Creation Science News


Evolução do olho: Suposição e não ciência
08/04/2015, 8:46 PM
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[Em 2011], Trevor Lamb (neurocientista Australiano) escreveu um artigo para a Scientific American – com o título de “Evolution of the Eye” (“A Evolução do Olho”) – que continha uma história narrada como se ele tivesse de fato testemunhado um globo ocular genuíno a evoluir. Mas em vez de disponibilizar evidências científicas, a sua apresentação dependeu mais de falácias lógicas. Primeiro, Lamb conferiu uma inteligência divina a uma força inanimada que ele deu o nome de “pressões seletivas”.

Ele escreveu: “À medida que o corpo foi aumentando de tamanho, aumentaram também as pressões seletivas que favoreceram a evolução dum outro tipo de olho: a variedade [do olho vertebrado] tipo câmara”. Mas só um agente inteligente – e não fatores ambientais passivos e irracionais – é que poderia moldar a enorme coleção de partes interdependentes que formam os olhos. Lamb escreveu também que a “seleção natural”… Opera com o material que tem à sua disposição” embora só pessoas é que podem “operar”.(2)

O artigo faz da evolução dos olhos algo fácil de imaginar ao excluir os detalhes complicados da anatomia dos olhos. De que forma é que a “seleção” iria gradualmente posicionar os 12 músculos que habilmente movem o globo ocular dentro da cavidade ocular, incluindo aquele que usa uma polia para girar de modo adequado os olhos? (3) E mesmo que olhos perfeitamente formados e os respectivos músculos de controle tivessem de alguma forma conseguido evoluir, este aparato seria inútil sem as computações involuntárias que fazem com que o olho esquerdo e o direito se movam de forma combinada. Para além de omitir estas características vitais, Lamb não explica como é que as “pressões seletivas” iriam programar o cérebro de modo a que este convertesse o input da luz crua em imagens mentais discerníveis.

Lamb escreve, “Os biólogos fizeram recentemente avanços significativos nas pesquisas em torno da origem do olho ao estudarem a maneira como ele se forma nos embriões em desenvolvimento”.

Evolução do olho Suposição e não ciência

Complexidade do olho humano

Ele sugere que o desenvolvimento do olho embrionário progride do mais simples para o mais complicado num padrão semelhante ao da evolução do olho. Mas os olhos embrionários têm que começar pequenos e desde logo, relativamente mais simples. Assumindo (sem qualquer evidência objetiva) que o desenvolvimento embrionário é um espelho do passado evolutivo apenas assume uma resposta em relação a uma origem evolutiva. Dito de outra forma, pode-se usar o desenvolvimento embrionário para concluir que o olho dos vertebrados evoluiu, se assumirmos à partida que “muitos aspectos do desenvolvimento dum individuo espelha os eventos que ocorreram durante a evolução dos seus ancestrais.” (2)

Isto usa a evolução para provar a evolução – claramente um círculo ilógico. Ao contar a sua história evolutiva em torno da origem dos olhos, Lamb usa termos tais como modifica”“divergiram”, “proliferaram”, “surgiram”, “favorecendo”“inserindo-se a eles mesmos”“emergência”, e “evoluíram” – ignorando o fato de ninguém ter alguma vez visto “pressões seletivas” irracionais e sem-direção a fazer qualquer uma destas coisas. Estas palavras “mágicas” escondem a falta de explicações cientificas para a origem dos olhos, e “transmitem convicções esperançosas de que, se os evolucionistas apenas acreditarem profundamente, as suas explicações têm que ser verdadeiras, e um dia serão mesmo verdadeiras – embora essas explicações se encontrem em oposição a todas as evidências científicas.” (4)

Palavras mágicas e falácias lógicas são substitutos miseráveis da ciência e da razão, mas aparentemente elas são as melhores ferramentas explicativas para aqueles que estão determinados a encontrar causas totalmente naturalistas para a origem dos olhos. Tendo como base as evidências, a Fonte mais lógica desde design magistral é o Designer Supremo.

