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10 possíveis evidências de que seres superiores existem
27/01/2017, 10:09 PM
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Será que um outro ser é responsável por nossas vidas – ou até mesmo pelo universo inteiro? Se você acredita em Deus, você tem sua resposta. No entanto, alguns estudos incompreensíveis sugerem outras possibilidades de seres superiores que poderiam ser responsáveis pela nossa existência.

10. O universo não deveria existir

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De acordo com alguns estudos, o universo não deveria ter sobrevivido mais do que um segundo. Por exemplo, o Big Bang deveria ter produzido quantidades iguais de matéria e antimatéria, cancelando-se mutuamente. Em vez disso, um pouco mais de matéria foi produzida, criando todo o universo observável. Nós definitivamente não podemos explicar por que isso aconteceu.

Em outra teoria, o universo está no campo de Higgs, que dá às partículas suas massas. Um grande campo de energia impede que nosso universo caia no “vale”, um campo mais profundo, onde não poderia existir.

No entanto, se o modelo padrão da física está correto, uma rápida expansão do universo imediatamente após o Big Bang deveria ter movido o universo para o vale. Isso teria o destruído antes que ele tivesse um segundo de idade.

A impossibilidade da vida na Terra também é absurdamente alta. Galáxias não poderiam existir sem a mistura certa de matéria, matéria escura e energia escura e, mesmo assim, existem. A Terra teria que ter a distância exata do sol que tem para abrigar vida. Se fosse um planeta do tamanho de Júpiter, a Terra atrairia mais asteroides e cometas, ou teria uma superfície muito violenta para sustentar a vida.

Será que a vida realmente superou “sozinha” todas estas probabilidades, ou o universo teve alguma ajuda, de alguma forma?

9. A semente da vida?

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Segundo a teoria da panspermia, de Francis Crick, a vida se originou em outro lugar e foi enviada à Terra por seres avançados. Uma teoria anterior da panspermia sugeria que a vida chegou aqui em um asteroide ou um cometa.

Em julho de 2013, o astrobiologista Milton Wainwright afirmou que encontrou uma verdadeira “semente da vida”. Depois de lançar um balão meteorológico sobre a Inglaterra, ele capturou uma bola metálica da largura de um fio de cabelo. Dentro de sua concha de titânio e vanádio, a bola continha um líquido biológico pegajoso. Muitos cientistas são céticos a respeito desta reivindicação.

8. Busca alienígena biológica

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Os seres humanos são constituídos por cerca de 22.000 genes, o que é 3% do genoma humano. Os outros 97% são “sobras de DNA”, que poderiam conter uma mensagem codificada ou um sinal de que a vida se originou em outro lugar ou foi criada por um ser superior.

Em 2013, dois pesquisadores do Cazaquistão alegaram ter encontrado uma sequência ordenada de uma linguagem simbólica em nossas sobras de DNA que não teria acontecido naturalmente. No entanto, muitos criticaram essa busca por sinais biológicos.

Alternativamente, o geneticista Francis Collins argumentou em seu livro “A Linguagem de Deus” que o DNA seria o “alfabeto de Deus”, o que faria de nós o livro da vida.

7. Raios cósmicos

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Em 2003, o filósofo Nick Bostrom postulou que o universo é uma simulação de computador, uma teoria aceita por Elon Musk e Neil de Grasse Tyson. Se isso for verdade, um ser superior – ou seres – teve que construir a simulação. O Universo seria também finito, porque todos os computadores têm limites.

Alguns pesquisadores acreditam que poderíamos detectar essa simulação de computador se pudermos encontrar os limites do universo. Para testar isso, pesquisadores alemães construíram simuladores em rede em um computador quântico.

Eles se concentraram em raios cósmicos, que são fragmentos de átomos que vêm de fora do sistema solar. Os raios cósmicos têm uma quantidade finita de energia e deterioram ao longo do tempo.

Quando chegam à Terra, todos eles têm quantidades semelhantes de energia, que é um máximo de 10 elétron-volts. Isto sugere que todos os raios cósmicos têm pontos de partida semelhantes, como a borda da rede de simulação de um computador quântico.

6. A propagação da vida

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Em 2015, um estudo do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica sugeriu que a vida poderia ter se espalhado via panspermia, se movendo de estrela em estrela em aglomerações e “sobrepondo-se como bolhas em uma panela de água fervente”. Esta simulação também sugere que a vida poderia ter se espalhado como uma epidemia.

Os cientistas testaram duas possibilidades para trazer vida para a Terra: por asteroides e por seres inteligentes. O resultado foi que ambas eram possíveis e teriam seguido o mesmo padrão. Se estiver correto, este estudo também indica que existe vida em outras partes da galáxia.

