesa apenas 12 gramas, está migrando da América do Norte para a América do Sul voando sobre o Oceano Atlântico sem parar por dois a três dias – segundo estudo publicado no mês passado.

Há 50 anos os cientistas tentavam confirmar essa façanha. Uma equipe internacional de biólogos, que publicaram os resultados de seu trabalho na revista britânica “Biology Letters“, está convencida de ter encontrado “provas irrefutáveis”.

“Esta é uma das mais longas viagens diretas sobre a água registradas para um pássaro”, explicou um dos autores do estudo, o pesquisador Bill DeLuca, em comunicado divulgado pela Universidade de Massachusetts em Amherst.

O pássaro vive geralmente nas florestas boreais do Canadá e dos Estados Unidos entre a primavera e o outono. Em seguida, ele voa para as Grandes Antilhas ou as costas ao norte da América do Sul para seu período de hibernação.

Geolocalizador instalado nas aves

Geolocalizador instalado nas aves

Para obter detalhes sobre a trajetória de migração, os pesquisadores instalaram geolocalizadores em miniatura pesando 0,5 grama em 40 aves desta espécie entre maio e agosto de 2013: 20 partindo de Vermont e 20 da Nova Escócia (Canadá).

Usando dados coletados de cinco aves capturadas quando retornavam para a América do Norte, os cientistas descobriram que as mariquitas-de-perna-clara percorrem entre 2.270 e 2.770 quilômetros para um voo que dura entre 2,5 a 3 dias.

“Foi surpreendente acompanhar essas aves porque o próprio percurso migratório é quase impossível”, afirmou DeLuca.

Os pássaros “se reabastecem o máximo possível e, em alguns casos, chegam a dobrar de peso” para se preparar para a viagem, comentou o pesquisador Ryan Norris, da Universidade de Guelph (Canadá), citado no comunicado.

“Não há dúvida de que a mariquita-de-perna-clara realiza uma das migrações mais ousadas da Terra”, acrescentou.

UOL

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COMENTÁRIO NOSSO:

Por Daniel F. Zordan

Existem grandes migrações no planeta, seja por terra, água ou ar. Mas nada se comparada com as grandes migrações das aves. As aves, na maioria das vezes, viajam sem escala. Durante todo o trajeto não há se quer uma minúscula ilha em sua rota para abastecer e descansar, apenas o imenso oceano abaixo a ser vencido. É impossível de acreditar que um pássaro de 12 gramas, que viaja 2.770 km sem escala, seja obra do acaso. Isso foge a lógica humana.

Outro exemplo de pássaro migratório é o Golden Plover. Esse pássaro viaja, do Alaska ao Hawai, por 4 mil quilômetros sobrevoando o oceano pacífico (sem escala).

Tanto o Golden Plover, como o Mariquita-de-perna-clara, abastece seu corpo com gordura (que é o combustível) o suficiente para chegar até o destino.

Como esses pássaros sabem onde é o seu destino? (Sabemos que eles possuem GPS.) Então, como e quando surgiu essa tecnologia para que eles não se perdessem e acabassem morrendo em meio ao oceano?

Quantas viagens foram necessárias para que esses pássaros adquirissem o conhecimento de quanto combustível seria necessário para chegar até o fim da jornada? Se o combustível acabar durante a viagem eles caem e morrem no imenso oceano.

Seria isso uma evidência de uma evolução de milhares de anos? Podemos deduzir que não. Pois, antes que a evolução pudesse ocorrer, eles já teriam sido extintos (morreriam) em meio ao oceano.

Então, assim sendo, seria ilógico acreditar que uma inteligência teria projetado e produzido tal complexidade? Seria irracional crer que tal complexidade é obra dessa inteligência? Seria anticientífico crer em um projetista (Criador) e aceitar que esses pássaros são obras de uma criação intencional?

De fato, essas aves foram criadas completas e complexas. A razão mais lógica, racional e científica é acreditar que foram criadas intencionalmente por um Ser Inteligente.

Referência:

1. William V.DeLuca , Bradley K. Woodworth , Christopher C. Rimmer , Peter P. Marra , Philip D. Taylor , Kent P. McFarland, Stuart A. Mackenzie ,  Ryan Norris “Transoceanic migration by a 12 g songbird” (Biology Letters, published online April 01, 2015; doi: 10.1098/rsbl.2014.1045)

Abstract

Many fundamental aspects of migration remain a mystery, largely due to our inability to follow small animals over vast spatial areas. For more than 50 years, it has been hypothesized that, during autumn migration, blackpoll warblers (Setophaga striata) depart northeastern North America and undertake a non-stop flight over the Atlantic Ocean to either the Greater Antilles or the northeastern coast of South America. Using miniaturized light-level geolocators, we provide the first irrefutable evidence that the blackpoll warbler, a 12 g boreal forest songbird, completes an autumn transoceanic migration ranging from 2270 to 2770 km (mean ± s.d.: 2540 ± 257) and requiring up to 3 days (62 h ± 10) of non-stop flight. This is one of the longest non-stop overwater flights recorded for a songbird and confirms what has long been believed to be one of the most extraordinary migratory feats on the planet.