Darwinismo

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COMENTÁRIO NOSSO:

Por Daniel Froes Zordan

Os naturalistas estão a ‘milhões de anos de distância’ para entender que o olho é resultado de um ‘Designer Inteligente’. O olho humano não seria um sistema útil caso todas as partes que o compõe não estivessem presentes e funcionando apropriadamente ao mesmo tempo. Se o olho possui um sistema de complexidade “irredutível” (ou seja, se faltar uma peça o sistema não funciona), como podem afirmar que esse complexo sistema seja fruto de mudanças lentas, aleatórias e graduais da evolução? Como a seleção natural levaria cada parte do olho a configurações mais eficientes e vantajosas gerando ordem e complexidade? Existe algum lugar no Universo que isso ocorra? Para crer que o olho é resultado de uma evolução – somente ignorando as improbabilidades, impossibilidades e as leis da lógica. Caso contrário, é IMPOSSÍVEL!

Referências:

1. Brian Thomas  “Eye Evolution: Assumption, Not Science” (Institute for Creation Research. August 29, 2011)

2. Lamb, T. D. “Evolution of the Eye” (Scientific American, July 2011, 305 (1): 64-69)

3. Gurney, P. “Our eye movements and their control: part 1” (Journal of Creation (formerly TJ), 2002, 16 (3): 111-115)

4. Guliuzza, R. “Unmasking Evolution’s Magic Words” (Acts & Facts, 2010, 39 (3): 10-11)

* Mr. Thomas is Science Writer at the Institute for Creation Research.


5 Comentários so far
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Amigo

Estamos do mesmo lado da luta, mas não fica bem tomar a tradução por inteiro e não deixar uma referência ao tradutor (Darwinismo)

Paz de Deus

Mats.

Comentário por Lucas

Saudações Lucas!!

Foi uma falha ao editar a matéria.

Outro detalhe: A tradução do Dariwinismo é “português de Portugal”, por isso é necessário fazer modificações para o “português do Brasil”, há palavras que se escreve diferente, além de haver palavras com significados diferentes.

As fontes são citadas em todas as matérias. Mas nosso foque é a fonte ORIGINAL da matéria. Ou seja, o eleitor, principalmente os naturalistas, querem ver as citações dos “periódicos científicos”. Pois, nossa opinião, interpretação e comentário sobre o assunto são divergentes, por isso a nossa ênfase fica nos links originais.

Obrigado!

Shalom!

Comentário por Daniel F. Zordan - Creation Science News

Eu gosto do site por causa das referências citadas, com seus links originais (ou seja, onde os cientistas publicaram a pesquisa).

Eu vejo matérias interessantes em diversos sites e blogs sobre descobertas cientificas. Por exemplo, eu visito o inovação tecnológica e quando aparece algo que sei que é de interesse dos criacionistas, e venho nesse site e em outros similares, justamente por causa das referências.

Não vejo objetivo em blogs que apenas copiam a matéria (mesmo deixando o link), pois o que nos interessa é justamente o pensamento do autor e sua preocupação em deixar explicito suas referências, como exemplo: Science, Nature, PNAS, Physical Review Letters e etc.

Parabéns aos colaboradores e responsáveis pelo site “Creation Science News”.

Suas referências são Show!

Comentário por Roger

Bom dia Daniel.

A tradução do Dariwinismo é “português de Portugal”, por isso é necessário fazer modificações para o “português do Brasil”

Sem dúvida, mas uma vez que o corpo do texto já havia sido traduzido pelo Darwinismo, o que se pode colocar é “Modificado a partir da tradução X” (com hiperlink).

Deus vos abençoe.

Mats

Comentário por Lucas

O olho humano é algo extraordinário. Impossível de crer que isso seja obra do acaso.

Deus é pai, Filho e Espirito Santo. Juntos formam a trindade que criou o mundo.

Glória a Deus!

Comentário por Roger




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