5. Constantes físicas

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De acordo com o físico teórico John D. Barrow, podemos dizer se o universo é uma simulação procurando por erros ou falhas nele. Barrow acredita que até mesmo civilizações avançadas não teriam conhecimento completo das leis da natureza.

Haveria falhas notáveis na Matrix, tais como alterações nas constantes físicas. Estas são propriedades físicas, como a velocidade da luz, que são as mesmas em todos os lugares ao longo do tempo.

Em 2001, pesquisadores australianos encontraram evidências de que a velocidade da luz tem diminuído ao longo dos últimos bilhões de anos, mesmo que isso contradiga a relatividade geral. O astrônomo John Webb descobriu que a luz de um quasar tinha absorvido o tipo errado de fótons em sua jornada de 12 bilhões de anos até a Terra.

Isto só pode acontecer se houve uma mudança na velocidade da luz ou na carga de um elétron, ambas constantes físicas. Pesquisadores mais céticos discordam dessa teoria.

Independentemente disso, ninguém tem certeza por que as constantes físicas são constantes. Mas elas são fundamentais para a existência do nosso universo. Alguns cientistas especulam que as constantes físicas são evidências de que o Universo foi “afinado” para que a vida existisse.

4. A Prova Ontológica de Godel

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Na década de 1940, o físico Kurt Godel tentou provar a existência de Deus. Ela é baseada neste argumento do Santo Anselmo de Canterbury:

  1. Há um grande ser chamado de Deus, e nada maior que Deus pode ser imaginado;
  2. Deus existe como uma ideia na mente;
  3. Com todas as outras coisas sendo iguais, um ser que existe tanto na mente quanto na realidade é melhor do que um ser que só existe na mente;
  4. Portanto, se Deus só existe na mente, então é possível que podemos imaginar um ser mais poderoso do que Deus;
  5. No entanto, isso contradiz a argumentação número 1, porque nada maior do que Deus pode ser imaginado;
  6. Portanto, Deus existe.

Usando a lógica modal e universos paralelos, Godel argumentou que um ser todo-poderoso existe, se ele existe em pelo menos um universo paralelo. Como há um número infinito de universos com um número infinito de possibilidades, um universo tem um ser tão poderoso que seria considerado um Deus onipotente. Portanto, Deus existe.

Em 2013, dois matemáticos realizaram equações de Godel em um MacBook e descobriram que elas estavam corretas. No entanto, o teorema não prova que Deus existe – prova simplesmente que é possível que um ser todo-poderoso poderia existir de acordo com a lógica.

3. A realidade não existe a menos que estejamos olhando para ela

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Um videogame se desenvolve quando você está olhando para uma área particular. Caso contrário, ele não existe. A realidade é semelhante, porque só existem certos aspectos se estamos olhando para eles.

Este misterioso fenômeno é baseado na mecânica quântica. Objetos subatômicos são geralmente ondas ou objetos sólidos de partículas semelhantes. Raramente, eles podem ser ambos. Alguns exemplos incluem luz e objetos que têm uma massa semelhante à de elétrons.

Quando não estão sendo observados, esses objetos ficam em um estado duplo. Mas quando eles são medidos, eles “decidem” tornar-se uma onda ou um objeto sólido. Estes fundamentos da nossa realidade permanecem latentes até que olhamos para eles, o que não é muito diferente do mundo simulado em um videogame.

2. Princípio holográfico

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Em 1997, o físico teórico Juan Maldacena propôs que o nosso universo é um holograma bidimensional completamente plano que percebemos em três dimensões. Cordas minúsculas chamadas grávitons vibrariam para criar este universo holográfico. Se estiver correta, essa teoria ajudaria a resolver algumas diferenças entre a mecânica quântica e a teoria da gravidade de Einstein.

Alguns estudos mostram que um universo 2D é possível. Pesquisadores japoneses calcularam a energia interna de um buraco negro, a posição do horizonte de eventos e outras propriedades em um mundo 3D e, em seguida, calcularam as mesmas coisas em um mundo 2D sem gravidade. Os cálculos bateram. Outro modelo mostrou que o universo é 2D se o espaço-tempo for plano.

Os pesquisadores do Fermilab, nos EUA, estão usando um laser gigante para procurar “ruído holográfico”, que é uma evidência de “buffering” no cosmos. Se um universo holográfico 3D foi construído sobre um sistema 2D de linhas em movimento (como linhas de código), isso indica fortemente que o universo é uma simulação.

1. Codificação no cosmos

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De acordo com o físico teórico Sylvester James Gates, evidências convincentes sugerem que estamos vivendo em uma simulação. Enquanto trabalhava em equações de supercordas com adinkras (símbolos usados na álgebra super simétrica), Gates encontrou codificação criada pelo matemático Richard Hamming chamada “códigos de bloco duplamente equilibrados auto-dual lineares binários de correção de erros”. Gates questionou se esta codificação básica é de alguma forma responsável por controlar o universo.