Marte perdeu um oceano de água no passado
01/04/2015, 5:24 AM
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Mapas indicam possíveis mares ancestrais e atuais reservatórios subterrâneos 

Por Charles Q. Choi e SPACE.com

Ilustração de como ser Marte com água

Ilustração de como ser Marte com água

[Entre colchetes comentários de Daniel F. Zordan] De acordo com pesquisadores, novos mapas da água atmosférica de Marte revelam que o Planeta Vermelho pode já ter tido o bastante para cobrir até um quinto do planeta.

Pesquisas adicionais para refinar esses mapas poderiam guiar a busca para identificar reservatórios subterrâneos em Marte. Um novo vídeo da Nasa descreve o oceano ancestral de Marte (Veja abaixo).


Ainda que atualmente a superfície marciana seja fria e seca, existem muitas evidências sugerindo que rios, lagos e mares cobriam o planeta há bilhões de anos (ver fotos das pesquisas de água em Marte).

Como existe vida praticamente em qualquer lugar onde haja água líquida na Terra, alguns pesquisadores sugerem que a vida pode ter evoluído em Marte quando ele ainda era úmido e que poderia haver vida por lá até agora, escondida em aquíferos subterrâneos. [É certo que onde tem água PODE ter vida. Porém, sugerir que vida TAMBÉM possa ter evoluído em Marte é força a imaginação. Segundo alguns evolucionistas, existe a possibilidade de que vida na Terra possa ter vindo do espaço abordo de asteroides ou cometas. Assim sendo, porque não sugerir que vida possa ter ido da Terra para Marte carregada em asteroides ou cometas?]

Ainda não se sabe muito sobre como Marte perdeu sua água e quanto ainda pode existir em reservatórios subterrâneos. Uma maneira de resolver esses mistérios é analisar os tipos de moléculas de água na atmosfera marciana.

Normalmente, moléculas de água são compostas de dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio. Um ou ambos desses átomos de hidrogênio podem ser substituídos por átomos de deutério para criar água deuterada. (O deutério, assim como o hidrogênio, tem apenas um próton, mas também tem um nêutron).

A água deuterada é mais pesada que a água normal, assim ela se comporta de maneira diferente. A água normal, por exemplo, escapar de Marte com maior facilidade já que ela pode ser vaporizada mais rapidamente na atmosfera marciana. A radiação solar pode quebrar essa água em hidrogênio e oxigênio, e o hidrogênio pode escapar para o espaço.

Ao estudar a atual razão entre deutério e hidrogênio na água marciana, pesquisadores acreditam que poderão estimar a quantidade de água que o planeta vermelho costumava ter. Eles construíram novos mapas da razão entre hidrogênio e deutério na água atmosférica de Marte usando dados coletados entre 2008 e 2014 pelo Very Large Telescope, no Chile, pelo Observatório Keck e pela Instalação de Telescópios Infravermelhos da Nasa, no Havaí.

As proporções entre água deuterada e a água normal encontradas em algumas regiões de Marte foram mais altas que o esperado, até sete vezes superior à dos oceanos da Terra. Essa razão sugere que Marte perdeu uma grande quantidade de água ao longo do tempo. [Porque para os naturalistas tudo tem que ser ao longo do tempo, milhões e bilhões de anos? Deve ser por isso que nunca chega-se a um consenso.]

“Agora podemos obter uma estimativa consistente de quanta água foi perdida pelo planeta”, declara Geronimo Villanueva, autor do estudo e cientista planetário do Centro Goddard de Voos Espaciais em Greenbelt, no estado de Maryland.

Com base em suas descobertas, os cientistas estimam que Marte pode ter tido água o bastante para cobrir até 20% de sua superfície há cerca de 4,5 bilhões de anos. Eles sugerem que o planeta ainda possui consideráveis reservatórios subterrâneos de água. [Interessante! Não se sabe como Marte perdeu sua água e quanto ainda pode existir em reservatórios subterrâneos, mas sabem dizer a porcentagem de água que cobria a superfície (20%) e a época em que isso ocorreu (4,5 bilhões de anos)? Eles começam as pesquisas com crença de que isso tem que ter ocorrido em um período muito longo, devagar e gradual.]