No vídeo acima (em inglês), Gates diz que “[uma] conexão insuspeita sugere que estes códigos podem ser onipresentes na natureza e até mesmo incorporados na essência da realidade. Se isso é verdade, poderíamos ter algo em comum com os filmes de ficção científica Matrix, que retratam um mundo onde a experiência de cada ser humano é o produto de uma rede de computadores geradores de realidade virtual”.

Hype Science

Referência:

1 . “10 Scientific Hints Of Possible Higher Beings” (Listverse, July 17, 2016)



Estudo contradiz principal teoria de formação da Lua
13/01/2017, 7:23 PM
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Teoria dominante diz que Lua resultou de única colisão entre Terra e corpo celeste. Nova teoria propõe impacto de uma série de pequenos corpos.

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Foto da Lua (photo by: Daniel F. Zordan)

A lua, companheira do nosso planeta há cerca de 4,5 bilhões de anos, pode ter sido formada pelo impacto de uma série de pequenos corpos com uma Terra embrionária, afirmaram pesquisadores [na última] segunda-feira (9).

Isso explicaria uma grande inconsistência na teoria dominante, segundo a qual a Lua é resultado de uma única e gigantesca colisão entre a Terra e um corpo celeste do tamanho de Marte. Segundo esta hipótese, cerca de um quinto do material da Lua teria vindo da Terra, e o resto do segundo corpo.

No entanto, a composição da Terra e da Lua são quase idênticas – uma improbabilidade que há muito tempo intriga os defensores da hipótese do impacto único. “O cenário de múltiplos impactos é uma forma mais ‘natural’ de explicar a formação da Lua”, disse Raluca Rufu, do Instituto Weizmann de Ciências, em Rehovot, Israel, coautor do novo estudo, publicado na revista científica “Nature Geoscience“.

Tais impactos múltiplos teriam escavado mais material da Terra do que um único impacto, o que significa que os satélites resultantes se assemelhariam mais à composição do nosso planeta, disseram os autores do estudo.

Simulações

Rufu e uma equipe criaram quase mil simulações de computador de colisões entre uma proto-Terra e planetas embrionários chamados planetesimais, menores do que Marte. Teriam sido necessárias cerca de 20 dessas colisões para formar a Lua, concluíram os pesquisadores.

Cada colisão teria formado um disco de detritos ao redor da proto-Terra, que se aglomerariam para formar um pequeno satélite natural, segundo os autores. Estes pequenos satélites eventualmente se fundiriam, formando a Lua, acrescentaram.

“Nas primeiras etapas do Sistema Solar, os impactos eram muito abundantes, por isso é mais natural que vários deles tenham formado a Lua, em vez de um em especial”, disse Rufu à AFP.

Acredita-se que nosso Sistema Solar se formou há 4,567 bilhões de anos, seguido pela Lua, cerca de 100 milhões de anos mais tarde.

 

A teoria principal da formação da Lua foi proposta em meados da década de 1970. Nos anos 1980, foram feitas as primeiras sugestões de que o satélite teria sido resultado de várias colisões.

O novo estudo “reavivou o cenário até agora em grande parte descartado de que uma série de impactos menores e mais comuns, em vez de um único golpe gigante, formaram a Lua”, escreveu Gareth Collins, do Imperial College London, em um comentário publicado pela revista. “Construir a Lua desta maneira leva muitos milhões de anos, o que implica que a formação da Lua se sobrepôs a uma parcela considerável do crescimento da Terra”, acrescentou.

G1, ciência

Refêrencia:

1. Raluca Rufu, Oded Aharonson, Hagai B. Perets “A multiple-impact origin for the Moon” (Nature Geoscience, 2017; DOI: 10.1038/ngeo2866)

Abstract

The hypothesis of lunar origin by a single giant impact can explain some aspects of the Earth–Moon system. However, it is difficult to reconcile giant-impact models with the compositional similarity of the Earth and Moon without violating angular momentum constraints. Furthermore, successful giant-impact scenarios require very specific conditions such that they have a low probability of occurring. Here we present numerical simulations suggesting that the Moon could instead be the product of a succession of a variety of smaller collisions. In this scenario, each collision forms a debris disk around the proto-Earth that then accretes to form a moonlet. The moonlets tidally advance outward, and may coalesce to form the Moon. We find that sub-lunar moonlets are a common result of impacts expected onto the proto-Earth in the early Solar System and find that the planetary rotation is limited by impact angular momentum drain. We conclude that, assuming efficient merger of moonlets, a multiple-impact scenario can account for the formation of the Earth–Moon system with its present properties.