Mapas mais refinados da água atmosférica de Marte poderiam guiar a busca por esses aquíferos profundos, observa Villanueva. Na prática, pesquisadores examinariam esses mapas para verificar se superfícies conhecidas de água, como calotas de gelo, poderiam ser responsáveis por essa água atmosférica, “e quaisquer anormalidades poderiam ter origem em reservatórios ocultos”, conclui ele. [Os criacionistas afirmam que a origem das águas do grande dilúvio, que cobriu o planeta Terra há 5 mil anos atrás, vieram das profundezas do subsolo da terra e que estão até hoje nos oceanos. Entretanto, os naturalistas discordam dessa possibilidade. Mas acreditam que em Marte possa ter ocorrido algo similar.]

Scientific American

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COMENTÁRIO NOSSO:

Por Daniel F. Zordan

Não é de hoje que os cientistas tentam desvendar os mistérios de erosões na superfície de Marte. Alguns anos atrás sugeriram que Marte teria sofrido uma inundação catastrófica. Ou seja, Marte teria sido inundado por um grande dilúvio.

As perguntas que ficam são:

1 – De onde veio e para onde foi toda água da superfície de Marte? 2 – Pode ainda existir água em reservatórios subterrâneos? 3 – Poderia grandes colisões de meteoros e cometas serem os responsáveis pelo desaparecimento da água, bem como, os responsáveis pelos sinais de impactos na superfície, erosões e a evaporação água para atmosfera? Estas são algumas das perguntas que precisam ser respondidas.

O que mais me chama a atenção nas hipóteses levantadas pelos cientistas é o fato de afirmarem que Marte já teve, supostamente, “20% de sua superfície” coberto por água e, alegam que marte já sofreu grandes catástrofes, como por exemplo, um dilúvio. Não é no mínimo curioso pensar que o planeta Marte, que não tem nenhuma gota de água na sua superfície hoje, possa ter ocorrido uma grande inundação (dilúvio); ao passo que, o planeta Terra que tem 70% de sua superfície coberto por água nunca ocorreu um dilúvio?

No planeta Marte, assim como no planeta Terra e na Lua, houve grandes bombardeamento de meteoritos no passado. Alguns cientistas acreditam que esses impactos podem ser a causa que desencadeou o grande dilúvio no planeta terra há 5000 anos atrás, e que o mesmo pode ter ocorrido em Marte.

As evidências geológicas de uma única e grande catástrofe no planeta Terra são abundantes, vejamos:

1 – Imensos Cânions (Ex: Grand Canyon, nos EUA; Zhemchug Canyon no mar de Bering);

2 – A imensa Dorsal Meso-Ocêanica (Conjunto de montanhas que ficam abaixo do nível do mar, chegando a 70.000 quilômetros de extensão, em profundidades médias de 2.500 m);

3 – Cemitérios de Fósseis (Animais e plantas);

4 – Petróleo e Carvão;

5 – Principais cadeias de Montanhas (Ex: Himalaia, Cordilheiras etc.);

6 – Encaixe dos Continentes (Ex: América do Sul e África);

7 – Variações Magnéticas no Fundo dos Oceanos;

8 – Vulcões e Lava Vulcânicas;

9 – Plataformas Oceânicas e Talude Continental;

10 – Águas Subterrâneas (Água armazenada no subsolo da Terra nos lençóis freáticos e nos aquíferos). 

Onde é mais fácil explicar (e acreditar) que houve uma grande catástrofe envolvendo muita água (um dilúvio): Em Marte ou na Terra? Por incrível que pareça, muitos céticos ainda afirmam: “Marte, SIM! Terra, NÃO!”

Referência:

1. “NASA Research Suggests Mars Once Had More Water than Earth’s Arctic Ocean” (NASA, March 5, 2015)

2. G. L. Villanueva, M. J. Mumma, R. E. Novak, H. U. Käufl, P. Hartogh, T. Encrenaz, A. Tokunaga, A. Khayat, M. D. Smith Strong water isotopic anomalies in the martian atmosphere: Probing current and ancient reservoirs” (Science, 2015 DOI: 10.1126/science.aaa3630)

ABSTRACT

We measured maps of atmospheric water (H2O) and its deuterated form (HDO) across the martian globe, showing strong isotopic anomalies and a significant high D/H enrichment indicative of great water loss. The maps sample the evolution of sublimation from the north polar cap, revealing that the released water has a representative D/H value enriched by a factor of about 7 relative to Earth’s ocean (VSMOW). Certain basins and orographic depressions show even higher enrichment, while high altitude regions show much lower values (1 to 3 VSMOW). Our atmospheric maps indicate that water ice in the polar reservoirs is enriched in deuterium to at least 8 VSMOW, which would mean that early Mars (4.5 billion years ago) had a global equivalent water layer at least 137 meters deep.